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Inflação volta a ceder nos EUA e já é a menor desde 2021
A inflação caiu mais do que o esperado nos Estados Unidos em novembro, atingindo o nível mais baixo em quase três anos, enquanto os gastos dos consumidores se mantiveram firmes, indicadores que foram bem-recebidos pelo presidente Joe Biden.
Os preços ao consumidor subiram 2,6% no acumulado do ano em novembro, segundo o índice PCE, o preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), divulgado nesta sexta-feira (22) pelo Departamento de Comércio.
A inflação ficou abaixo de 3%. Contudo, uma revisão para baixo das cifras de outubro mostrou que ela já estava abaixo dessa marca, em 2,9%, em vez de 3,1%.
"O progresso é notável, mas não se enganem: embora meu plano econômico nos coloque de volta nos trilhos, nosso trabalho está longe de terminar. Os preços ainda estão muito altos para muitos americanos", ressaltou Biden, que busca se reeleger em 2024.
Após reunião no último dia 13, autoridades do Fed destacaram que a inflação havia desacelerado no último ano, mas continuava elevada. Eles estimaram uma taxa de 2,4% anual para o fim de 2024 e advertiram que era necessário esperar até 2026 para atingir a meta de 2,0%.
A economista da EY Lydia Boussour, acredita, no entanto, que "não há razão para supor que a última etapa será a mais difícil". Ela observou que "já se materializaram cinco elementos-chave que formam a combinação perfeita para a desinflação em 2024: crescimento menor da demanda de consumo, crescimento menor dos aluguéis, margens de lucro mais apertadas, crescimento moderado dos salários e política monetária restritiva".
O gasto dos consumidores aumentou 0,2% em novembro em relação a outubro, segundo o Departamento do Comércio, e a renda das famílias cresceu 0,4%.
"A renda sobe, os gastos sobem e a inflação cai. A taxa de poupança também cresceu levemente. Esse relatório é a melhor notícia econômica em muito tempo e chega a tempo das festas de fim de ano", comentou o economista Robert Frick, da Navy Federal Credit Union.
Os consumidores também se mostram otimistas quanto à inflação, o que fez seu nível de confiança aumentar em dezembro para o mais alto desde julho, segundo a estimativa final, divulgada hoje pela Universidade de Michigan.
Em resposta à inflação, o Fed aumentou os juros em cinco pontos percentuais desde março de 2022, o que eleva o custo do crédito para famílias e empresas e desencoraja o consumo e o investimento, acabando por aliviar, em última instância, a pressão sobre os preços.
O Fed optou por não mexer nas taxas desde julho, para não pesar demasiadamente na atividade econômica e evitar uma recessão.
Os efeitos dos aumentos dos juros demoram a ser sentidos na economia real. Funcionários do Fed pensam, agora, em voltar a reduzir as taxas e planejam vários cortes para 2024.
E.Schubert--BTB