-
Don Nelson, lenda da NBA como jogador e treinador, morre aos 86 anos
-
Rybakina vence batalha contra Samsonova e avança às quartas de final em Toronto
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e volta a se distanciar de Trump
-
Como contrata zagueiro Trevoh Chalobah, do Chelsea e da seleção inglesa
-
Líder supremo e presidente do Irã têm encontro raro
-
Bruno Guimarães se apresenta à torcida do Arsenal
-
Irã exige que EUA aceite condições para reabrir Estreito de Ormuz
-
Mónaco de Filipe Luis vence Liverpool (3-2) de virada em amistoso em Anfield
-
Lucas Digne deixa Aston Villa e volta ao PSG
-
Irã afirma que Ormuz seguirá bloqueado até que EUA aceite 'todas' as suas condições
-
Jannik Sinner está fora do Masters 1000 de Cincinnati por lesão no joelho
-
Pelo menos cinco mortos na Ucrânia e na Rússia após ataques recíprocos
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e se distancia novamente de Trump
-
Lionel Messi se despede de seu pai e recebe mensagens de carinho em Rosário
-
Ataques houthis deixam 11 mortos no Iêmen e atingem refinaria saudita
-
Papa pede abertura de corredores humanitários no Sudão
-
Houthis reivindicam ataques contra refinaria saudita e porto no Iêmen
-
Israel 'rejeita' plano dos EUA para Gaza apoiado pelo Hamas
-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
Karol G pede desculpas por sua nova música, '+57', acusada de sexualizar menores
A estrela colombiana do reggaeton Karol G pediu desculpas, nesta segunda-feira (11), por sua nova música, intitulada "+57", que recebeu críticas de uma entidade oficial na Colômbia por sexualizar menores de idade e gerou comentários do presidente Gustavo Petro.
A artista lançou seu novo single na quinta-feira, junto com outras figuras do gênero de seu país, como J Balvin, Maluma, Feid, Ryan Castro e Blessd.
A música foi duramente criticada por uma frase em que Feid e Maluma fazem referência a uma mulher como sendo "mamacita [bonita] desde os 'fourteen'", ou seja, desde os 14 anos.
Karol G afirmou que a letra "foi tirada de contexto", mas pediu desculpas nas redes sociais.
"Me responsabilizo e percebo que ainda tenho muito a aprender (...). Estou muito abalada e peço desculpas de coração", escreveu a cantora de 33 anos.
O Instituto Colombiano de Bem-Estar Familiar (ICBF), entidade oficial que protege crianças e adolescentes, afirmou que a música "+57" promove "conteúdos que incentivam a sexualidade desde a infância".
O abuso de menores por estrangeiros se tornou recentemente uma preocupação em Medellín, cidade natal de Karol G e da maioria dos colaboradores da música.
A diretora do ICBF, Astrid Cáceres, fez uma denúncia nas redes sociais direcionada aos artistas: "Não há mercado que justifique essa letra", afirmou.
Desde o lançamento, o single também gerou colunas de opinião e artigos em revistas, como a versão em língua espanhola da Rolling Stone, que a qualificou como um "desastre" que "faz apologia à sexualização de menores".
Citando a matéria dessa publicação especializada, o presidente Gustavo Petro se expressou na rede social X: "Há uma confrontação cultural entre a superfície e o fundo das coisas que a juventude está enfrentando em seus bairros".
Cinco vezes vencedora do Grammy Latino, Karol G é considerada a maior voz feminina do reaggaeton na atualidade e uma referência do feminismo.
Outros dos criadores de "+57", que recebe o nome do código telefônico da Colômbia, afirmam que a música foi mal interpretada.
C.Meier--BTB