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Sabalenka defende posto de número 1 do mundo no WTA 1000 de Toronto
A tenista bielorrussa Aryna Sabalenka pode perder o posto de número 1 do mundo para a cazaque Elena Rybakina no WTA 1000 de Toronto, mas para que isso aconteça, ela precisaria não chegar às oitavas de final, enquanto sua rival teria de vencer o torneio, que começou neste domingo (2).
Recentemente, Sabalenka tem mostrado sinais de vulnerabilidade, sendo eliminada nas quartas de final em Roland Garros e, na sequência, nas oitavas de final de Wimbledon. No entanto, ela tem um retrospecto impressionante este ano em quadra dura, superfície na qual perdeu apenas um dos 24 jogos que disputou, a final do Aberto da Austrália, justamente contra Rybakina.
Em seis participações no WTA 1000 do Canadá, realizado alternadamente em Toronto e Montreal, a jogadora cazaque de 27 anos chegou às semifinais apenas uma vez, em 2021.
"Eu não diria que as temporadas de saibro e grama foram tão ruins assim", disse Sabalenka durante entrevista coletiva em Toronto neste domingo.
"Tentei algumas coisas, mas não saíram como o planejado. Agora estamos voltando um pouco ao básico, e realmente espero que dê certo", acrescentou a bielorrussa, mostrando confiança para um torneio no qual nunca conseguiu passar das semifinais.
"Há dias assim, em que você só precisa parabenizar sua adversária e seguir em frente", disse ela após a derrota para Naomi Osaka nas oitavas de final de Wimbledon.
Tentando "esquecer" o tênis, Sabalenka passou uma semana de férias na ilha grega de Mykonos.
"Aquele descanso foi realmente necessário", ressaltou. "Passei uns cinco ou seis dias lá, talvez. Eu me senti muito melhor e estava ansiosa para voltar às quadras e começar a trabalhar em busca dos meus objetivos para esta série de torneios" na América do Norte, terminando com o US Open, onde defenderá o título conquistado nas duas últimas edições.
Em Toronto, Sabalenka caiu em um lado difícil da chave, onde poderá enfrentar jogadoras como Jelena Ostapenko (N.29) logo na segunda rodada, seguida por Jessica Pegula (N.3), bicampeã do torneio, Amanda Anisimova (N.9), finalista em 2024, e a polonesa Iga Swiatek (N.8).
Coco Gauff (N.4), Naomi Osaka (N.13) e Linda Noskova (N.7), campeã de Wimbledon no mês passado, estão entre as jogadoras da outra metade da chave, a mesma de Rybakina, que foi derrotada na final de Montreal do ano passado pela jovem canadense Victoria Mboko.
S.Keller--BTB