-
Trump afirma que Irã pagará por morte de soldados dos EUA
-
Incêndios na Amazônia caíram a mínimo histórico em 2025
-
Temporal deixa 10 mortos e 100 mil pessoas isoladas no Chile
-
Presidente da Venezuela promete 4 mil moradias neste ano a afetados por terremotos
-
Panamá anuncia acordo marítimo com a China apesar de crise por portos
-
Novo premiê britânico impõe sua autoridade reformulando gabinete
-
Exército libanês começa a assumir controle de 'zonas-piloto' no sul do país
-
Sem Messi, 'Albiceleste' volta para casa e é recebida pela torcida argentina
-
EUA volta a atacar Irã e Trump alerta que Teerã pagará pelas mortes de soldados
-
EUA impõe tarifas adicionais de 50% a produtos do Canadá
-
Campeões mundiais desfilam pelas ruas de Madri diante de 2 milhões de torcedores
-
Espanha retoma liderança do ranking da Fifa; Brasil sobe para 5º
-
Temporal deixa 5 mortos e quase 100 mil pessoas isoladas no Chile
-
Ataques recíprocos entre Ucrânia e Rússia deixam ao menos 14 mortos
-
Novo premiê britânico expressa a Trump seu 'compromisso com a defesa'
-
Campeões mundiais desfilam pelas ruas de Madri lotadas de torcedores
-
Irã diz enfrentar guerra total contra EUA
-
Trump descarta ameaça de prefeito de Nova York sobre prender Netanyahu
-
'Mayo' Zambada, o último dos grandes traficantes mexicanos condenado à prisão perpétua nos EUA
-
'A dor é muito grande', diz Messi sobre derrota na final da Copa de 2026
-
Presidente da Uefa não compareceu à final da Copa do Mundo devido ao 'caso Balogun'
-
Seleção espanhola inicia comemorações pelo bi mundial em Madri
-
Zelensky enfrenta crise política cada vez mais profunda
-
Rudi Garcia deixa o cargo de técnico da seleção da Bélgica
-
Kevin Keegan, lenda do futebol inglês e do Liverpool, morre aos 75 anos
-
Sheinbaum abordou tarifas com Trump e Carney antes de rodada comercial do T-MEC
-
Sem Messi, parte da seleção argentina retorna a Buenos Aires
-
Gato Larry recebe seu sétimo primeiro-ministro em Downing Street
-
Seleção espanhola é recebida com festa em Madri
-
EUA acusa Cuba de décadas de espionagem e subversão
-
Irã enfrenta guerra total contra os EUA após nova noite de bombardeios
-
Andy Burnham assume como primeiro-ministro e anuncia 'plano de dez anos' para reconstruir Reino Unido
-
Cinco mortos na Rússia em ataque de drone ucraniano contra ônibus
-
Aston Villa anuncia contratação do brasileiro João Gomes
-
Sismógrafos espanhóis registraram celebrações ao gol na final da Copa do Mundo
-
Espanha acorda campeã e de ressaca
-
Reino Unido teve sete primeiros-ministros em uma década de 'caos'
-
Seleção espanhola aterrissa no aeroporto Madrid-Barajas
-
'Mayo' Zambada, o último dos grandes traficantes mexicanos a enfrentar seu destino nos EUA
-
Andy Burnham, de 'rei do norte' da Inglaterra a morador de Downing Street
-
UE multa AliExpress em €550 milhões por venda de produtos proibidos
-
Ortega descarta eleições na Nicarágua para evitar vitória da oposição
-
EUA ataca novamente Irã, que investe contra seus vizinhos do Golfo
-
Andy Burnham substitui Keir Starmer como primeiro-ministro britânico
Importância da parte elétrica dos motores de F1 diminuirá em 2027 e 2028
Após semanas de negociações, as equipes da Fórmula 1 e a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), órgão regulador do campeonato, chegaram a um acordo para reduzir ligeiramente o componente elétrico das unidades de potência dos carros nas temporadas de 2027 e 2028, anunciou a FIA nesta quarta-feira (10).
Novos regulamentos técnicos transformaram radicalmente os carros nesta temporada, introduzindo unidades de potência que se situam aproximadamente a meio caminho entre motores elétricos e de combustão interna, o que exige um gerenciamento de energia complexo, algo a que os pilotos têm tido dificuldade para se adaptar.
Esses novos carros enfrentaram uma desaprovação quase unânime no paddock, especialmente por parte do tetracampeão mundial Max Verstappen (Red Bull), que descreveu os carros com as especificações de 2026 como uma "Fórmula Elétrica com esteroides" e ameaçou repetidamente deixar a F1 caso nada fosse feito para melhorar a situação.
"O acordo foi alcançado após discussões realizadas desde as primeiras corridas da temporada de 2026, depois que preocupações relacionadas ao gerenciamento de energia foram identificadas", explicou a FIA em um comunicado.
"As mudanças propostas visam abordar questões relacionadas ao gerenciamento de energia e ao fluxo de combustível, permitindo voltas de classificação mais agressivas sem comprometer as corridas positivas e emocionantes proporcionadas pelos novos regulamentos", acrescentou a nota.
A divisão entre os componentes de combustão interna e elétrico da unidade de potência, atualmente de 53% e 47%, passará para 58% e 42% em 2027 e, posteriormente, para 60% e 40% em 2028, revelou a FIA.
A.Gasser--BTB