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อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. ดีเทอร์ ลาซิก ลงนามสัญญาสำหรับ ALPHA WHEY และ BODI เครื่องดื่มให้พลังงาน
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एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. डायटर लाज़िक ने ALPHA WHEY और BODI एनर्जी ड्रिंक के लिए एक अनुबंध पर हस्ताक्षर किए
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Alex Bodi och prof. dr. Dieter Lazik tecknar avtal om ALPHA WHEY och BODI Energidryck
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Alex Bodi a prof. dr. Dieter Lazik podepsali smlouvu týkající se produktů ALPHA WHEY a BODI Energetický nápoj
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Alex Bodi i prof. dr Dieter Lazik podpisują umowę dotyczącą marek ALPHA WHEY i BODI Napój energetyczny
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Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Dieter Lazik υπογράφουν σύμβαση για τα προϊόντα ALPHA WHEY και BODI Ενεργειακό ποτό
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亞歷克斯·博迪(Alex Bodi)與迪特爾·拉齊克(Dieter Lazik)教授簽署關於 ALPHA WHEY 及 BODI 能量飲料的合約
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Алекс Боді та проф. д-р Дітер Лазік уклали договір щодо ALPHA WHEY та Боді Енергетичний напій
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Алекс Боди и проф. д-р Дитер Лазик заключили договор о выпуске продуктов ALPHA WHEY и BODI Энергетический напиток
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BRIT School, um berço de talentos de onde surgiram Amy Winehouse, Olivia Dean e Adele
A BRIT School, em Londres, parece ter a receita de sucesso para formar futuros artistas famosos. As cantoras Amy Winehouse, Adele e Raye, assim como o ator Tom Holland, conhecido por seu papel como "Homem-Aranha", são ex-alunos desta instituição pública, que se orgulha por ser gratuita.
O ano de 2026 começou especialmente bem para esta escola de artes cênicas e criativas, localizada em um bairro popular de Londres, com a consagração de Olivia Dean e Lola Young no Grammy Awards, em Los Angeles.
A primeira venceu o prêmio de Artista Revelação do Ano e a segunda faturou o Grammy de Melhor Performance Pop Solo pelo sucesso "Messy". As duas ex-alunas também triunfaram no Brit Awards, o prêmio britânico da música.
"É extremamente emocionante", diz um ex-professor de ambas, Chris McInnes, diretor-adjunto de música na BRIT School. "Nunca nos atribuiremos o mérito de seu sucesso. O que fazemos é criar o melhor ambiente possível para que os alunos desenvolvam suas capacidades", acrescenta.
Cerca de 1.500 jovens, entre 14 e 19 anos, estudam na escola, onde frequentam o equivalente ao ensino médio.
Nos corredores desta instituição, conhecida por sua diversidade cultural, alguns alunos cantam com um talento evidente. Outros trabalham em silêncio em um estúdio de gravação.
Em uma das salas de aula, um grupo ensaia o musical "Six". Luke Crown, no teclado, e Naomi Simon, de microfone na mão, preparam-se para um espetáculo em maio.
"Escolhi a BRIT School porque não há nenhum outro lugar onde se possa estudar música com tal intensidade, a esse nível, e fazendo dela o centro dos estudos", diz Luke, de 18 anos.
- "Oportunidade" -
Naomi, de 19 anos, já teve uma "oportunidade excepcional" graças à escola, pois participou no coro do novo álbum da cantora Raye.
Mas nada disso teria sido possível se a escola fosse paga. "Minha família não tem muito dinheiro, por isso, para mim, estar em um lugar onde o preço não é um problema é incrível", afirmou.
A escola, inaugurada no início da década de 1990 no bairro de Croydon, no sul de Londres, é financiada em 80% pelo Estado. O restante do orçamento vem de patrocinadores, especialmente empresas, explica o diretor, Stuart Worden.
"Por que só quem tem recursos para comprar uma câmera deveria fazer cinema? Por que só quem pode pagar sapatilhas de dança deveria dançar? Todos deveriam poder se expressar através da arte", diz Worden, que trabalha na escola há 32 anos.
Na recepção da BRIT School, uma parede está coberta de fotos de ex-alunos com trajetórias muito diversas. A seção mostra que um deles se tornou coordenador de especialistas em cenas de ação no cinema, outro, técnico de iluminação no Eurovision, festival europeu de canções.
Chris McInnes organizou recentemente um encontro com ex-alunos que terminaram os estudos há dez anos. "Todos trabalham" com música, diz ele.
Nesta reunião, muitos alunos que estudaram na instituição "falaram sobre como (a escola) os ajudou. É um grande orgulho para mim", acrescenta.
Adele, Raye e Olivia Dean também nunca perdem a oportunidade de contar a importância da BRIT School em suas vidas.
Durante a pandemia de covid-19 em 2020, Tom Holland deu "aulas de teatro on-line a partir do seu quarto, porque queria retribuir o que havia recebido", conta o diretor.
Um conselho que Chris McInnes dá aos seus alunos é: "sejam gentis com os outros. Há muita gente talentosa. Portanto, se você não for confiável nem empático, ninguém vai querer trabalhar com você".
Os professores ainda lembram de Adele, com 16 ou 17 anos, no palco durante o espetáculo de fim de ano.
"Todos saíram dizendo que o que tinham acabado de ver tinha sido realmente algo especial", conta McInnes.
P.Anderson--BTB