-
João Fonseca perde para atual campeão Ben Shelton, que vai às quartas do Masters 1000 de Montreal
-
Irlanda acusa suposto chefe de cartel extraditado pelos Emirados
-
Espanhóis Daniel Mérida e Rafael Jódar avançam às quartas do Masters 1000 de Montreal
-
Don Nelson, lenda da NBA como jogador e treinador, morre aos 86 anos
-
Rybakina vence batalha contra Samsonova e avança às quartas de final em Toronto
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e volta a se distanciar de Trump
-
Como contrata zagueiro Trevoh Chalobah, do Chelsea e da seleção inglesa
-
Líder supremo e presidente do Irã têm encontro raro
-
Bruno Guimarães se apresenta à torcida do Arsenal
-
Irã exige que EUA aceite condições para reabrir Estreito de Ormuz
-
Mónaco de Filipe Luis vence Liverpool (3-2) de virada em amistoso em Anfield
-
Lucas Digne deixa Aston Villa e volta ao PSG
-
Irã afirma que Ormuz seguirá bloqueado até que EUA aceite 'todas' as suas condições
-
Jannik Sinner está fora do Masters 1000 de Cincinnati por lesão no joelho
-
Pelo menos cinco mortos na Ucrânia e na Rússia após ataques recíprocos
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e se distancia novamente de Trump
-
Lionel Messi se despede de seu pai e recebe mensagens de carinho em Rosário
-
Ataques houthis deixam 11 mortos no Iêmen e atingem refinaria saudita
-
Papa pede abertura de corredores humanitários no Sudão
-
Houthis reivindicam ataques contra refinaria saudita e porto no Iêmen
-
Israel 'rejeita' plano dos EUA para Gaza apoiado pelo Hamas
ONU: explosão de dispositivos no Líbano viola o direito internacional
O direito internacional proíbe o uso de artefatos explosivos que pareçam "objetos inofensivos", ressaltou nesta sexta-feira (20), no Conselho de Segurança, o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk.
"É um crime de guerra cometer atos de violência destinados a espalhar o terror entre a população civil", disse o comissário durante uma reunião do órgão máximo de segurança da ONU convocada pela Argélia após a explosão simultânea de dispositivos de comunicação do grupo islamita Hezbollah no Líbano, nesta semana.
O chanceler libanês, Abdallah Bou Habib, acusou Israel pelo que chamou de "atentado terrorista". As explosões quase simultâneas que mataram dezenas de pessoas em todo o país durante dois dias são “um método de guerra sem precedentes por sua brutalidade e seu terror”, declarou.
"Estou consternado com a amplitude e o impacto dos atentados. Esses ataques representam um novo passo na guerra, em que ferramentas de comunicação se convertem em armas. Isso não pode ser o novo normal", criticou Turk.
Consultado hoje, o embaixador de Israel na ONU não comentou as explosões. "Mas posso dizer a vocês que faremos o possível para atacar esses terroristas", advertiu Danny Danon, após seu país anunciar a morte do comandante da unidade de elite do Hezbollah durante um ataque em Beirute.
"Não temos a intenção de entrar em guerra com o Hezbollah no Líbano, mas não podemos continuar assim", disse Danon, acrescentando que Israel prefere uma solução diplomática.
F.Müller--BTB