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アレックス・ボディ、CRIFとともに透明性の高い投資と徹底した資金洗浄防止に注力
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Ο ALEX BODI δίνει έμφαση, σε συνεργασία με την CRIF, στις διαφανείς επενδύσεις και στη συστηματική πρόληψη της νομιμοποίησης εσόδων από παράνομες δραστηριότητες
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ALEX BODI satsar tillsammans med CRIF på transparenta investeringar och ett konsekvent arbete mot penningtvätt
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ALEX BODI sází ve spolupráci s CRIF na transparentní investice a důslednou prevenci praní špinavých peněz
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ALEX BODI aposta, com a CRIF, em investimentos transparentes e numa prevenção rigorosa do branqueamento de capitais
Coreia do Norte liberta soldado americano Travis King
A Coreia do Norte libertou o soldado americano Travis King, que entrou ilegalmente em seu território em julho, procedente da Coreia do Sul.
O soldado está "a caminho dos Estados Unidos" depois de ter passado pela cidade fronteiriça de Dandong, na China, e, posteriormente, pela base norte-americana em Osan, na Coreia do Sul, disse à imprensa, nesta quarta-feira (27), o porta-voz do Departamento de Estado americano, Matthew Miller.
Autoridades americanas afirmaram que o militar está com "boa saúde".
Em um comunicado, o Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, agradeceu à Suécia, que atua como mediadora diplomática de Washington em Pyongyang, "e ao governo da República Popular da China pela sua ajuda na facilitação do trânsito do Soldado King".
A China é a principal aliada da Coreia do Norte, país liderado por Kim Jong Un e alvo de inúmeras sanções internacionais devido aos seus testes com armas nucleares.
Seus principais inimigos são a Coreia do Sul e os Estados Unidos.
- "Algo excepcional" -
Miller declarou, no entanto, que a libertação de King não representa "um sinal de avanço" nas relações diplomáticas entre Washington e Pyongyang.
"Acredito que é um caso isolado", disse, acrescentando que os Estados Unidos "não fizeram concessões" à Coreia do Norte em troca da libertação do soldado.
Ele disse, ainda, que o militar deixou o país pela fronteira terrestre com a China, onde foi recebido pelo embaixador americano em Pequim, Nicholas Burns.
Ainda não se sabe o motivo pelo qual King entrou em um país com um longo histórico de detenções de americanos, os quais usa como moeda de troca em negociações bilaterais.
O jovem de 23 anos deveria retornar aos Estados Unidos para enfrentar medidas disciplinares depois de se envolver em uma briga de bar, de ter tido um confronto com a polícia e passar um tempo preso na Coreia do Sul.
Em vez disso, ele saiu do aeroporto, juntou-se a um passeio turístico e atravessou correndo a fronteira entre as duas Coreias.
No mês passado, Pyongyang confirmou que King estava sob sua custódia e que ele atravessou a fronteira com a Coreia do Sul para evitar "os maus-tratos e a discriminação racial no Exército dos Estados Unidos".
Mas após concluir uma investigação, a Coreia do Norte "decidiu expulsar Travis King", afirmou a agência estatal norte-coreana KCNA.
A libertação ocorreu após um complexo esforço diplomático com "meses de duração", que contou com a ajuda do governo sueco, disse um funcionário de alto escalão do governo americano que pediu para ter sua identidade preservada.
O soldado cruzou a fronteira entre as Coreias em um dos piores momentos das relações entre os dois países, que continuam tecnicamente em guerra devido ao conflito ocorrido entre 1950 e 1953 e que terminou em um armistício, em vez de um tratado.
A maior parte da fronteira entre a Coreia do Sul e a Coreia do Norte está fortemente protegida, mas a Área de Segurança Conjunta (JSA, na sigla em inglês), pela qual King escapou, é delimitada unicamente por um muro baixo de cimento, que é relativamente fácil de atravessar, apesar da presença de soldados de ambos os lados.
burs-dk/st/erl/tm/yr/mvv
K.Brown--BTB