-
Pai de adolescente que matou quatro pessoas é condenado à prisão nos EUA
-
Incêndios em França e Espanha diminuem mas novos focos surgem na Europa
-
Bombardeio russo com mísseis dizima uma família na Ucrânia
-
John Stones se transfere para Inter de Milão após dez temporadas no City
-
Rafa Márquez fará estreia como técnico do México em amistosos contra Colômbia, Peru e Chile
-
Imprensa britânica noticia saída iminente do técnico do Newcastle, Eddie Howe
-
Decreto de Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem mensagens de ódio contra Argentina
-
Fifa notifica Barça por negociação com Julián Álvarez, do Atlético de Madrid
-
Chelsea contrata o zagueiro francês Maxence Lacroix
-
Rashford se despede do Barcelona e deverá voltar ao Manchester United
-
Roma contrata atacante argentino Santiago Castro
-
Brasil anuncia amistoso contra Índia em 3 de outubro
-
Djokovic anuncia seu retorno no Masters 1000 de Cincinnati
-
Uefa ameaça, por unanimidade, boicotar as competições da Fifa
-
Trump avalia retirar temporariamente indicação do procurador-geral por objeções de republicanos
-
População japonesa fica abaixo dos 120 milhões pela 1ª vez em décadas
-
Paquistão afirma que EUA e Irã negociam desescalada após novos bombardeios
-
Musk prevê grande investimento para campanha de republicanos nas legislativas dos EUA
-
'Emergência humanitária' no enclave espanhol de Ceuta após entrada em massa de migrantes do Marrocos
-
Venezuela inicia diálogo político sem presença da principal líder da oposição
-
Economia dos EUA cresce menos que o esperado no 2º trimestre
-
Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem mensagens de ódio contra a Argentina
-
Economia americana cresce 1,5% no segundo trimestre, menos do que o esperado
-
Rússia inclui fundador do Telegram, Pavel Durov, na lista de 'terroristas'
-
George e Amal Clooney deixam sua residência no sul da França por incêndio
-
Nigéria desmantela laboratório de metanfetamina e teme ligação com cartéis mexicanos
-
Oito mortos, seis de uma mesma família, em ataques russos contra a Ucrânia
-
Zona do euro retoma o crescimento apesar do conflito no Oriente Médio
-
Espanha suspende estado de emergência por incêndios perto de Madri
-
Calor dificulta tarefas de resgate após terremoto que matou 34 pessoas no Japão
-
Paquistão afirma que EUA e Irã prosseguem com negociações após novos bombardeios
-
Singapura multa jovem francês por incidente com canudo
-
Exército dos EUA lança represália 'potente' contra o Irã
-
Justiça ordena prisão de Morales por protestos que paralisaram a Bolívia
-
Agressor de Salman Rushdie é condenado nos EUA por 'ato de terrorismo'
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra CEO do Telegram
-
Ancelotti foca no meio-campo no processo de reconstrução da Seleção Brasileira
-
Meta tem lucro menor do que o esperado e mantém gastos com IA
-
Milhares de evacuados por incêndios voltam para casa na Espanha e na França, sob novo alerta de calor
-
Infantino defende seu projeto: 'É uma oportunidade, mas não uma obrigação'
-
Messi retorna aos treinos do Inter Miami
-
De postos de gasolina a farmácias: Cuba abre vários setores à iniciativa privada
-
De Miñaur vence Tsitsipas em Washington e vai enfrentar Cruz Hewitt
-
Jair Bolsonaro nega ter autorizado "deepfake" no qual apoia campanha de Flávio
-
Mancini sonha em dar à Itália 'um grande troféu, ou até mesmo dois'
Zimbábue vota para presidente em cenário político tenso
Os eleitores do Zimbábue comparecem às urnas nesta quarta-feira (23) para escolher o presidente do país, após uma campanha eleitoral marcada por uma intensa repressão da oposição e muitas irregularidades no registro eleitoral.
O presidente Emmerson Mnangagwa, 80 anos, que aspira um novo mandato, votou cercado por simpatizantes em sua cidade natal de Kwekwe, na região central do país.
Seu principal rival é Nelson Chamisa, um advogado e pastor de 45 anos, que lidera o partido Coalizão Cidadã pela Mudança (CCC).
Em Mbare, subúrbio da capital Harare, muitos aguardavam na fila para votar.
Diana Office, 30 anos, chegou ao local de votação muitas horas antes da abertura do local. "É importante votar", declarou à AFP. Ela sorri ao ser questionada se acredita em mudanças. "Estou aqui apenas para exercer o meu direito", disse.
Os resultados das eleições presidenciais, legislativas e municipais serão divulgados no prazo de cinco dias após a votação.
A oposição espera conquistar os votos de protesto contra a crise econômica que afeta o país há muitos anos, marcada pelo nível recorde de desemprego e a inflação que alcançou 101% em julho, segundo os dados oficiais.
Apesar do cenário, o presidente Mnangagwa e seu partido Zanu-PF, que governa o país do sul da África desde sua independência do Reino Unido em 1980, parecem decididos a permanecer no poder
Chamisa se emocionou no último comício em Harare, na segunda-feira, diante de uma multidão vestida de amarelo, a cor do seu partido.
"Proibiram mais de 100 comícios, mas Deus afirma que chegou a minha hora de ser presidente", declarou, em referência a meses de campanha marcados pela intimidação e as detenções de opositores.
Mnangagwa prometeu uma apuração justa e sem violência, mas a ONG Human Rights Watch prevê um "processo eleitoral com graves falhas".
Quase 6,6 milhões de eleitores estão registrados para votar e o presidente é eleito por maioria absoluta. Se nenhum candidato alcançar 50% dos votos mais um, o país terá segundo turno.
O.Lorenz--BTB