-
Trump pede boicote a shows de Bruce Springsteen
-
Presidente da Uefa ameaça tirar Euro 2032 da Itália se estádios não forem modernizados
-
Presidente da Federação Italiana de Futebol renuncia após novo fiasco da seleção
-
Lojas de luxo em Dubai têm movimento impactado por guerra no Oriente Médio
-
Israel voltará a ocupar o sul do Líbano?
-
Papa Leão XIV celebra primeira Páscoa em meio à guerra no Oriente Médio
-
Irã promete ataques 'devastadores' contra EUA e Israel após ameaças de Trump
-
Trump debocha de Macron em almoço privado
-
Trump afirma que objetivos dos EUA contra o Irã estão 'quase cumpridos'
-
Republicanos anunciam acordo que deve encerrar caos em aeroportos dos EUA
-
Giráldez, técnico mais jovem de LaLiga, renova com Celta de Vigo
-
Homem é preso nos EUA por ameaçar Trump de morte
-
Bolívia e DEA retomam investigações conjuntas sobre narcotráfico após 18 anos
-
Irã descreve ataques dos EUA a infraestrutura elétrica como 'crime de guerra'
-
Bayern e Arsenal avançam às semifinais da Champions feminina
-
Astros do futebol apaixonados pelo xadrez impulsionam popularidade do jogo milenar
-
Últimos ingressos para Copa do Mundo de 2026 são colocados à venda
-
Mario Götze, herói alemão da Copa do Mundo de 2014, renova com Eintracht Frankfurt
-
Kast se reunirá com Milei na Argentina em 1ª viagem como presidente do Chile
-
Rapper Megan Thee Stallion passa mal durante show na Broadway
-
Astronautas embarcam em foguete para histórico lançamento lunar da Artemis II
-
Trump afirma que Irã pediu cessar-fogo; Teerã nega
-
EUA suspende as sanções contra a presidente interina da Venezuela
-
Trump explicará aos americanos como pensa tirar EUA da guerra com Irã
-
SpaceX prepara sua entrada na Bolsa
-
Suprema Corte mostra ceticismo quanto a pretensão de Trump de mudar cidadania por nascimento
-
Defesa do Canadá e do Ártico entra em nova fase, diz chefe do Estado-Maior
-
Prestianni diz ter sido punido 'sem provas' por incidente com Vinícius Jr
-
FBI visita Cuba para investigar incidente envolvendo lancha armada dos EUA
-
França toma liderança da Espanha no ranking da Fifa; Brasil é sexto
-
Apesar da guerra na região, Iraque comemora euforicamente classificação para Copa do Mundo
-
Trump assegura que Irã pediu cessar-fogo, mas Teerã desmente
-
Pelo menos cinco mortos na Ucrânia em ataques russos com drones
-
Ministro do Esporte da Itália pede renúncia do presidente da federação
-
Donnarumma quer 'devolver a Itália ao lugar que merece'
-
Capacete de Senna de 'um milhão de dólares' é comprado no GP do Japão
-
Cisjordânia registra greves contra lei israelense de pena de morte para palestinos
-
Espanha investiga cânticos islamofóbicos durante amistoso contra o Egito
-
Adolescentes armados com metralhadoras espalham medo nas ruas de Teerã
-
Missão Artemis II que levará astronautas à Lua está pronta para lançamento
-
Suprema Corte dos EUA examina direito à cidadania por nascimento
-
Espanha investiga gritos islamofóbicos durante amistoso contra Egito
-
Chocolate e sal, uma combinação surpreendente
-
Mulheres russas rejeitam planos de terapia para incentivá-las a ter filhos
-
Greenpeace acusa empresas de petróleo de obterem 'lucros de guerra' no Oriente Médio
-
Paquistão anuncia negociações com o Afeganistão na China
-
Lei que permite guarda compartilhada em caso de divórcio entra em vigor no Japão
-
Táxis-robôs param na China por aparente 'falha técnica', diz polícia
-
Israel ataca a capital do Irã; Trump prepara discurso sobre a guerra
-
Chefe de inteligência da Colômbia deixa o cargo após escândalo por vazamento de informação para guerrilha
Biden destaca direitos reprodutivos em seu discurso anual
O presidente americano, Joe Biden, defendeu firmemente os direitos reprodutivos em seu discurso anual no Congresso na quinta-feira (7), alertando aos legisladores republicanos antiaborto sobre o "poder das mulheres" e reforçando que esta questão será crucial nas eleições de novembro.
A Casa Branca tem enfatizado a deterioração das liberdades reprodutivas há quase dois anos, desde que a Suprema Corte americana, dominada por conservadores, revogou a histórica decisão Roe vs. Wade, de 1973, que reconhecia o direito federal ao aborto.
Os direitos reprodutivos foram destacados durante o discurso de Biden sobre o Estado da União, uma vez que o tema mobilizou as bases do partido. Diversas mulheres que tiveram suas vidas afetadas pela política restritiva de cuidados reprodutivos participaram do evento como convidadas.
"Como a maioria dos americanos, acredito que Roe vs. Wade fez o correto", disse Biden.
"Claramente aqueles que se vangloriam de revogar" essa garantia constitucional "não têm ideia do poder das mulheres nos Estados Unidos", mas "descobriram quando a liberdade reprodutiva esteve nas cédulas eleitorais e venceu em 2022 e 2023, e voltarão a descobrir em 2024", afirmou o presidente.
Biden prometeu que se os americanos elegerem congressistas que apoiem o direito de escolha, restaurará a garantia ao aborto "como a lei federal novamente".
Apesar de um católico devoto, Biden tem demonstrado apoio à descriminalização do aborto.
- "Caos" -
Sentadas ao lado da primeira-dama, Jill Biden, duas figuras de destaque na luta pelos direitos reprodutivos foram destacadas pelo presidente americano.
Entre elas, Kate Cox, uma mãe do Texas que no ano passado apresentou um processo por seu direito ao aborto, mas foi forçada a viajar para outro estado para interromper de forma emergencial sua gravidez de risco.
O estado do Texas proíbe todos os abortos, com raras exceções, e os médicos, receosos pelas consequências legais, disseram a Cox que estavam de mãos atadas.
Biden também se referiu ao ex-presidente e seu possível adversário nas eleições, Donald Trump, como a "razão" pela qual a garantia ao aborto "foi revogada", denunciando "o caos" provocado por ele.
"Muitos de vocês nesta câmara, e meu antecessor, estão prometendo que aprovarão uma proibição nacional à liberdade reprodutiva. Meu Deus, que (outra) liberdade eles vão tirar?", questionou.
Outra convidada foi Latorya Beasley, do Alabama, cujo processo de fertilização in vitro (FIV, na sigla em inglês) foi interrompido quando a Suprema Corte daquele estado decidiu, em fevereiro, que os embriões congelados deveriam ser considerados crianças.
Elizabeth Carr, a primeira pessoa a nascer por fertilização in vitro nos Estados Unidos, em 1981, também fez um discurso perante o Congresso.
A fertilização in vitro tem sido uma questão contraditória para a oposição republicana, que se define como "pró-vida", mas se opõe em grande medida à decisão do Alabama.
Após receber uma resposta dura sobre os impactos da decisão, incluindo de Trump, o governador do Alabama aprovou, quarta-feira, um projeto de lei que protege pacientes e clínicas de fertilidade de processos judiciais.
K.Thomson--BTB