-
Flávio Bolsonaro cresce nas pesquisas, apesar de investigado no escândalo do Banco Master
-
Deserto do Atacama floresce após chuvas intensas provocadas pelo El Niño
-
Lula promete na ONU combater 'inimigos da democracia' a duas semanas das eleições
-
Irã endureceu condições para fim da guerra com EUA, diz porta-voz da Guarda Revolucionária
-
'Fui artilheiro nas grandes competições', diz Mbappé em 'campanha' pela Bola de Ouro
-
Houthis acusam Riade de ataques e são chamados de 'milícia terrorista' por rei saudita
-
Isack Hadjar voltará a correr no GP do Azerbaijão de F1
-
Gonzalo Plata, do Flamengo, é cortado da seleção do Equador por lesão
-
Gucci, Fendi e nova Moschino protagonizam a Semana de Moda de Milão
-
Furacão Polo atinge categoria máxima no Pacífico mexicano
-
Rodeo I, a prisão venezuelana 'para te deixar louco'
-
China e EUA buscam 'telefone vermelho' diante dos riscos da IA
-
Trump chega à Assembleia Geral da ONU atolado na guerra com o Irã
-
As acusações chocantes no livro do irmão da princesa Diana
-
Apesar da força militar, Arábia Saudita não consegue derrotar os houthis
-
UE prossegue sem acordo sobre retirada de dois oligarcas russos da lista de sanções
-
Ciclista afegã que se disfarçava de homem para treinar conquista medalha de prata nos Jogos Asiáticos
-
Chinesa de 6 anos estabelece recorde mundial na resolução de cubo mágico
-
Objetos pessoais de Brigitte Bardot são leiolados em Paris
-
Estêvão quer viver cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Furacão Polo atinge categoria 4 no Pacífico mexicano
-
Estêvão viverá cada minuto como "uma final" em seu retorno à seleção
-
Tufão Dujuan deixa quatro mortos e 45.000 casas sem energia elétrica no Japão
-
UE não consegue acordo para suspender sanções contra oligarcas russos; negociações continuarão
-
Reino Unido vai apoiar Arábia Saudita contra houthis (imprensa)
-
Incêndio em joia do turismo colombiano é parcialmente controlado
-
"Ainda estou com a bala aqui dentro", relata imigrante detido pelo ICE nos EUA
-
EUA mobiliza aliados no Ártico
-
Venezuelano ferido pelo ICE no Texas está detido com bala no corpo, denuncia advogada
-
Filme argentino 'El Tren Fluvial' é uma viagem iniciática de dor e aventura
-
João Fonseca anuncia pausa após lesões
-
Paramount chega a acordo com estados dos EUA para megafusão com Warner Bros.
-
EUA anuncia que companhias aéreas iranianas deixarão de operar em dois dias
-
Menor viaja de Ceuta à Península Ibérica no compartimento inferior do ônibus do Valladolid
Moraes autoriza Bolsonaro a deixar prisão domiciliar para fazer exames médicos
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou, nesta terça-feira (12), o ex-presidente Jair Bolsonaro a deixar temporariamente a prisão domiciliar para realizar uma série de exames médicos em um hospital.
O ex-presidente (2019-2022) está confinado desde a semana passada em sua residência, na capital federal, por violar uma proibição judicial de uso das redes sociais no âmbito do julgamento que enfrenta por uma suposta trama golpista.
Seus advogados citaram na petição o "atual quadro de saúde" de Bolsonaro, que ainda sofre as consequências de uma facada que levou em 2018, com problemas gástricos e hospitalizações recorrentes.
Segundo o texto, o ex-presidente, de 70 anos, tem "sintomas de refluxo e soluços" crônicos e deve ir a um hospital em Brasília para realizar exames, incluindo uma endoscopia.
O ministro do STF Alexandre de Moraes, relator do julgamento contra Bolsonaro, autorizou a visita hospitalar.
O ex-presidente vai ter de apresentar ao tribunal um "certificado de comparecimento" ao centro médico dentro de um prazo de 48 horas após os procedimentos, conforme determinado por Moraes.
Os exames devem ser realizados em 16 de agosto e Bolsonaro pode precisar permanecer cerca de oito horas no hospital. No pedido, a defesa afirma que os médicos podem recomendar ações adicionais.
Bolsonaro enfrenta um julgamento no STF, acusado de conspirar para se manter no poder após perder as eleições de 2022 para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Além disso, ele é alvo de uma investigação por obstrução da justiça, que decorre da campanha que seu filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), promove nos Estados Unidos para que a Casa Branca pressione as autoridades brasileiras em favor de seu pai.
Em represália ao julgamento contra o ex-presidente, seu aliado, o presidente americano, Donald Trump, impôs tarifas aduaneiras de 50% a produtos importados do Brasil, enquanto seu governo sancionou Alexandre de Moraes, ministro relator do caso.
Devido à suposta obstrução judicial, desde meados de julho o ex-capitão do Exército é obrigado a usar uma tornozeleira eletrônica e está proibido de se expressar nas redes sociais.
Em 4 de agosto, Moraes ordenou a prisão domiciliar de Bolsonaro por descumprir essa última proibição. Desde então, com exceção de seus advogados e familiares próximos, toda visita à sua residência está proibida, exceto com autorização prévia.
Moraes ainda não respondeu a um pedido apresentado na semana passada para revogar a prisão domiciliar do ex-presidente, que seus advogados denunciam como uma censura.
Consultada sobre o novo requerimento para ir ao hospital, uma fonte do STF disse à AFP que "não há data" prevista para uma decisão.
Impossibilitado de disputar eleições até 2030 por ter sido declarado inelegível em 2023 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após difundir desinformação sobre o sistema eletrônico de votação, Bolsonaro pode pegar cerca de 40 anos de prisão no julgamento em curso sobre a trama golpista.
M.Ouellet--BTB