-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
Quase 580 muçulmanos morreram na peregrinação do hajj na Arábia Saudita
Ao menos 577 peregrinos morreram durante o hajj, a grande peregrinação muçulmana à Meca, que este ano aconteceu sob temperaturas extremas, segundo informes de diplomatas na Arábia Saudita.
Ao menos 323 falecidos são egípcios, que morreram por doenças provocadas pelo calor, exceto um que faleceu por conta de feridas sofridas em uma dispersão desordenada de uma multidão, afirmou um dos diplomatas. O balanço disponibilizado é do necrotério do hospital de bairro Al Muaisem da cidade saudita, concluiu.
O resumo não informa se as mortes aconteceram depois do início oficial do hajj, na última sexta-feira, ou se já tinham sido registrados falecimentos antes, entre os peregrinos que chegaram com antecedência ao local.
Também foram registradas as mortes de 60 pessoas da Jordânia, de acordo com os diplomatas.
Ao todo, os dados elevam para 577 o número de mortos este ano no hajj, segundo um balanço feito pela AFP, que também contabilizou falecimentos de peregrinos da Tunísia, Indonésia, Irã e Senegal.
Na peregrinação do ano passado, morreram ao menos 240 peregrinos, em sua maioria cidadãos da Indonésia.
O hajj é um dos cinco pilares do islã e os muçulmanos que podem devem fazê-lo pelo menos uma vez em sua vida. É uma fonte de prestígio e legitimidade para a Arábia Saudita, cujo rei leva o título de "Guardião das duas mesquitas sagradas" de Meca e Medina.
Neste ano, o hajj atraiu cerca de 1,8 milhão de peregrinos, incluindo 1,6 milhão do exterior, segundo as autoridades sauditas.
Os vistos para Meca são autorizados pela Arábia Saudita seguindo um sistema de cotas por país. Muitos muçulmanos, carentes de meios para obtê-los, conseguem chegar ao local, mas não tem acesso às instalações climatizadas para atenuar os efeitos do calor.
K.Thomson--BTB