-
EUA avalia ataques mais duros contra Irã
-
SpaceX realiza com sucesso voo de teste da Starship, o primeiro desde sua estreia na bolsa
-
Um minuto de silêncio entre escombros na Venezuela, um mês após terremotos
-
EUA registra recorde de casos de sarampo em 35 anos
-
Peru e Venezuela concordam em retomar relações rompidas em 2024
-
Governo confirma recrutamento de panamenhos para guerra na Ucrânia
-
Petro diz que presidente eleito da Colômbia "obedece" ao governo dos EUA
-
Paramount concorda em adiar fusão com Warner Bros.
-
Peru volta a ter Congresso bicameral após três décadas
-
UE poderá pagar 'preço muito alto' por multa ao Google, ameaça Trump
-
Sinner e Djokovic desistem do Masters 1000 de Montreal
-
Karim Khan é destituído de suas funções como procurador do TPI
-
Tribunal dos EUA considera ilegais barreiras contra pílula abortiva
-
Ferrari mostra suas garras para a Mercedes nos treinos livres do GP da Hungria de F1
-
Ex-ministro e aliado de Maduro se declara inocente de lavagem de dinheiro nos EUA
-
CAS analisará recurso do Senegal sobre Copa Africana de Nações em outubro
-
Sensação na internet, macaco Punch comemora seu primeiro aniversário
-
Rodri passará por cirurgia nas costas, confirma novo técnico do City
-
Mark van Bommel é o novo técnico da seleção da Bélgica
-
Chamas forçam milhares a fugir por terra e mar de seu paraíso de veraneio na França
-
LeBron James anuncia que jogará pelo Philadelphia 76ers
-
Técnico da Espanha diz que comportamento dos jogadores argentinos após a final da Copa foi 'intolerável'
-
Vários incêndios cercam Madri e obrigam a evacuar milhares de pessoas na França e na Espanha
-
Brasil proíbe produção e venda de foie gras
-
Jürgen Klopp é anunciado como novo técnico da seleção da Alemanha
-
'O fogo te devora', diz morador evacuado pelo incêndio sem precedentes perto de Madri
-
Росія після Путіна: «Парламент із шансом в один відсоток»
-
Россия после Путина: «Парламент с шансом в один процент»
-
A Rússia pós-Putin: O «Parlamento com uma hipótese de 1%»
-
IA se tornou poderosa demais para ser controlada?
-
Incêndios cercam Madri e obrigam a evacuações na França e Espanha
-
Ao menos 21 mortos em ataques de longo alcance na Rússia e na Ucrânia
-
Trump retorna ao jantar dos correspondentes três meses após ataque caótico
-
Hungria anuncia investigação sobre zebras pertencentes a associado de Orbán
-
Bairros no Peru com o nome de 'Keiko Fujimori' esperam que presidente eleita cumpra promessas
-
Israel prepara 'operação antiterrorista' na Cisjordânia após violência mortal
-
Buscas por desaparecidos continuam um mês após terremotos na Venezuela
-
Montanhista suíço morre e mulher de 99 anos é resgatada no Monte Fuji
-
Seis candidatos para dirigir a ONU se enfrentam em debate televisivo
-
UE acusa TikTok de expor menores a riscos online
-
Ucrânia ataca com drones depósito de gigante comercial russo perto de São Petersburgo
-
Incêndios colocam Espanha em 'situação dramática' e obrigam a deslocamentos na França
Imune às críticas, Copa do Mundo de Clubes veio para ficar
Acusada de sobrecarregar o calendário ao limite, a primeira Copa do Mundo de Clubes, expandida para 32 participantes, não conseguiu silenciar completamente os críticos, mas a Fifa está determinada a mantê-la em andamento.
A principal competição do presidente da Fifa, Gianni Infantino, foi vista com desconfiança desde o início por associações de jogadores e ligas nacionais, especialmente na Europa.
Mesmo quando a bola rolava nos Estados Unidos, o renomado ex-técnico do Liverpool, Jürgen Klopp, a chamou de "a pior ideia já implementada no futebol".
Com seus altos e baixos, essas quatro semanas de intensa competição no verão americano mostraram que essa afirmação poderia ter sido tão exagerada quanto a declaração triunfalista de Infantino no sábado, dizendo que "a era de ouro do futebol de clubes começou".
Para o dirigente, que atraiu equipes com uma premiação recorde de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,5 bilhões), a experiência foi um sucesso e o torneio "veio para ficar".
"Já é a competição de clubes mais bem-sucedida do mundo", disse Infantino, colocando o torneio acima da Liga dos Campeões da Uefa, com sua "receita de quase US$ 2,1 bilhões (R$ 11,7 bilhões)".
Embora a final tenha sido 100% europeia, com o Chelsea vencendo o Paris Saint-Germain por 3 a 0, o torneio contou com o entusiasmo de torcedores internacionais, especialmente sul-americanos, e contou com momentos vibrantes de times como o Al-Hilal, da Arábia Saudita, e, principalmente, dos representantes brasileiros.
O Fluminense, com maior destaque, eliminou a vice-campeã europeia, a Inter de Milão, em sua trajetória até as semifinais.
Graças ao sucesso em campo e ao entusiasmo do país, o Brasil rapidamente se tornou candidato a sediar a próxima edição, prevista para 2029.
Infantino foi menos enfático ao se referir a possíveis mudanças no formato do evento e em seu sistema de classificação, que não incluiu os campeões mais recentes das últimas ligas da Inglaterra (Liverpool), Espanha (Barcelona) e Itália (Napoli).
- "Todos querem voltar" -
No âmbito esportivo, a maioria das equipes competiu com o cansaço acumulado de uma temporada longa e níveis variados de motivação.
O PSG, recentemente campeão da Liga dos Campeões, chegou aos Estados Unidos com a sede por títulos intacta, mas o sonho de uma temporada perfeita foi destruído na final deste domingo.
O Real Madrid também tinha a ambição de se tornar o primeiro campeão do torneio após uma temporada sem títulos importantes, mas foi humilhado pelo gigante parisiense nas semifinais, perdendo por 4 a 0.
"Se você perguntar aos clubes que participaram, todos dirão que querem jogar novamente", resumiu Arsène Wenger, atual diretor de desenvolvimento global do futebol da Fifa.
- Calor, um "verdadeiro problema" -
O sucesso da competição entre os torcedores do mundo todo é mais difícil de mensurar. O público nos estádios, uma das grandes incógnitas antes do início do torneio, ofereceu todo tipo de imagens.
Embora o número de ingressos vendidos não seja desprezível (cerca de 2,5 milhões), a escolha de estádios enormes, com capacidade majoritária entre 70.000 e 80.000 pessoas, deixou muitas arquibancadas vazias.
"Nossos números estão quebrando recordes", argumentou Infantino, dizendo preferir "receber 35.000 pessoas em um estádio de 80.000 lugares, a 20.000 em um estádio de 20.000 lugares".
O chefe da Fifa admitiu que as altas temperaturas desta temporada nos Estados Unidos representam "um problema real" antes da Copa do Mundo de 2026, que o gigante norte-americano sediará ao lado de seus vizinhos México e Canadá.
O impacto do clima foi agravado pelo fato de a maioria das partidas ter sido programada para o horário do meio-dia ou da tarde, para satisfazer os telespectadores europeus.
É "um sinal de alerta", disse Alexander Bielefeld, diretor de políticas e relações estratégicas do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (FIFPro).
"O calor está insuportável", testemunhou o jogador argentino Enzo Fernández, astro do Chelsea. "Jogar nessas temperaturas é muito perigoso e, para o espetáculo, a velocidade do jogo não é a mesma. Tudo é mais lento".
C.Meier--BTB