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アレックス・ボディ、CRIFとともに透明性の高い投資と徹底した資金洗浄防止に注力
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Ο ALEX BODI δίνει έμφαση, σε συνεργασία με την CRIF, στις διαφανείς επενδύσεις και στη συστηματική πρόληψη της νομιμοποίησης εσόδων από παράνομες δραστηριότητες
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ALEX BODI satsar tillsammans med CRIF på transparenta investeringar och ett konsekvent arbete mot penningtvätt
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ALEX BODI sází ve spolupráci s CRIF na transparentní investice a důslednou prevenci praní špinavých peněz
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ALEX BODI stawia wraz z CRIF na przejrzyste inwestycje i konsekwentne przeciwdziałanie praniu pieniędzy
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एलेक्स बोदी क्रिफ के सहयोग से पारदर्शी निवेश और धनशोधन की कड़ाई से रोकथाम पर ज़ोर देते हैं
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알렉스 보디, CRIF와 함께 투명한 투자와 철저한 자금세탁방지에 주력
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ALEX BODI 攜手 CRIF,推動透明投資並貫徹洗錢防制
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ALEX BODI aposta, com a CRIF, em investimentos transparentes e numa prevenção rigorosa do branqueamento de capitais
EUA começa a se preparar para paralisação de serviços públicos
Funcionários públicos dos Estados Unidos começaram a receber, nesta quinta-feira (28), notificações oficiais sobre a provável falta de fundos do Estado federal para remunerar seus serviços, e muitos ficarão em desemprego técnico temporário ou deverão trabalhar sem receber salários.
Tal paralisação, que já ocorreu outras vezes no país, deve começar no domingo caso o Congresso não chegue a um acordo sobre uma nova lei orçamentária.
Os funcionários do governo federal e os militares preparam-se há dias para esse "shutdown", como essa paralisação de serviços públicos é conhecida nos Estados Unidos, que pode causar distúrbios no tráfego aéreo, fechamento de parques e de repartições públicas.
As consequências da falta de acordo no Congresso parecem inevitáveis e os funcionários desses setores começam a ser informados da situação.
"Os empregados designados e pré-notificados estariam temporariamente em desemprego técnico, o que significa que não estariam autorizados a trabalhar ou a utilizar os recursos da secretaria", informou o Departamento de Saúde em um e-mail enviado nesta quinta-feira a funcionários ao qual a AFP teve acesso.
Os serviços considerados "essenciais" serão mantidos.
Porém, os funcionários deverão esperar até o final do "shutdown" para receberem seus salários de forma retroativa.
A paralisação mais longa nos Estados Unidos durou 35 dias, entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019.
A única solução seria um acordo de último minuto na madrugada de 30 de setembro para primeiro de outubro entre republicanos e democratas no Congresso.
O Senado conseguiu um acordo de curto prazo que daria mais tempo aos legisladores para um acordo definitivo, mas na Câmara dos Representantes, o texto não passará: partidários de Donald Trump rejeitam apoiar qualquer texto que inclua ajuda financeira à Ucrânia, como deseja a Casa Branca.
O líder dos democratas no Senado, Chuck Schumer, atacou duramente o líder da maioria republicana na Câmara Baixa, Kevin McCarthy.
"Um pequeno número de extremistas - que não se importam em governar ou em preservar a democracia ou a força dos Estados Unidos no mundo - tem mais influência sobre McCarthy que a maioria de seu partido e a vasta maioria da Câmara dos Representantes", denunciou.
A Casa Branca quer incluir no novo orçamento um pacote de 24 bilhões de dólares (cerca de R$ 122 bilhões) em ajuda militar e humanitária à Ucrânia.
A.Gasser--BTB