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Rybakina dissipa temores sobre sua lesão antes do US Open
A tenista cazaque Elena Rybakina, número 2 do mundo, afirmou neste sábado (29) que está recuperada para disputar o US Open, depois de sofrer uma lesão no calcanhar que a obrigou a abandonar as quartas de final do WTA 1000 de Cincinnati na semana passada.
Rybakina, de 27 anos, pode desbancar Aryna Sabalenka do topo do ranking da WTA se chegar à semifinal em Nova York, mesmo que a bielorrussa conquiste um terceiro título consecutivo.
"Comecei a treinar, então estou me sentindo bem", disse a cazaque na véspera do início do último Grand Slam do ano.
"Ainda estamos fazendo alguns ajustes, mas no geral estou satisfeita com como lidamos com o problema. Trabalhamos muito e agora provavelmente está tudo bem. É só uma questão de mais alguns treinos e, então, jogar", acrescentou.
Rybakina vem dizendo há semanas que não está preocupada com o ranking, e sua lesão apenas reforçou essa mentalidade.
"Fico sabendo principalmente pela imprensa: onde preciso chegar, como as outras precisam jogar, todos os diferentes cenários", comentou ela. "Mas, para mim, especialmente agora que tive essa lesão na semana passada, sinto que o mais importante é simplesmente tentar me manter saudável e encarar um jogo de cada vez".
Após abandonar a partida contra a polonesa Iga Swiatek em Cincinnati, Rybakina explicou que ficou uma semana sem jogar e consultou vários médicos.
"Não foi fácil, porque não sabíamos exatamente como meu pé reagiria, já que doía muito para sacar naquele jogo em Cincinnati... Nos dias seguintes, até caminhar doía", revelou.
"Depois, fizemos todo o possível para que melhorasse e estou feliz com a forma como o processo está evoluindo até agora", acrescentou.
A atual campeã do Aberto da Austrália afirmou que o medo de agravar sua lesão não a impedirá de competir no último Grand Slam da temporada, no qual estreará contra a americana Thea Frodin, número 580 do mundo.
"Estou muito confiante quanto às decisões que tomamos todos os dias sobre como treinar, o que fazer e, acima de tudo, o que poderia acontecer no pior dos cenários. Então, levando tudo isso em consideração, estou bastante segura", afirmou Rybakina.
S.Keller--BTB