-
Inter de Milão vence Bologna de virada (3-1) e lidera Italiano
-
Dembélé brilha e PSG vence Strasbourg de virada (3-1) no Francês
-
Bayern goleia Leipzig (6-1) com hat-trick de Luis Díaz e lidera a Bundesliga
-
Colonos israelenses atacam comitiva de diplomatas europeus na Cisjordânia
-
Barça derrota Betis (5-2) e mantém campanha 100% no Espanhol
-
Ex-promotor que denunciava vínculos de políticos com gangues é morto na Guatemala
-
Arábia Saudita intercepta drones sobre Riade e outras regiões
-
City vence Ipswich (3-2) com 2 gols de Haaland; Liverpool sofre para derrotar Brentford
-
'Estou triste': crianças tentam lidar com tragédia após ataque a tiros em escola do Oregon
-
Napoli perde na visita ao lanterna Venezia (1-0) e pressão sobre Allegri aumenta
-
Bukele esclarece que libertação antecipada será para colaboradores ocasionais de gangues
-
João Fonseca encerra sua temporada e vai focar em 2027
-
Leão XIV retorna ao Vaticano após cirurgia para tratar câncer de pulmão
-
Davidovich ou Jódar: Xangai terá, pela primeira vez, um espanhol campeão
-
Libertado o líder do movimento das 'baratas' da Índia
-
'Tomamos a Bastilha': Protestos contra o custo de vida abalam a França
-
Como apostas sobre as eleições brasileiras se tornaram falsas pesquisas?
-
'Estamos sufocando': Protestos contra o custo de vida abalam a França
-
Trump isenta Rússia de novas sanções e Moscou comemora
-
FMI e Banco Mundial encerram suas assembleias entre 'otimismo' e 'preocupação'
-
Leão XIV retorna ao Vaticano neste sábado após cirurgia no pulmão
-
Céline Dion se despede de Paris em seu último show antes de voltar em maio
-
Flávio Bolsonaro diz que não planeja dar um cargo ao pai se for eleito
-
Noosha Aubel: vezetői kudarc új kezdet helyett – alkalmas-e Potsdam polgármestere a tisztsége betöltésére?
-
نوشا آوبل: ناکامی در مدیریت بهجای آغازی نو؛ آیا شهردار پوتسدام از عهدهٔ مسئولیتهایش برمیآید؟
-
Нуша Аубел: управленски провал вместо ново начало — на висотата на поста си ли е кметицата на Потсдам?
-
Noosha Aubel: eșec la conducere în locul unui nou început – este primărița Potsdamului la înălțimea funcției sale?
-
Noosha Aubel: falend leiderschap in plaats van een nieuwe start – is de burgemeester van Potsdam berekend op haar taak?
-
Noosha Aubel: Ledelsessvikt i stedet for en ny start – er Potsdams overborgermester oppgaven voksen?
-
Noosha Aubel: Misslyckat ledarskap i stället för en nystart – är Potsdams överborgmästare vuxen uppgiften?
-
Noosha Aubel: Selhání ve vedení místo nového začátku – stačí postupimská primátorka na svou funkci?
-
Trump exime Rússia de novas sanções aprovadas pelo Congresso
-
Coreia do Norte testa sistema de torpedo com inteligência artificial
-
Primeira-dama da Colômbia nega irregularidades em doações por terremoto
-
Musk apresenta 'carro voador' da Tesla
-
Zelensky obtém apoio europeu em meio a nova disputa com Trump
-
Irã nega envolvimento em ataques houthis e desmente Arábia Saudita
-
Bolívia recebe primeira visita de Estado de um presidente chileno em 71 anos
-
Jovem suspeito de ataque a tiros nos EUA parecia solitário e retraído, dizem vizinhos
Inflação volta a ceder nos EUA e já é a menor desde 2021
A inflação caiu mais do que o esperado nos Estados Unidos em novembro, atingindo o nível mais baixo em quase três anos, enquanto os gastos dos consumidores se mantiveram firmes, indicadores que foram bem-recebidos pelo presidente Joe Biden.
Os preços ao consumidor subiram 2,6% no acumulado do ano em novembro, segundo o índice PCE, o preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), divulgado nesta sexta-feira (22) pelo Departamento de Comércio.
A inflação ficou abaixo de 3%. Contudo, uma revisão para baixo das cifras de outubro mostrou que ela já estava abaixo dessa marca, em 2,9%, em vez de 3,1%.
"O progresso é notável, mas não se enganem: embora meu plano econômico nos coloque de volta nos trilhos, nosso trabalho está longe de terminar. Os preços ainda estão muito altos para muitos americanos", ressaltou Biden, que busca se reeleger em 2024.
Após reunião no último dia 13, autoridades do Fed destacaram que a inflação havia desacelerado no último ano, mas continuava elevada. Eles estimaram uma taxa de 2,4% anual para o fim de 2024 e advertiram que era necessário esperar até 2026 para atingir a meta de 2,0%.
A economista da EY Lydia Boussour, acredita, no entanto, que "não há razão para supor que a última etapa será a mais difícil". Ela observou que "já se materializaram cinco elementos-chave que formam a combinação perfeita para a desinflação em 2024: crescimento menor da demanda de consumo, crescimento menor dos aluguéis, margens de lucro mais apertadas, crescimento moderado dos salários e política monetária restritiva".
O gasto dos consumidores aumentou 0,2% em novembro em relação a outubro, segundo o Departamento do Comércio, e a renda das famílias cresceu 0,4%.
"A renda sobe, os gastos sobem e a inflação cai. A taxa de poupança também cresceu levemente. Esse relatório é a melhor notícia econômica em muito tempo e chega a tempo das festas de fim de ano", comentou o economista Robert Frick, da Navy Federal Credit Union.
Os consumidores também se mostram otimistas quanto à inflação, o que fez seu nível de confiança aumentar em dezembro para o mais alto desde julho, segundo a estimativa final, divulgada hoje pela Universidade de Michigan.
Em resposta à inflação, o Fed aumentou os juros em cinco pontos percentuais desde março de 2022, o que eleva o custo do crédito para famílias e empresas e desencoraja o consumo e o investimento, acabando por aliviar, em última instância, a pressão sobre os preços.
O Fed optou por não mexer nas taxas desde julho, para não pesar demasiadamente na atividade econômica e evitar uma recessão.
Os efeitos dos aumentos dos juros demoram a ser sentidos na economia real. Funcionários do Fed pensam, agora, em voltar a reduzir as taxas e planejam vários cortes para 2024.
E.Schubert--BTB