-
Alpinista Nirmal Purja desaparece junto com outras nove pessoas após avalanche no Paquistão
-
Após incêndios na Espanha e França, chamas devastam ilha grega de Creta
-
O que se sabe sobre o acordo para o desarmamento do Hamas e a retirada israelense de Gaza
-
Milhares de pessoas entram em Ceuta em nova crise migratória
-
Hamas aceita acordo para seu desarmamento e retirada de Israel de Gaza
-
Morre Franco Baresi, lendário zagueiro italiano
-
Нооша Аубель під тиском: мерія Потсдама між самостійними кроками та скандалом із дитячими садками
-
Noosha Aubel sob pressão: a Câmara Municipal de Potsdam entre decisões unilaterais e o escândalo das creches
-
Fontes do Hamas confirmam acordo para seu desarmamento e retirada israelense de Gaza
-
Milei promove reforma do Banco Central e 'shutdown' em caso de déficit na Argentina
-
Tabilo avança às quartas de final em Washington; De Minaur vence jovem Cruz Hewitt
-
Trump anuncia acordo para "desarmamento total" do Hamas e retirada israelense de Gaza
-
'Não é Hollywood': Rússia desencoraja panamenhos de participar da guerra
-
'Eu vim jogar no Inter Miami só por causa do Messi', diz Casemiro
-
Real Madrid contrata atacante Carlos Espí, do Levante
-
Decreto de Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem ódio contra a Argentina
-
Concacaf rejeita plano da Fifa de abertura a investidores privados
-
Pai de adolescente que matou quatro pessoas é condenado à prisão nos EUA
-
Incêndios em França e Espanha diminuem mas novos focos surgem na Europa
-
Bombardeio russo com mísseis dizima uma família na Ucrânia
-
John Stones se transfere para Inter de Milão após dez temporadas no City
-
Rafa Márquez fará estreia como técnico do México em amistosos contra Colômbia, Peru e Chile
-
Imprensa britânica noticia saída iminente do técnico do Newcastle, Eddie Howe
-
Decreto de Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem mensagens de ódio contra Argentina
-
Fifa notifica Barça por negociação com Julián Álvarez, do Atlético de Madrid
-
Chelsea contrata o zagueiro francês Maxence Lacroix
-
Rashford se despede do Barcelona e deverá voltar ao Manchester United
-
Roma contrata atacante argentino Santiago Castro
-
Brasil anuncia amistoso contra Índia em 3 de outubro
-
Djokovic anuncia seu retorno no Masters 1000 de Cincinnati
-
Uefa ameaça, por unanimidade, boicotar as competições da Fifa
-
Trump avalia retirar temporariamente indicação do procurador-geral por objeções de republicanos
-
População japonesa fica abaixo dos 120 milhões pela 1ª vez em décadas
-
Paquistão afirma que EUA e Irã negociam desescalada após novos bombardeios
-
Musk prevê grande investimento para campanha de republicanos nas legislativas dos EUA
-
'Emergência humanitária' no enclave espanhol de Ceuta após entrada em massa de migrantes do Marrocos
-
Venezuela inicia diálogo político sem presença da principal líder da oposição
-
Economia dos EUA cresce menos que o esperado no 2º trimestre
-
Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem mensagens de ódio contra a Argentina
-
Economia americana cresce 1,5% no segundo trimestre, menos do que o esperado
-
Rússia inclui fundador do Telegram, Pavel Durov, na lista de 'terroristas'
-
George e Amal Clooney deixam sua residência no sul da França por incêndio
-
Nigéria desmantela laboratório de metanfetamina e teme ligação com cartéis mexicanos
Começa retirada de estrangeiros após golpe de Estado no Níger
Um avião transportando passageiros, principalmente franceses, chegou na madrugada desta quarta-feira (02) a Paris, na primeira retirada de estrangeiros do Níger desde o golpe de Estado que derrubou, na semana passada, um dos últimos líderes pró-Ocidente da região do Sahel.
O primeiro avião de repatriação pousou a 1h30 no aeroporto de Paris-Roissy Charles de Gaulle, disse à AFP uma fonte do aeroporto. "Há 262 pessoas a bordo do Airbus A330, incluindo uma dúzia de bebês", havia informado anteriormente à AFP a ministra das Relações Exteriores da França, Catherine Colonna.
Além dos franceses, estavam na aeronave cidadãos de Portugal, Níger, Bélgica, Etiópia e Líbano. Um segundo voo deve pousar ao longo da noite, transportando, também, alemães, americanos, austríacos e indianos.
A chancelaria da França prevê um total de três voos, e que a retirada não dure mais do que 24 horas, se possível.
A Itália informou que organizava "um voo especial", e que cerca de 90 italianos se encontravam em Niamey, de um total de quase 500 em todo o país, a maioria militares.
Horas após a decolagem do primeiro voo, os militares golpistas do Níger anunciaram na TV local a reabertura das fronteiras terrestres e aéreas com Argélia, Burkina Faso, Líbia, Mali e Chade.
- Militares da França ficam -
O presidente do Níger, Mohamed Bazoum foi derrubado no último dia 26 por sua própria guarda, no terceiro golpe de Estado na África Ocidental desde 2021, todos marcados por uma forte retórica nacionalista contra a França e por manifestações pró-Rússia.
O estado-maior do Exército francês informou que a retirada de seus militares não estava "na ordem do dia".
A França chegou a ter 5.400 soldados na região, como parte da missão antijihadista Barkhane, com o apoio de aviões de combate, helicópteros e drones. No ano passado, no entanto, teve que retirar suas tropas do Mali e de Burkina Faso, e conta agora com cerca de 1.500 homens, a maioria no Níger.
Cerca de 1.000 militares americanos também estão no Níger, para a luta antijihadista na região do Sahel.
A França decidiu facilitar a retirada de seus cidadãos após as manifestações hostis do último domingo em frente à sua embaixada, e as acusações do novo governo contra a ex-potência colonial.
"Não temos nenhum problema com os franceses" nem com europeus, disse Hamidou Alin, nigerino de 58 anos, acrescentando que o problema é com "os governos europeus".
- Reunião militar da Cedeao -
A Comunidade Econômica de Estados da África Ocidental (Cedeao) anunciou, na véspera, que os comandantes militares de seus países se reunirão de quarta a sexta-feira na Nigéria, para discutir o golpe no Níger.
A Cedeao, que impôs sanções no domingo contra o Níger, advertiu que poderia usar a força no país e deu um ultimato de uma semana aos golpistas para que Bazoum retorne ao poder.
No dia seguinte, a junta militar acusou a França de tentar "intervir militarmente", o que Paris nega, ao mesmo tempo que Mali e Burkina Faso, também governados por militares, alertaram que qualquer intervenção na nação africana seria uma "declaração de guerra" contra estas.
O Níger é um país semidesértico, um dos mais pobres e instáveis do mundo, apesar de suas grandes reservas significativas de urânio, que registrou quatro golpes de Estado desde a independência em 1960.
O comandante da guarda, general Abdurahaman Tiani, declarou-se novo líder do país, apesar das críticas da Cedeao, da União Africana e da ONU, bem como de França, Estados Unidos e União Europeia.
O golpe acionou os alarmes nos países ocidentais que lutam para conter uma insurgência jihadista nesta região, que teve início no norte do Mali em 2012, avançou para o Níger e Burkina Faso três anos depois e agora ameaça as fronteiras de vários Estados frágeis no Golfo da Guiné.
A violência extremista deixou um número indeterminado de civis, soldados e policiais mortos em toda a região. Em Burkina Faso, 2,2 milhões de pessoas foram obrigadas a abandonar suas casas.
B.Shevchenko--BTB