-
Uruguai e Inglaterra empatam (1-1) em amistoso preparatório para Copa do Mundo
-
Tiger Woods é preso por dirigir sob efeito de substâcias após acidente na Flórida
-
Sem estrelas em campo, Holanda vence Noruega (2-1) de virada em amistoso
-
'Estamos prontos': astronautas chegam ao local de lançamento para missão à Lua
-
ONU estima que haja 10 mil mercenários colombianos em conflitos no mundo
-
Parentes de presos políticos na Venezuela pedem mediação do Vaticano
-
Jiri Lehecka vence Arthur Fils e vai pela 1ª vez à final do Masters 1000 de Miami
-
Anne Hidalgo celebra uma Paris que 'avançou', ao se despedir da Prefeitura
-
Barcelona projeta que Raphinha ficará afastado por 5 semanas
-
EUA e Israel atacam usinas nucleares no Irã
-
Ativista pró-Palestina diz que FBI frustrou plano para matá-la nos EUA
-
Raphinha e Wesley estão fora de amistoso contra Croácia por lesão
-
Grupo pró-Irã hackeia e-mail do diretor do FBI, segundo imprensa dos EUA
-
Veleiros que saíram do México com ajuda para Cuba 'passaram com segurança', diz EUA
-
Novo estádio do Inter Miami terá arquibancada com nome de Messi
-
Transações suspeitas com petróleo antes de anúncio de Trump provocam indignação
-
Argentina se livra de dívida de US$ 16 bi após vitória judicial em Nova York
-
Pierre Gasly quer ser o 'estraga-prazeres' dos grandes da F1
-
Djokovic não vai disputar Masters 1000 de Monte Carlo; Monfils e Kouamé são convidados
-
Tenista belga David Goffin vai se aposentar ao final da temporada
-
Bolsonaro deixa hospital e vai para casa cumprir prisão domiciliar
-
Santiago Bernabéu terá quadra de tênis durante o Madrid Open
-
'Arrancou uma parte de mim': iranianos contam sua vida em meio à guerra
-
Irã desafia Trump e insta civis a se afastarem dos americanos
-
Bolsonaro deixa hospital e cumpre prisão domiciliar em casa
-
México procura dois barcos desaparecidos que transportavam ajuda a Cuba
-
JD Vance e Rubio emergem como possíveis herdeiros republicanos na era pós-Trump
-
Itália investiga LVMH por promover cosméticos para crianças e adolescentes
-
Senado dos EUA age para acabar com o caos nos aeroportos
-
Caixa-preta para o Estado, refúgio para investidores: uso das criptomoedas no Irã
-
Ucrânia e Arábia Saudita assinam acordo de defesa aérea
-
Rapper Balendra Shah toma posse como primeiro-ministro do Nepal
-
Trump adia ultimato ao Irã e crise no Estreito de Ormuz será debatida no G7
-
Croácia, próximo adversário do Brasil, vence Colômbia (2-1) de virada em amistoso
-
Venezuela decreta uma semana de feriado devido a crise de energia
-
Exército de Israel anuncia ataques ‘em grande escala’ contra Teerã
-
Sabalenka vence Rybakina em Miami e está a um passo do 'Sunshine Double'
-
Coreia do Norte e Belarus assinam tratado de cooperação durante visita de Lukashenko
-
África do Sul é convidada e depois excluída de reunião do G7 na França
-
Juiza suspende sanções do governo americano contra a Anthropic
-
Zverev vence Cerúndolo e avança às semifinais do Masters 1000 de Miami
-
Bolívia vence Suriname (2-1) e vai enfrentar Iraque por vaga na Copa de 2026
-
A Ucrânia destrói as exportações russas de petróleo do terror
-
'Uma decisão difícil e talvez injusta', admite Tuchel sobre não convocar Alexander-Arnold
-
Trump adia prazo para ataques contra Irã em meio a negociações
-
Falta de adversários de peso preocupa Argentina antes da Copa de 2026
-
Dinamarca e República Tcheca vão se enfrentar numa das finais da repescagem europeia para Copa
-
Brasil perde para França (2-1) em amistoso preparatório para Copa
-
Suécia bate Ucrânia (3-1) e vai enfrentar Polônia por vaga na Copa do Mundo
-
Itália vence Irlanda do Norte (2-0) e vai à final de sua repescagem para Copa de 2026
Mortalidade por malária retrocede ao nível anterior à pandemia de covid-19
A mortalidade causada pela malária retrocedeu aos níveis anteriores à pandemia de covid-19, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que pede avanços mais rápidos na luta contra esta doença que causou 597 mil mortes em 2023.
Em um relatório publicado nesta quarta-feira, a OMS estimou o número de casos de malária no mundo em 263 milhões no ano passado. Isto representa cerca de 11 milhões de casos a mais do que em 2022, mas com praticamente o mesmo número de mortes.
Em relação à taxa de mortalidade, "voltamos aos números pré-pandemia", anunciou Arnaud Le Menach, do Programa Mundial de Luta contra a Malária da OMS, em uma entrevista coletiva.
Em 2020, as perturbações causadas pela pandemia levaram ao aumento acentuado de 55.000 mortes adicionais por malária. Desde então, o número total de óbitos e a taxa de mortalidade diminuíram gradualmente.
A distribuição mais ampla de vacinas promete aliviar a doença na África, a região mais afetada, onde se concentram 94% a 95% das mortes.
A OMS recomenda o uso de duas vacinas, RTS,S e R21/Matrix-M, nas áreas afetadas. Entre 2019 e 2023, quase 2 milhões de crianças em Gana, Quênia e Malawi foram vacinadas com a RTS,S.
Segundo Mary Hamel, que lidera a equipe de vacinação contra a malária na OMS, 17 países da África Subsaariana introduziram a vacina em seus programas de imunização infantil, incluindo os três países pilotos.
"Observamos nestes três países uma redução de 13% na taxa de mortalidade durante os quatro anos de programa", explicou.
- Progressos importantes -
Embora seja "um pouco cedo" para medir o impacto em outros países, Hamel indicou que aqueles que começaram a implementar o programa este ano seguem uma trajetória semelhante à dos países pilotos, que considera "muito animadora".
A OMS indica que intensificar a vacinação na África pode salvar dezenas de milhares de vidas jovens todos os anos.
Em 2023, quatro países (Azerbaijão, Belize, Cabo Verde e Tadjiquistão) foram certificados como livres da malária e o Egito alcançou esse status em outubro de 2024.
O uso de telas mosquiteiras de nova geração aumentou significativamente, contrariando a resistência às versões anteriores.
Mas, apesar dos progressos, vários obstáculos persistem, como a falta de financiamento, de vacinas suficientes, o impacto das mudanças climáticas - que favorecem a propagação do mosquito transmissor - e as desigualdades sociais, que limitam o acesso a medidas preventivas e tratamentos.
O diretor do Fundo Global de Luta contra o HIV, a Tuberculose e a Malária, Peter Sands, classificou alguns dados do relatório como "encorajadores", reconhecendo que "o progresso esteve estagnado durante anos".
Sands defendeu uma estratégia dupla: investir em novas tecnologias e mitigar os efeitos das mudanças climáticas nos sistemas de saúde.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou que as novas ferramentas oferecem melhor proteção contra a malária, mas destacou a necessidade de mais investimentos e ações nos países africanos com alta incidência da doença.
F.Müller--BTB