-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
-
De la Espriella se alinha aos EUA com foco no 'narcoterrorismo'
-
Trump vai recorrer após Justiça bloquear obra de salão de baile
-
De la Espriella assume poder na Colômbia com foco no 'narcoterrorismo'
‘Frear a migração’ será a prioridade de Rubio na relação com a América Latina
O novo chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, promete uma "política externa pragmática" que, no caso da América Latina, se concentrará em "frear a migração em massa" e "garantir a segurança das fronteiras".
Para construir um Departamento de Estado "mais inovador, ágil e centrado", ele prevê "substituir algumas prioridades, despriorizar certos temas e eliminar algumas práticas", de acordo com um comunicado publicado nesta quarta-feira (22).
"Temos que frear a migração em massa e garantir a segurança de nossas fronteiras", afirma o documento, alinhado com a prioridade máxima do presidente Donald Trump, que, nas primeiras horas de seu segundo mandato, assinou uma avalanche de decretos, muitos deles para facilitar a expulsão ou bloquear o acesso de migrantes sem visto.
"Nossas relações diplomáticas com outros países, particularmente nas Américas, priorizarão a segurança das fronteiras da América, parar a migração ilegal e desestabilizadora, e negociar a repatriação de migrantes ilegais", advertiu.
Trump prometeu a deportação em massa de migrantes em situação irregular, mas ainda não se sabe se países como Cuba, Nicarágua e Venezuela os aceitarão e quantos as outras nações receberão.
Rubio, filho de imigrantes cubanos e que fala espanhol fluentemente, quer deixar para trás o "foco em causas políticas e culturais que causam divisões em casa e são profundamente impopulares no exterior" para, segundo ele, "voltar aos fundamentos da diplomacia".
Dessa forma, o novo secretário de Estado prevê "realizar uma política externa pragmática em cooperação com outras nações" em benefício dos interesses dos Estados Unidos.
Em geral, seguirá o que considera ser a "agenda vanguardista" de Trump.
Temas relacionados à luta contra o aquecimento global, que foram essenciais para seu antecessor democrata, Joe Biden, e para seu chefe da diplomacia, Antony Blinken, serão eliminados.
Rubio especifica que o Departamento de Estado se concentrará no objetivo de Trump de "um retorno ao domínio energético americano".
"Devemos aproveitar nossas forças e nos livrar das políticas climáticas que enfraquecem a América", afirma Rubio, que promete, no entanto, apoiar as "proteções ambientais sensatas".
Em sua sabatina perante o Senado, Rubio afirmou que os cartéis de narcotráfico controlam enormes extensões das "regiões de fronteira" dos Estados Unidos com o México e atacou Venezuela, Cuba e Nicarágua.
Entre os decretos assinados por Trump está a reinclusão de Cuba na lista de países patrocinadores do terrorismo, da qual Biden havia retirado a ilha dias antes do fim de seu mandato.
Y.Bouchard--BTB