-
Governo e oposição ratificam vontade de realizar eleições na Venezuela
-
Campanha de Lula pede cassação da candidatura de Flávio Bolsonaro por “interferência” da Meta
-
Flamengo defende, contra o Estudiantes, a hegemonia brasileira na Libertadores
-
Checagem colaborativa do X falhou em detectar mentiras eleitorais nos EUA, diz estudo
-
Atlético-MG perde para City Torque (2-0) mas vai enfrentar Boca na final da Sul-Americana
-
EUA ordena que funcionários de sua embaixada na Arábia Saudita deixem o país
-
Chefe da NFL diz estar tranquilo quanto a jogo em Paris, apesar dos distúrbios
-
Falhas descobertas por IA levam governos e empresas a tirar sites do ar
-
Senado aprova poderes para Keiko ditar leis contra o crime no Peru
-
EUA ordena que funcionários evacuem embaixada na Arábia Saudita
-
Walmart dá boas-vindas aos agentes de IA para compras
-
Meta terá que pagar US$ 25 bilhões por caso relacionado à Cambridge Analytica
-
Rússia se mostra aberta a negociar com Ucrânia, mas reduz otimismo de Trump
-
Aston Villa vence Viking (3-1) e mantém campanha 100% na Liga dos Campeões
-
Musk adota tom desafiador perante ameaças de investigação
-
Bukele dá ultimato a gangues haitianas para libertarem militares salvadorenhos
-
Club Brugge vence Lens (3-0) e emenda 2º triunfo na Champions
-
Arsenal arranca empate contra o Bayern (2-2) pela 3ª rodada da Champions
-
Com gol de Carlos Augusto, Inter de Milão sofre para vencer Shakhtar (1-0) na Champions
-
Betis vence Feyenoord (1-0) e se mantém 100% na Champions
-
Real Madrid goleia RB Leipzig (4-1) na Champions
-
Papa não vai precisar de tratamento adicional após cirurgia
-
Defesa afirma que médico acusado pela morte de Maradona foi um 'bode expiatório'
-
Especialistas da ONU pedem que Meta proteja liberdade de expressão durante eleições no Brasil
-
Petróleo e eleições, os motivos da aproximação de Trump com Putin
-
Como goleia Manchester United (4-1) na Champions com show de Nico Paz
-
Editora canadense rompe com escritor acusado de usar IA para escrever romance
-
Israel detém candidato ao Congresso dos EUA durante colheita de azeitonas na Cisjordânia
-
Onda de violência na França preocupa setor turístico
-
Dani Olmo ficará um mês afastado por lesão e vira desfalque no Barça contra Real Madrid
-
Candidato árabe nas eleições de Israel classifica uma eventual vitória de Netanyahu como 'catástrofe'
-
Por que a produção de cobre cai no Chile em meio à alta da demanda mundial?
-
Sites fora do ar em todo o mundo após falhas de segurança detectadas por IA
-
Arábia Saudita se compromete a fornecer diesel enquanto 'for necessário', diz Macron
-
Escritórios da extrema direita no Parlamento Europeu são alvos de busca
-
Orçamento da Colômbia para 2027 é invalidado e será aprovado por decreto
-
Diretor da Nvidia insta empresas europeias a apostar na IA
-
Kremlin se dispõe a retomar negociações trilaterais em novembro
-
Jogador de rúgbi que morreu antes de jogo na França foi vítima de um aneurisma
-
Justiça cubana pede até 13 anos de prisão para manifestantes
-
ONU alerta para fenômeno El Niño 'sem precedentes'
-
Nick Paley transforma medos de infância em suspense na série 'Fingida'
-
Kvaratskhelia sofre ruptura do ligamento cruzado e pode perder resto da temporada
-
França decreta toque de recolher em bairros de Paris pela terceira noite seguida
-
Escassez de água obriga cubanos a perfurar poços
-
Estudantes, professores e funcionários públicos protestam na Grécia
-
Milei irrompe na campanha eleitoral espanhola e chama Sánchez de 'ditador'
-
Mundo caminha para aquecimento de 2,6 °C neste século, alerta ONU
-
Emissário de Trump apresenta 'ideias' a Putin para acabar com conflito na Ucrânia
-
Macron denuncia comentários 'estúpidos' de líderes estrangeiros sobre distúrbios na França
EUA consolidou mercado de trabalho em fevereiro, apesar de aumento do desemprego
A criação de empregos superou as expectativas em fevereiro nos Estados Unidos, embora a taxa de desemprego tenha aumentado ligeiramente, o que demonstra que a situação está se reequilibrando no mercado de trabalho, cuja saúde foi elogiada pelo presidente Joe Biden no Congresso.
A taxa de desemprego aumentou para 3,9% em fevereiro, frente aos 3,7% no mês anterior, de acordo com dados divulgados pelo Departamento de Trabalho nesta sexta-feira (8). Esta é a marca mais alta desde janeiro de 2022.
A maior economia do mundo criou 275 mil postos de trabalho em fevereiro, um aumento inesperado depois que o número de janeiro foi revisado para baixo, para 229 mil face aos 353 mil inicialmente anunciados.
Os dados de dezembro também foram superestimados.
Analistas esperavam a criação de 198 mil vagas em fevereiro, bem como uma taxa de desemprego estabilizada em 3,7%, segundo o Market Watch.
As revisões mostram "um crescimento do emprego menos forte do que o esperado anteriormente. No entanto, a economia continua criando postos de trabalho a um ritmo acelerado", comentou Rubeela Farooqi, economista-chefe da High Frequency Economics.
Quanto aos salários, "moderaram após um ganho desproporcional no início do ano", ressaltou, o que deve ser visto como um sinal positivo pelo Federal Reserve (Fed, banco central americano), que busca desacelerar a inflação de forma sustentável.
Após elevar as taxas de juros para frear o consumo e aliviar a pressão sobre os preços, o Fed planeja reduzi-las nos próximos meses, o que tornará o crédito mais acessível para as famílias e as empresas.
A inflação "diminuiu consideravelmente", e "sem um aumento significativo do desemprego", comemorou na quarta-feira o presidente do banco central americano, Jerome Powell.
- Poucas demissões -
Biden já havia elogiado a boa saúde do mercado de trabalho na noite de quinta-feira, em seu discurso anual no Congresso americano.
"Foram criados 15 milhões de empregos em três anos, um recorde. E a taxa de desemprego é a mais baixa dos últimos 50 anos", afirmou.
Em fevereiro, a criação de postos de trabalho no setor privado aumentou em comparação ao mês anterior, mas menos do que o esperado, segundo uma pesquisa mensal da ADP/Stanford Lab.
Diante das dificuldades para contratar e reter funcionários, as empresas têm se mostrado cautelosas nas demissões de pessoal.
"As demissões continuam baixas", observou Krishna Guha, economista da consultoria de investimentos Evercore.
No final de janeiro, havia 8,9 milhões de vagas de emprego não preenchidas, um ligeiro declínio em relação a dezembro, segundo dados divulgados quarta-feira pelo Departamento do Trabalho.
M.Furrer--BTB