-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
Dois líderes guerrilheiros e negociadores de paz detidos na Colômbia
Dois líderes guerrilheiros e negociadores de paz de diferentes facções dissidentes das Farc foram detidos visando a extradição, confirmaram as autoridades da Colômbia na quinta-feira (13).
Willinton Henao, conhecido como Mocho Olmedo, negociador de paz e integrante da Frente 33, uma dissidência das Farc que opera na fronteira com a Venezuela, "foi detido em virtude de uma ordem de captura com fins de extradição para os Estados Unidos", informou um porta-voz do Ministério Público da Colômbia à AFP.
Desde janeiro, a Frente 33 mantém intensos confrontos intensos com o Exército de Libertação Nacional (ELN) na região do Catatumbo, na fronteira com a Venezuela, onde a maior crise de violência em uma década na Colômbia deixou 57 mortos confirmados e mais de 50.000 deslocados. Henao "se apresentou voluntariamente" às autoridades, segundo o MP.
A detenção ocorreu um dia depois da prisão de Andrés Rojas, conhecido como 'Araña', líder guerrilheiro e negociador de paz de outra dissidência das Farc. Ele participava em um encontro com representantes do presidente Gustavo Petro em um hotel de Bogotá quando agentes do órgão investigativo o prenderam.
Rojas é líder dos 'Comandos de Frontera', dedicado ao tráfico de drogas e outros crimes em departamentos próximos ao Equador.
O MP confirmou na rede X que "ele estaria envolvido no possível envio recente de cocaína para os Estados Unidos" e que é solicitado em extradição por um tribunal do Distrito Sul da Califórnia "por acusações relacionadas a tráfico de entorpecentes".
O conselheiro presidencial de paz, Otty Patiño, chamou a operação de "armadilha" contra as negociações, já que a procuradora-geral havia suspendido as ordens de prisão contra ele no ano passado para que fizesse parte do processo de paz.
O presidente Petro iniciou negociações com seus delegados em meados de 2024 em Caracas. Presume-se que Márquez tenha se afastado, mas alguns de seus delegados, como "Araña", permaneceram nas negociações e se autodenominaram "Coordenadoria Nacional do Exército Bolivariano".
No ano passado, o Equador incluiu "Araña" em uma lista de "alvos militares" de suas forças armadas.
G.Schulte--BTB