-
Indígenas da Colômbia rejeitam plano do governo para regulamentá-los: 'É uma agressão'
-
Melania Trump diz que conseguiu cessar-fogo em cidade ucraniana
-
Príncipe William, futuro rei da Inglaterra, sonhava em ser policial ou DJ
-
Trump critica LeBron James por comportamento durante execução do hino dos EUA
-
França convoca 70 mil agentes para evitar novos distúrbios
-
Netanyahu ordena 'fechamento total' da Cisjordânia após ataque
-
Homem mata uma pessoa e deixa 4 feridos ao abrir fogo em área próxima a Paris
-
Meghan Markle 'consternada' com investigação sobre seu pai por posse de imagens de pornografia infantil
-
Netanyahu ordena 'fechamento total' da Cisjordânia após ataque armado
-
Coreia do Sul propõe diálogos militares sobre a fronteira à Coreia do Norte
-
China ordena esforço máximo de resgate após terremoto que deixou 16 mortos no Tibete
-
Lula e Bolsonaro se enfrentam no último debate antes do segundo turno
-
Flamengo perde nos pênaltis e Estudiantes vai enfrentar Palmeiras na final da Libertadores
-
Lula diz que derrotará o “império digital” da Meta no segundo turno
-
Verstappen classifica como 'inaceitável' o estado do circuito de Austin
-
Manifestação por retorno de opositora reúne milhares de pessoas na Venezuela
-
Lula e Flávio aparecem empatados em pesquisa a três dias do segundo turno
-
Tribunal emitirá veredito no dia 22 de dezembro no julgamento pela morte de Maradona
-
Hamilton comemora retorno da F1 à África e diz que seu "sonho" é competir lá
-
Antonelli precisa de um "fim de semana perfeito" para conquistar o título da F1
-
Juventus tem sequência de vitórias interrompida na Liga Europa; Benfica é o novo líder
-
Terremoto deixa 16 mortos na região chinesa do Tibete
-
Canadá e Turquia iniciam negociações sobre acordo de livre comércio
-
Quadro de Monet se torna obra de arte mais cara já vendida na França
-
Verstappen ameaça adiar coroação histórica de Antonelli na F1
-
Autoridades francesas buscam proibir ou restringir novos protestos
-
Maratonista etíope Ruti Aga é suspensa por seis anos por doping
-
EUA vai sediar primeiro Mundial de Clubes Feminino da história em 2028
-
Juíza ordena que Trump preste depoimento em processo contra a BBC em 11 de dezembro
-
Quase 90% dos pequenos transportadores de drogas são réus primários, aponta estudo da OEA
-
Falhas críticas de segurança detectadas por IA afetam sites de todo o mundo
-
Endrick projeta clássico contra o Barcelona
-
Presidente da LaLiga pode ser sancionado por comparar Real Madrid à propaganda nazista
Corte prematuro dos juros pode ser 'disruptivo', diz presidente do Fed
O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Jerome Powell, avaliou, nesta quarta-feira (3), que um corte prematuro das taxas de juros fixadas pelo banco poderia ser "bastante disruptivo" para a maior economia do planeta.
Os juros estão "fazendo seu trabalho" contra a inflação, acrescentou Powell, em alusão à taxa básica de juros nos Estados Unidos, que se mantém em níveis máximos em mais de duas décadas, entre 5,25% e 5,50%.
No mês passado, ao final de sua última reunião, os membros do Comitê Monetário do Fed (FOMC) destacaram que podem ocorrer três cortes dos juros este ano, apesar de um pequeno movimento de alta da inflação.
Powell disse em uma conferência na Califórnia que poderia haver consequências negativas para a economia caso os juros sejam reduzidos muito rapidamente, e também se o movimento for lento demais.
"O risco, no entanto, de nos mexermos cedo demais, realmente é a inflação se mover para cima", afirmou. "Seria bastante disruptivo se tivéssemos que recuar" em seguida, e voltar a aumentar os juros, refletiu.
Mas, se a economia continuar evoluindo como se espera, a maioria dos membros do FOMC consideraria "apropriado começar a baixar a taxa de política (monetária) em algum momento este ano", concluiu.
O Fed tem uma meta de inflação anual de longo prazo de 2%.
- Apenas um corte em 2024? -
Powell discursou pouco depois de o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, que integra o Comitê Monetário, indicar, em declarações à CNBC, que acredita que pode haver um único corte de juros este ano, no último trimestre de 2024.
"Voltei a pensar como antes porque temos visto a inflação em uma trajetória muito mais acidentada", afirmou. "Prevemos que a inflação se modere muito mais lentamente do que muitos antecipavam, e deveremos ser mais pacientes", resumiu.
Nestas condições, a primeira e, talvez, única redução dos juros pode ocorrer "no fim do ano, no último trimestre", disse o funcionário.
Alguns dados "secundários" dos números da inflação levaram Bostic a se preocupar "com o risco de que as coisas evoluam mais lentamente" do que o esperado. Para ele, o Fed não alcançará sua meta de inflação de 2% antes de 2026.
A inflação recorde, que atingiu 9,5% em junho de 2022 nos Estados Unidos, levou o Fed a aumentar fortemente os juros, que passaram de 0% para 5,50% entre março de 2022 e agosto de 2023. Desde então, permanecem inalterados.
Juros altos encarecem o crédito, o que desestimula o consumo e os investimentos, reduzindo, assim, a pressão sobre os preços. Segundo o índice PCE, a medida preferida pelo Federal Reserve, a inflação em 12 meses em fevereiro foi de 2,5%, levemente acima da medição de janeiro, de 2,4%.
W.Lapointe--BTB