-
Candidato árabe nas eleições de Israel classifica uma eventual vitória de Netanyahu como 'catástrofe'
-
Por que a produção de cobre cai no Chile em meio à alta da demanda mundial?
-
Sites fora do ar em todo o mundo após falhas de segurança detectadas por IA
-
Arábia Saudita se compromete a fornecer diesel enquanto 'for necessário', diz Macron
-
Escritórios da extrema direita no Parlamento Europeu são alvos de busca
-
Orçamento da Colômbia para 2027 é invalidado e será aprovado por decreto
-
Diretor da Nvidia insta empresas europeias a apostar na IA
-
Kremlin se dispõe a retomar negociações trilaterais em novembro
-
Jogador de rúgbi que morreu antes de jogo na França foi vítima de um aneurisma
-
Justiça cubana pede até 13 anos de prisão para manifestantes
-
ONU alerta para fenômeno El Niño 'sem precedentes'
-
Nick Paley transforma medos de infância em suspense na série 'Fingida'
-
Kvaratskhelia sofre ruptura do ligamento cruzado e pode perder resto da temporada
-
França decreta toque de recolher em bairros de Paris pela terceira noite seguida
-
Escassez de água obriga cubanos a perfurar poços
-
Estudantes, professores e funcionários públicos protestam na Grécia
-
Milei irrompe na campanha eleitoral espanhola e chama Sánchez de 'ditador'
-
Mundo caminha para aquecimento de 2,6 °C neste século, alerta ONU
-
Emissário de Trump apresenta 'ideias' a Putin para acabar com conflito na Ucrânia
-
Macron denuncia comentários 'estúpidos' de líderes estrangeiros sobre distúrbios na França
-
Getty Images declara quebra nos EUA para reestruturar sua dívida
-
Canal do Panamá bate recorde de carga após fechamento de Ormuz
-
Boca vence Vasco (3-1) no Maracanã e vai à final da Copa Sul-Americana
-
Advogados de psicólogo e psiquiatra pedem absolvição deles em julgamento pela morte de Maradona
-
Knicks erguem bandeira de campeões após meio século de espera
-
Quase 90% dos detidos em 'guerra' contra gangues em El Salvador não foram julgados
-
Com Arias sob os holofotes, Palmeiras e Fluminense buscam vaga na final da Libertadores
-
Napoli derrota Bodo/Glimt (4-3) em casa em sua primeira vitória na Champions
-
Milhares de pessoas se mobilizam em Portugal após remoção de acampamentos por moradia
-
Atlético de Madrid empata fora de casa com Stuttgart (1-1) na Champions
-
PSG vence Barcelona (4-2) pela 3ª rodada da Champions
-
Liverpool vence Villarreal (4-3) de virada na 3ª rodada da Champions
-
Manchester City goleia AEK Atenas (5-1) com hat-trick de Phil Foden
-
Atlético de Madrid fora de casa com Stuttgart (1-1) na Champions
-
Zelensky comemora retomada do compartilhamento de informações de inteligência com os EUA
-
Sergen Yalçin é anunciado como novo técnico da seleção da Turquia
-
Importador de alimentos dos EUA busca anular tarifas de Trump ao Canadá
-
Ten Hag diz que Cristiano Ronaldo decepcionou no Manchester United
-
Itália enviará 500 militares a Milão e endurecerá penas após distúrbios
-
Príncipe Harry espera 'virar a página' e deixar para trás conflitos com sua família
-
Zelensky se reúne com emissários dos EUA em Oslo para retomar esforços diplomáticos
-
BBC anuncia corte de mais de 100 empregos
Natalidade da China cai a nível mais baixo já registrado
A taxa de natalidade da China caiu em 2025 ao nível mais baixo já registrado, após quatro anos consecutivos de redução da população e apesar dos esforços do governo para reverter a tendência.
A China encerrou há uma década a rígida política do filho único, em vigor desde 1979-1980 para evitar o risco de superpopulação, em uma época em que a taxa de natalidade era de 17,82 nascimentos por mil habitantes.
Desde 2016, os casais passaram a poder ter um segundo filho. Cinco anos depois, Pequim flexibilizou ainda mais as regras, autorizando também o nascimento de um terceiro filho.
Ainda assim, a taxa de natalidade seguiu diminuindo de forma constante nos últimos anos, com exceção de um pequeno aumento em 2024, quando foram registrados 6,77 nascimentos por mil habitantes.
No ano passado, foram registrados 7,92 milhões de nascimentos, uma taxa de 5,63 partos por mil habitantes. Isso representa 1,62 milhão de nascimentos a menos do que no ano anterior, o equivalente a uma queda de 17%.
Esse é o nível mais baixo registrado desde o início da medição dessa estatística, em 1949, ano em que o líder comunista Mao Zedong fundou a República Popular da China, informou nesta segunda-feira (19) o Escritório Nacional de Estatísticas (ONE).
A população do gigante asiático, estimada em 1,404 bilhão de habitantes, também caiu pelo quarto ano consecutivo, o que representa uma redução de 3,39 milhões de pessoas em um ano.
Os casamentos também estão em níveis excepcionalmente baixos.
O governo divulgou essas estatísticas demográficas ao mesmo tempo que os resultados econômicos de 2025, que mostraram um crescimento de 5% da segunda maior economia do mundo, um dos mais baixos das últimas décadas, com exceção do período da pandemia.
As autoridades reconhecem que a queda da natalidade e o envelhecimento da população representam um desafio de longo prazo e, por isso, buscam incentivar tanto os casamentos quanto os nascimentos.
Segundo projeções demográficas das Nações Unidas, a população chinesa pode cair dos atuais 1,4 bilhão para cerca de 633 milhões até o ano de 2100.
- Alto custo da educação -
Segundo especialistas, as incertezas sobre o futuro, o alto custo da educação, a responsabilidade de cuidar de pais idosos, além da prioridade que muitos dão à carreira e a novos estilos de vida, desestimulam muitos casais jovens a ter filhos.
As autoridades tentaram impulsionar as taxas de casamento e fertilidade, com subsídios para creches e impostos sobre preservativos.
Desde 1º de janeiro, os pais podem receber cerca de 500 dólares (2.689 reais) por ano por cada filho com menos de três anos para ajudar nos cuidados. Além disso, as autoridades eliminaram as taxas das creches públicas desde o outono passado.
A queda histórica anterior da natalidade ocorreu em 2023, quando a China registrou uma taxa de 6,39 nascimentos por mil habitantes.
Segundo dados do Banco Mundial, em 2023 a China figurava entre os países com as taxas de natalidade mais baixas do planeta, acima apenas da Coreia do Sul e em níveis semelhantes aos da Itália, do Japão e da Ucrânia.
O país também registrou em 2025 um total de 11,31 milhões de mortes, o que corresponde a uma taxa de mortalidade de 8,04 por mil habitantes.
O.Bulka--BTB