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Chileno julgado pela morte da ex-namorada na França denuncia 'acusação terrível'
O chileno Nicolás Zepeda, julgado na França pelo assassinato de sua ex-namorada japonesa Narumi Kurosaki em 2016, denunciou, nesta segunda-feira (18), uma "acusação terrível", no início de seu interrogatório repleto de "mentiras fenomenais", segundo os advogados demandantes.
O acusado, que nega os fatos, pode pegar a prisão perpétua. Na primeira instância, um tribunal o condenou, em 2022, a 28 anos de prisão pelo assassinado premeditado em Besançon (leste) de Kurosaki, cujo corpo nunca foi encontrado.
"Esperei muito por este momento, apesar da pressão, do estresse. É uma acusação terrível por algo que não fiz", disse Zepeda no banco dos réus do tribunal de Vesoul (leste).
Embora o rapaz de 33 anos tenha dito que estava "pronto para responder às perguntas" sem rodeios, pois "não [tinha] mais medo", reafirmou a maior parte de sua versão e mostrou-se impreciso quando as perguntas foram mais diretas.
A principal mudança de versão durante o interrogatório de mais de quatro horas foi quando explicou ao juiz François Arnaud, que preside a corte de apelação, que encontrou Narumi em 4 de dezembro em frente à residência universitária onde ela morava em Besançon.
Zepeda explicou que tinha escrito em uma folha de papel A4 "Nicomi" - contração de Nicolás e Narumi - em "japonês fonético". Em seguida, colocou a folha na parte traseira do carro que tinha alugado e estava estacionado em frente à residência universitária.
Foi então que, segundo ele, Narumi apareceu.
"Noto que alguém pega o papel. Saio do veículo (...) e a vejo na minha frente. Chora, olha para mim e me diz: 'Pensava que não fosse te ver de novo'", contou Nicolás Zepeda, que afirma ter rompido o namoro com ela dois meses antes.
O chileno admitiu pela primeira vez ter comprado, em 6 de dezembro, uma passagem de trem entre Besançon e Lyon em nome de Kurosaki com o cartão da japonesa em um shopping center de Dijon "a pedido dela". A acusação acredita que esta compra fazia parte de uma estratégia para que todos pensassem que a jovem estava viva.
- "Mentiras fenomenais" -
"Tudo mudou. A versão é diametralmente oposta à que ele deu na primeira instância", disse à imprensa Randall Swerdorffer, advogado do namorado de Narumi na época de seu desaparecimento, criticando as "mentiras fenomenais" contadas pelo réu.
O advogado de defesa, Renaud Portejoie, negou que as respostas às vezes "confusas" de seu cliente façam parte de uma estratégia diante de perguntas comprometedoras. "É sua forma de responder", ressaltou.
Desde o início do processo de apelação, há duas semanas, Nicolás já admitiu que atravessou o Atlântico para ver a jovem e não para ir a um congresso na Suíça, como afirmava, e que entrou na residência da moça de 21 anos dias antes de seu reencontro e do desaparecimento dela.
Para a acusação, o chileno a matou na madrugada de 5 de novembro em seu quarto, asfixiando-a ou estrangulando-a, antes de se livrar do corpo em uma região de bosque entre Dijon e Besançon, cortada pelo rio Doubs.
Zepeda afirma que não a matou, que eles fizeram sexo naquela noite e "talvez" na manhã seguinte, mas não lembra exatamente o que fez com o preservativo e a embalagem deste, e que deixou o quarto da moça na madrugada de 6 de dezembro.
A respeito de seu passeio de carro pela região de floresta a sudoeste de Besançon dias antes do desaparecimento da jovem, disse ao tribunal: "Eu me deparo com cidadezinhas com luzes de Natal. Este Natal de filme do hemisfério norte, que eu não tenho".
Uma das respostas que surpreenderam mais a sala de audiências, lotada de assistentes, foi quando justificou como um "reflexo da vida" cotidiana a compra de cinco litros de combustível, fósforos e um produto de limpeza.
O interrogatório, que começou com atraso, pois a defesa pediu, sem sucesso, um adiamento, denunciando um erro de procedimento, vai continuar na terça-feira, antes das alegações finais e do veredicto, que poderia ser alcançado na quinta-feira.
K.Thomson--BTB