-
João Fonseca sente desconforto no ombro a seis dias de Wimbledon
-
Histórias de diversidade marcam a Copa do Mundo da diáspora
-
Marco Rubio chega ao Golfo para tranquilizar seus aliados abalados pela guerra
-
Brilho de Messi na Copa do Mundo será suficiente para a Argentina?
-
Ações de tecnológicas despencam e arrastam principais bolsas mundiais
-
EUA impõe sanções contra cinco empresas cubanas e nora de Raúl Castro
-
Cristiano Ronaldo se torna o primeiro jogador a marcar em seis Copas do Mundo
-
Pausa de 30 minutos, 13 quilômetros: o protocolo em caso de tempestade na Copa do Mundo
-
Brasil e Escócia voltam a se enfrentar em uma Copa do Mundo
-
Semana de Moda Masculina começa em plena onda de calor em Paris
-
FIA anuncia mudanças nos motores da Fórmula 1 em 2027 e 2028
-
Delegação do governo talibã negocia com UE a repatriação de afegãos
-
Marco Rubio viaja ao Golfo para tranquilizar seus aliados abalados pela guerra
-
Torcedor morre na Jordânia após tumulto durante jogo da Copa do Mundo
-
Com nova vitória na Colômbia, a direita avança na América Latina
-
Barcelona exerce opção de compra da jovem promessa egípcia Hamza Abdelkarim
-
Turistas ficam presos em mirante durante operação contra o tráfico no Rio
-
Gattuso assina com a Lazio após fiasco na seleção italiana
-
Apesar dos problemas internos e externos, Trump soma aliados na América Latina
-
Expedição vai recuperar o corpo de 'Botas Verdes', icônica vítima do Everest
-
Gnabry retoma os treinos com o Bayern de Munique
-
Zelensky ausente de conferência-chave sobre Ucrânia na Polônia
-
Endrick e Rayan pedem espaço em um Brasil que aguarda Neymar
-
Bolsas mundiais operam em queda impactadas pelo setor de tecnologia
-
Possível retorno do Reino Unido volta ao radar da UE, mas enfrenta resistência
-
Brexit completa 10 anos entre dúvidas da população britânica
-
Irã rejeita que inspetores da AIEA acessem instalações nucleares bombardeadas
-
Atacantes brilham na Copa, enquanto Cristiano Ronaldo tem nova chance nesta terça
-
Simetria quase perfeita: dois casais de gêmeos se casam na Nigéria
-
Presidente Arévalo descarta operações militares dos EUA na Guatemala
-
Euro digital é aposta para acabar com dependência europeia de Visa e Mastercard
-
Onda de calor avança na Europa
-
Comissão da ONU denuncia 'genocídio' em Gaza por ataques contra crianças
-
Bolsas na Ásia e Europa operam em queda impactadas pelo setor de tecnologia
-
Fundador de startup indiana é o novo diretor do WhatsApp
-
Irã reitera que pretende manter controle de Ormuz
-
Candidato de esquerda pede anulação dos votos do exterior na eleição peruana
-
Argélia elimina Jordânia (2-1) e segue viva no Grupo J da Copa; Argentina avança como líder
-
Bucks negociam superastro Giannis Antetokounmpo com Miami Heat
-
Colômbia busca parceiro ideal para Luis Díaz no duelo contra RD Congo
-
Antoine Semenyo, um jogador-chave de Gana e ameaça 'interna' para a Inglaterra
-
Técnico de Portugal exalta o 'ícone' Cristiano Ronaldo
-
Noruega vence Senegal (3-2) com dois de Haaland e vai aos 16-avos da Copa
-
Evo Morales suspende bloqueio de rodovias na Bolívia após estado de exceção
-
Inglaterra 'pode vencer qualquer adversário' na Copa, garante Rice
-
França vence Iraque (3-0) com dois de Mbappé e vai aos 16-avos de final da Copa
-
Panamá e Croácia tentam se manter vivos na Copa no jogo 200 de Modric pela seleção
-
Jogo entre França e Iraque é suspenso devido a alerta de tempestade severa na Filadélfia (Fifa)
-
Julián Álvarez pede para deixar o Atlético de Madrid
-
Juiz vê retaliação política em intimações do governo Trump
Petróleo da Venezuela seduz o setor, mas incerteza freia o entusiasmo
Com a Venezuela em suas mãos, o governo do presidente Trump pressiona para abrir os recursos naturais inexplorados da nação caribenha, em particular os hidrocarbonetos, às empresas americanas, mas a obsoleta infraestrutura do país faz as grandes corporações hesitarem.
Em Houston, sede do fórum Ceraweek nesta semana, o maior encontro global de petróleo, o secretário de Energia, Chris Wright, assegurou que, após a captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro, em uma incursão armada dos Estados Unidos, eles fizeram a Venezuela "se comportar melhor".
Após a queda de Maduro, Trump anunciou a abertura de Caracas a investimentos, gás e mineração. Mas, entre os executivos, o ceticismo persiste.
Para o diretor executivo da Chevron, Mike Wirth, cuja empresa manteve suas operações na Venezuela ao longo destes anos sob o regime chavista, "ainda há poucos aspectos a melhorar para fomentar o investimento na escala desejada (...), ainda existe certa ambiguidade ou incerteza na legislação".
Wael Sawan, chefe da Shell, considera que ainda há "um longo caminho a percorrer" e destacou que sua empresa espera tomar uma decisão, este ano, sobre se irá investir em projetos de gás no país caribenho.
Embora o diretor executivo da ExxonMobil, Darren Woods, ausente neste encontro, tenha considerado que a Venezuela era um país "não investível", o presidente da divisão de exploração da multinacional, Dan Ammann, afirmou em Houston que uma equipe de sua empresa está em solo venezuelano fazendo avaliações.
Todos concordam que, para a Venezuela retornar aos seus níveis de produção de mais de 3 milhões de barris de petróleo por dias, observados há duas décadas, será necessário um investimento substancial.
"Provavelmente, centenas de milhões de dólares de investimento", estimou Ammann.
"Será necessário um investimento significativo de dezenas de bilhões de dólares", contrapôs Wirth.
- No terreno -
"O que as empresas estão fazendo neste momento é enviar equipes para 'chutar os pneus'" para ver se estão cheios, explicou o pesquisador do Instituto de Energia da Universidade do Texas, em Austin, Jorge Piñón, à AFP.
"Estão tentando descobrir qual o estado do oleoduto (...), da infraestrutura, quanto custará" produzir, detalhou.
Apesar de ser um território com a maior reserva comprovada de hidrocarbonetos, a Venezuela sofreu anos com desinvestimento, sanções de Washington e com a falta de manutenção da infraestrutura, fatores que dizimaram a produção de petróleo para menos de um terço.
O governo da presidente interina, a chavista Delcy Rodríguez, que Trump agora considera uma parceira, sancionou uma nova lei de hidrocarbonetos que concede uma ampla abertura ao capital privado e oferece um menor controle operativo do Estado.
"Querem ser competitivos para atrair os investimentos de todos vocês", disse na quarta-feira (25) o secretário do Interior, Doug Burgum, em Houston.
"Sabemos onde está o petróleo. O problema é: temos a logística? Temos o oleoduto? Temos a riqueza? Quem a possui? Os chineses e os russos ainda têm empresas conjuntas (com o Estado) na Venezuela. Acredito que vai levar no mínimo um ano até vermos um acordo importante", considerou Piñón.
"Exxon e Conoco, serão compensadas pelo valor de seus ativos e pelo dinheiro que perderam?" quando o chavismo nacionalizou suas operações, questionou.
Além disso, entre os 8 milhões de pessoas que emigraram pela crise humanitária na Venezuela, há muito especialistas do setor petrolífero.
"Uma das empresas com as quais estávamos tinha 600 funcionários venezuelano-americanos trabalhando no Texas, que conhecem as operações na Venezuela melhor do que ninguém", exemplificou o secretário do Interior.
"A oportunidade não é apenas para o capital, mas também para o talento humano que está voltando", acrescentou Burgum.
- 5 milhões de barris? -
A líder da oposição e vencedora do prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, disse na terça-feira (24) à AFP que a oposição que lidera iria propor "a abertura do setor petrolífero" como "nunca se viu no país".
"Ser 100% privado, onde o Estado assume um papel regulador", explicou.
Depois, em sua intervenção na Ceraweek, considerou que, na próxima década, a Venezuela poderia produzir até 5 milhões de barris diários de petróleo bruto, com um investimento de US$ 150 bilhões (R$ 784 bilhões).
"Este é o tipo de compromisso a longo prazo e em grande escala para o qual as empresas presentes nesta sala estão preparadas, quando se reúnem as condições", afirmou Machado, que está disposta a participar de uma eleição na Venezuela.
J.Fankhauser--BTB