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アレックス・ボディ、CRIFとともに透明性の高い投資と徹底した資金洗浄防止に注力
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Ο ALEX BODI δίνει έμφαση, σε συνεργασία με την CRIF, στις διαφανείς επενδύσεις και στη συστηματική πρόληψη της νομιμοποίησης εσόδων από παράνομες δραστηριότητες
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ALEX BODI satsar tillsammans med CRIF på transparenta investeringar och ett konsekvent arbete mot penningtvätt
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ALEX BODI sází ve spolupráci s CRIF na transparentní investice a důslednou prevenci praní špinavých peněz
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ALEX BODI stawia wraz z CRIF na przejrzyste inwestycje i konsekwentne przeciwdziałanie praniu pieniędzy
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एलेक्स बोदी क्रिफ के सहयोग से पारदर्शी निवेश और धनशोधन की कड़ाई से रोकथाम पर ज़ोर देते हैं
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알렉스 보디, CRIF와 함께 투명한 투자와 철저한 자금세탁방지에 주력
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ALEX BODI 攜手 CRIF,推動透明投資並貫徹洗錢防制
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ALEX BODI aposta, com a CRIF, em investimentos transparentes e numa prevenção rigorosa do branqueamento de capitais
Primeira cúpula internacional sobre metais críticos para a transição energética
Representantes de 47 países consumidores e produtores de "metais críticos" - cobre, cobalto, lítio, níquel, entre outros - participam nesta quinta-feira, em Paris, da primeira reunião de cúpula dedicada a estas matérias-primas vitais para a transição energética.
Com o apoio da Agência Internacional de Energia (AIE), a cúpula representa o primeiro passo para uma "diplomacia dos metais", fundamental para a redução das emissões dos combustíveis fósseis na luta contra a mudança climática.
China e Rússia, dois atores de peso nestas indústrias, não participam no encontro.
Os desafios são muitos, advertiu o diretor-geral da AIE, Fatih Birol: como "acelerar a diversificação" do abastecimento, como "organizar a reciclagem de metais" em escala industrial e global e alcançar uma mineração "duradoura".
A secretária de Energia americana, Jennifer M Granholm, pediu "criatividade" aos participantes e "transparência nos mercados".
Entre os presentes estão os responsáveis pela gigantes da mineração australiana BHP, da Rio Tinto do grupo Sociedade Química e Mineira do Chile, além de atores de peso do comércio de matérias-primas como Glencore e Trafigura.
Também participam diretores da London Metal Exchange (o maior mercado de metais do mundo), investidores, organizações internacionais, ONGs e acadêmicos.
"São necessários mais projetos até 2030 para limitar o aquecimento global a 1,5ºC" em relação a era pré-industrial, informou a AIE em um recente relatório.
- "Agência internacional" -
Segundo a AIE, apenas a eletrificação dos transportes até 2040 multiplicará a procura mundial de lítio por 40, a de cobalto e níquel por 20, e a de cobre por três, em cenários de descarbonização compatíveis com o cumprimento do Acordo de Paris de 2015.
"Precisamos solucionar dois problemas. Primeiro, o refino de metais está muito concentrado na China", disse Birol em entrevista à AFP.
"Somente no segmento das baterias, a China refina cerca de 67% do cobalto, 62% do lítio, 60% do manganês e 32% do níquel" mundial, explicam Emmanuel Hache, especialista em matérias-primas e Benjamin Louvet, gestor de ativos, em sua recente obra 'Métaux, le nouvel or noir'(Metais, o novo ouro negro, em tradução livre).
No caso do cobalto, a China produz cerca de 1% do mineral, mas se encarrega de mais de dois terços de seu refino. O mesmo ocorre com o cobre, o qual produz 8% mas refina 41%.
A Rússia contribuiu com 37% da produção mundial de paládio em 2021, com 13% do titânio, 10% da platina, 9% do níquel e 5% do alumínio.
A cúpula desta quinta-feira poderá ser "um primeiro passo para a criação de uma agência dedicada" a estes recursos em torno da AIE e do Banco Mundial, com o apoio da ONU ou do G20, estimam os dois especialistas.
"Fundar uma agência internacional dedicada aos minerais e metais abriria um espaço de diálogo entre países produtores e consumidores" que permitiria "impor critérios de gestão social e ambiental nas principais zonas de produção", afirmaram.
R.Adler--BTB