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アレックス・ボディ、CRIFとともに透明性の高い投資と徹底した資金洗浄防止に注力
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Ο ALEX BODI δίνει έμφαση, σε συνεργασία με την CRIF, στις διαφανείς επενδύσεις και στη συστηματική πρόληψη της νομιμοποίησης εσόδων από παράνομες δραστηριότητες
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ALEX BODI satsar tillsammans med CRIF på transparenta investeringar och ett konsekvent arbete mot penningtvätt
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ALEX BODI sází ve spolupráci s CRIF na transparentní investice a důslednou prevenci praní špinavých peněz
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ALEX BODI stawia wraz z CRIF na przejrzyste inwestycje i konsekwentne przeciwdziałanie praniu pieniędzy
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एलेक्स बोदी क्रिफ के सहयोग से पारदर्शी निवेश और धनशोधन की कड़ाई से रोकथाम पर ज़ोर देते हैं
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알렉스 보디, CRIF와 함께 투명한 투자와 철저한 자금세탁방지에 주력
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ALEX BODI 攜手 CRIF,推動透明投資並貫徹洗錢防制
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ALEX BODI aposta, com a CRIF, em investimentos transparentes e numa prevenção rigorosa do branqueamento de capitais
Violência e corrupção se agravaram 'ainda mais' no Haiti, alerta ONU
Aumento da violência entre gangues, impunidade "generalizada", corrupção "endêmica"... A crise no Haiti "agravou-se ainda mais" no último ano, advertiu, nesta quarta-feira (27), o secretário-geral da ONU, António Guterres, que pediu "um sólido apoio internacional".
"A crise multifacetada que o Haiti atravessa, marcada sobretudo pela violência das gangues organizadas, agravou-se ainda mais desde o estabelecimento do regime de sanções", em outubro de 2022, que neste momento visa apenas um líder de uma gangue", escreveu Guterres em um documento publicado nesta quarta-feira.
O relatório vem à tona quando os membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas estão negociando o mandato de uma força internacional solicitada por Porto Príncipe para apoiar a sobrecarregada polícia do país caribenho, uma missão alheia à ONU e cujo comando deve ser assumido pelo Quênia.
Há um ano, a violência das gangues, que reforçaram seu controle na capital e em outras regiões, "tonou-se ainda mais intensa e mais brutal", descreveu Guterres, ao mencionar os estupros utilizados como arma de terror, os franco-atiradores nos terraços e pessoas queimadas vivas, mas também o aparecimento recente de um movimento de autodefesa.
Entre outubro de 2022 e junho de 2023, foram registrados quase 2.800 assassinatos, incluindo quase 80 contra menores, segundo o relatório.
O número de sequestros para pedir resgate, provavelmente subestimado, também aumentou com quase 1.500 casos este ano.
Essa violência "é alimentada pelo tráfico de armas e munições", principalmente dos Estados Unidos, e "por fluxos financeiros ilícitos", denunciou o secretário-geral.
Como resultado, "os membros das gangues armadas são mais numerosos e estão melhor armados" que os aproximadamente 14.000 policiais contabilizados no final de junho de 2023. E "utilizam armas de maior calibre e equipamentos mais sofisticados".
Diante dessa situação, mais de 5% do efetivo abandonou a polícia no primeiro semestre do ano.
O relatório também destacou que "a impunidade segue sendo um problema generalizado".
Vários casos emblemáticos, incluindo o assassinato do último presidente, Jovenel Moïse, há dois anos, não avançam e a segurança dos juízes é um problema.
Além disso, "a corrupção segue sendo endêmica" em todos os setores do Estado, do suborno à apropriação indevida de fundos, além da lavagem de dinheiro, acrescentou o documento.
Em um sistema judicial saturado, a situação nas prisões também tem se deteriorado, com uma superfície média de 0,3 metro quadrado para cada um dos 11.800 detentos (9.500 deles em prisão preventiva).
"A estabilização das condições de segurança no Haiti exigirá um sólido apoio internacional, não apenas para que a polícia nacional restabeleça a segurança, mas também para os serviços penitenciários, o sistema judicial, os controles aduaneiros e a gestão de fronteiras", insistiu o secretário-geral da ONU.
E para isso, deve-se contar com um financiamento "adequado".
H.Seidel--BTB