-
EUA: chefe do Estado-Maior do Exército renuncia após exigência de Hegseth
-
Coreia do Norte organizará funeral para soldados mortos na guerra da Ucrânia
-
Cuba, sob forte pressão dos EUA, anuncia indulto de 2.010 presos
-
Irã ataca Israel e Trump ameaça bombardear pontes e usinas elétricas
-
Empresária acusada de falsificar documentos de Ronaldinho é presa no Paraguai
-
Comitê de urbanismo aprova salão de baile de Trump bloqueado pela Justiça
-
Secretário de Defesa dos EUA pede renúncia de chefe do Estado-Maior do Exército
-
Quatro astronautas seguem rumo à Lua pela primeira vez em 50 anos
-
Barcelona volta a golear Real Madrid (6-0) e vai à semifinal da Champions feminina
-
Nova missão de flotilha pró-palestinos partirá da Espanha neste mês
-
Atlético de Madrid e Barcelona se enfrentam no Campeonato Espanhol de olho na Champions
-
Faltando 7 rodadas, o Lens conseguirá superar o PSG na luta pelo título francês?
-
Rússia não fez nenhum avanço territorial na Ucrânia em março, algo inédito desde 2023
-
Mais de 40 países pedem a Irã 'reabertura imediata' de Ormuz
-
De Zerbi diz que continuará no Tottenham na próxima temporada 'aconteça o que acontecer'
-
'Pequeno Príncipe' comemora 80 anos com uma versão cheia de cor
-
Polícia divulga vídeo de câmera corporal da prisão de Tiger Woods
-
Real ou fabricado? A IA, mais um ator da guerra no Irã
-
Acusação pede prisão condicional à atriz Isabelle Adjani por fraude fiscal na França
-
Trump demite procuradora-geral Pam Bondi
-
Ingressos 'impagáveis': a frustração de uma família mexicana às vésperas da Copa do Mundo
-
Quatro astronautas seguem para a Lua pela primeira vez em 50 anos
-
Trump pede boicote a shows de Bruce Springsteen
-
Presidente da Uefa ameaça tirar Euro 2032 da Itália se estádios não forem modernizados
-
Presidente da Federação Italiana de Futebol renuncia após novo fiasco da seleção
-
Lojas de luxo em Dubai têm movimento impactado por guerra no Oriente Médio
-
Israel voltará a ocupar o sul do Líbano?
-
Papa Leão XIV celebra primeira Páscoa em meio à guerra no Oriente Médio
-
Irã promete ataques 'devastadores' contra EUA e Israel após ameaças de Trump
-
Trump debocha de Macron em almoço privado
-
Trump afirma que objetivos dos EUA contra o Irã estão 'quase cumpridos'
-
Republicanos anunciam acordo que deve encerrar caos em aeroportos dos EUA
-
Giráldez, técnico mais jovem de LaLiga, renova com Celta de Vigo
-
Homem é preso nos EUA por ameaçar Trump de morte
-
Bolívia e DEA retomam investigações conjuntas sobre narcotráfico após 18 anos
-
Irã descreve ataques dos EUA a infraestrutura elétrica como 'crime de guerra'
-
Bayern e Arsenal avançam às semifinais da Champions feminina
-
Astros do futebol apaixonados pelo xadrez impulsionam popularidade do jogo milenar
-
Últimos ingressos para Copa do Mundo de 2026 são colocados à venda
-
Mario Götze, herói alemão da Copa do Mundo de 2014, renova com Eintracht Frankfurt
-
Kast se reunirá com Milei na Argentina em 1ª viagem como presidente do Chile
-
Rapper Megan Thee Stallion passa mal durante show na Broadway
-
Astronautas embarcam em foguete para histórico lançamento lunar da Artemis II
-
Trump afirma que Irã pediu cessar-fogo; Teerã nega
-
EUA suspende as sanções contra a presidente interina da Venezuela
-
Trump explicará aos americanos como pensa tirar EUA da guerra com Irã
-
SpaceX prepara sua entrada na Bolsa
-
Suprema Corte mostra ceticismo quanto a pretensão de Trump de mudar cidadania por nascimento
-
Defesa do Canadá e do Ártico entra em nova fase, diz chefe do Estado-Maior
-
Prestianni diz ter sido punido 'sem provas' por incidente com Vinícius Jr
Alemanha terminou 2023 em recessão, atrás dos grandes países industrializados
A economia alemã encerrou 2023 em recessão, devido ao custo da energia, às altas taxas de juros e à diminuição da demanda externa, que enfraquecem sua potência industrial e suas exportações.
A queda de 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB) da principal economia europeia ocorre depois de um crescimento de 1,8% em 2022, conforme dados ajustados às variáveis de preços revelados nesta segunda-feira (15) pelo escritório nacional de estatística Destatis.
Em dados ajustados por variáveis de calendário e preços, o PIB anual cai 0,1%.
Para o último trimestre de 2023, o PIB está projetado com uma queda de 0,3% em comparação com o trimestre anterior, de acordo com uma estimativa preliminar da Destatis.
Estes resultados são, no entanto, melhores do que as previsões do governo e do Fundo Monetário Internacional (FMI), que previam uma contração da economia alemã de 0,4% e 0,5%, respectivamente, para 2023.
O desempenho do país está abaixo da média da União Europeia, que atingirá um crescimento de 0,6% em 2023, de acordo com as últimas projeções da Comissão Europeia, com recuperações acentuadas de França, Espanha e Itália.
A terceira maior economia do mundo também está atrás, na comparação com outros grandes países industrializados, como Estados Unidos e Reino Unido.
"A evolução econômica mundial abrandou na Alemanha em 2023, em um contexto que continua marcado por crises, especialmente a crise energética e as tensões geopolíticas", comentou a presidente do instituto Destatis, Ruth Brand.
Embora antecipado, esse recuo representa um revés para o governo de Olaf Scholz, que viu sua popularidade despencar e é alvo de múltiplas reivindicações sociais.
- Ano "turbulento" -
A economia alemã se vê sobrecarregada pela crise em seu potente setor industrial, que representa cerca de 20% da riqueza gerada no país. A produção se mantém inferior em mais de 9%, na comparação com seu nível anterior à pandemia da covid-19. O setor foi afetado pela baixa demanda interna, devido à inflação e ao aumento das taxas de juros por parte do Banco Central Europeu (BCE).
Em todo o ano de 2023, a inflação se situou em 5,9% na Alemanha, depois de ter atingido 6,9% no ano anterior, o percentual mais elevado desde a crise do petróleo de 1973.
A indústria também foi impactada por importações menos robustas, em meio a tensões geopolíticas e a uma menor demanda por produtos alemães por parte de China e Estados Unidos. Além disso, os preços da energia continuam relativamente elevados para a indústria, e certos setores, que consomem mais, não conseguiram atingir o ritmo de produção anterior à guerra na Ucrânia.
"O ano de 2023 foi turbulento, com uma economia em modo de crise permanente", resumiu Carsten Brzeski, analista do banco ING.
Segundo as previsões, a economia alemã deve se recuperar este ano. O governo espera um crescimento de 1,3% em 2024, e o FMI, uma progressão de 0,9%.
"Graças ao aumento dos salários reais, o consumo privado poderá ser retomado. Com a esperada recuperação das exportações, o PIB crescerá", antecipa o presidente do banco público KfW, Fritzi Köjler-Geib.
Outros analistas estão menos otimistas, como Jens Oliver Niklasch, do banco LBBW, que considera que, até 2024, "não haverá melhora", uma vez que" a Alemanha caiu na estagnação".
N.Fournier--BTB