-
Don Nelson, lenda da NBA como jogador e treinador, morre aos 86 anos
-
Rybakina vence batalha contra Samsonova e avança às quartas de final em Toronto
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e volta a se distanciar de Trump
-
Como contrata zagueiro Trevoh Chalobah, do Chelsea e da seleção inglesa
-
Líder supremo e presidente do Irã têm encontro raro
-
Bruno Guimarães se apresenta à torcida do Arsenal
-
Irã exige que EUA aceite condições para reabrir Estreito de Ormuz
-
Mónaco de Filipe Luis vence Liverpool (3-2) de virada em amistoso em Anfield
-
Lucas Digne deixa Aston Villa e volta ao PSG
-
Irã afirma que Ormuz seguirá bloqueado até que EUA aceite 'todas' as suas condições
-
Jannik Sinner está fora do Masters 1000 de Cincinnati por lesão no joelho
-
Pelo menos cinco mortos na Ucrânia e na Rússia após ataques recíprocos
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e se distancia novamente de Trump
-
Lionel Messi se despede de seu pai e recebe mensagens de carinho em Rosário
-
Ataques houthis deixam 11 mortos no Iêmen e atingem refinaria saudita
-
Papa pede abertura de corredores humanitários no Sudão
-
Houthis reivindicam ataques contra refinaria saudita e porto no Iêmen
-
Israel 'rejeita' plano dos EUA para Gaza apoiado pelo Hamas
-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
Tribunal dos EUA rejeita recurso da Argentina em caso de nacionalização de cia. aérea
Um tribunal americano rejeitou nesta segunda-feira (19) uma moção apresentada pela Argentina contra o fundo Titan Consortium, que exige o pagamento de uma indenização de 320 milhões de dólares (1,7 bilhão de reais) imposta àquele país pela nacionalização em 2008 da Aerolíneas Argentinas, então propriedade do grupo espanhol Marsans.
O tribunal do Distrito de Columbia considerou que "se aplica o prazo de prescrição de 12 anos", como afirma o fundo.
O Estado tomou o controle da Aerolíneas Argentinas, então dirigida pela Marsans, com apenas um pagamento simbólico, durante o mandato da presidente Cristina Kirchner (2007-2015). A Marsans recorreu ao Centro Internacional para a Arbitragem de Disputas sobre Investimentos (ICSID), que faz parte do Banco Mundial.
Mais tarde, o processo foi transferido para o fundo de investimento Burford Capital, que cedeu todos os direitos ao Titan Consortium. Em 2017, o tribunal do ICSID emitiu uma decisão que ordena a Argentina a pagar a indenização e quase 3,5 milhões de dólares em honorários.
A Argentina apresentou um pedido de anulação da sentença, negado em 2019. Em 2021, o Titan Consortium buscou na Justiça que a Argentina executasse o pagamento, mas o país pediu que a ação fosse desestimada, por considerar que havia prescrito.
O tribunal de Columbia considerou hoje que os argumentos da Argentina em favor de prazos de prescrição mais breves "não são convincentes".
G.Schulte--BTB