-
BitMart تحت الضغط: لم يتم الإفراج عن 22,000 USDT و930,000 SNC بعد مرور 48 ساعة – هل تعاني BitMart من نقص في الأموال؟
-
BitMart 面臨壓力:22,000 USDT 和 930,000 SNC 在 48 小時後仍未解凍——難道 BitMart 資金不足?
-
BitMart sob pressão: 22 000 USDT e 930 000 SNC não foram libertados após 48 horas – será que a BitMart não tem fundos suficientes?
-
BitMart под давлением: 22 000 USDT и 930 000 SNC не разблокированы по истечении 48 часов — у BitMart не хватает средств?
-
Rapper D4vd será julgado por homicidio de adolescente
-
Imigrantes haitianos nos EUA inseguros com fim de status de proteção
-
Avanço do HIV é um perigo real devido à queda do financiamento a seu combate
-
Nicarágua adia aprovação de reforma para excluir opositores de eleições
-
Argentina está em 'posição mais sadia' desde que Milei assumiu, diz diretora do FMI
-
Cantora Carly Simon revela que sofre de Parkinson
-
Carlos Alberto Parreira apresenta melhora e é transferido para unidade semi-intensiva
-
De Antonelli à Aston Martin: os altos e baixos da primeira metade da temporada de F1
-
Filadélfia comemora chegada de LeBron James: 'Cidade digna de um rei'
-
ONU teme repique da aids com queda de financiamento no combate ao HIV
-
Trump diz haver "boas chances" de alcançar acordo com Irã
-
Espanha e França enfrentam dias cruciais para conter incêndios antes de nova onda de calor
-
Theatro da Paz e Teatro Amazonas são declarados Patrimônio Mundial da Unesco
-
PSG retorna aos treinos sem jogadores da Copa do Mundo
-
Novas ferramentas de IA permitem que leitores conversem com os livros
-
Infantino diz que críticos da Copa do Mundo espalham 'ódio e rumores falsos'
-
Republicanos e democratas enfrentam muitas incógnitas nas eleições legislativas
-
Nvidia lidera aliança global para desenvolver IA aberta de cibersegurança
-
Pirlo anuncia que foi descartado para assumir seleção da Itália
-
Policial detém um homem que feriu a faca três mulheres em Paris
-
Macron visita área devastada por grande incêndio no sudoeste da França
-
Diretora do FMI visita Argentina em demonstração de apoio a Milei
-
Exército do Sudão recupera estrada que leva a cidade sitiada em Cordofão
-
Irã diz que não há negociações com EUA sobre a guerra
-
El Salvador enfrenta incerteza econômica após ofensiva contra as gangues
-
Espanha enfrenta dias cruciais para conter incêndios perto de Madri
-
Grande incêndio na França dá uma trégua antes de nova onda de calor
-
Presidente eleito da Colômbia afirma que vai romper relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua
-
Presidente chinês apoia Lula na oposição à 'interferência externa'
Êxodo maciço de afegãos com fim do prazo para deixar o Paquistão
Milhares de afegãos que vivem no Paquistão enfrentavam, nesta quarta-feira (1º), o risco de detenções e deportações com o fim do prazo estabelecido pelo governo para que as pessoas sem documentos deixem o país, uma medida que provocou um êxodo em massa.
O governo paquistanês estabeleceu o prazo até 1º de novembro para que 1,7 milhão de afegãos - que afirma que vivem de forma irregular no país - saíssem voluntariamente, sob pena de expulsão.
Milhares de pessoas formaram uma fila em Torkham, passagem fronteiriça movimentada com o Afeganistão, nesta quarta-feira. No total, 29.000 migrantes cruzaram a fronteira na terça-feira por diferentes pontos de passagem.
"Em 1º de novembro, começou o processo de detenção e posterior expulsão de estrangeiros em situação irregular. No entanto, também se continuará incentivando [...] o retorno voluntário", informou o Ministério do Interior paquistanês em um comunicado.
Mais de 140.000 pessoas deixaram o Paquistão desde que o plano foi anunciado, no começo de outubro, detalhou o ministério. O governo paquistanês assegura que a iniciativa abrange todos os migrantes irregulares e não só os afegãos, embora estes sejam, de fato, a imensa maioria.
Segundo veículos de comunicação estatais, 49 centros de retenção deviam abrir nesta quarta-feira para processar e deportar os afegãos.
Uma adolescente afegã de 14 anos, que a AFP optou por não identificar por motivos de segurança, afirmou que permanecerá no Paquistão o máximo de tempo possível, embora não tenha os documentos.
"Não vamos voltar para casa, porque minha educação no Afeganistão seria interrompida por completo", declarou em Peshawar. "Nosso pai disse que, mesmo que as autoridades paquistanesas o prendam, não devemos partir".
- "Situação de emergência" -
Milhões de afegãos se mudaram para o Paquistão nas últimas décadas para fugir de conflitos violentos. Cerca de 600.000 entraram no país desde que o governo Talibã retornou ao poder, em agosto de 2021.
O Paquistão informou que as deportações, que têm grande apoio da população do país, segundo analistas, têm o objetivo de proteger o "bem-estar e a segurança" após um aumento expressivo dos atentados, que o governo atribui a combatentes que operam a partir do Afeganistão.
Sumiullah Samoon, que chefia o registro de imigração de Torkham, afirmou que a passagem enfrenta uma "situação de emergência".
Benafsha, de 35 anos e grávida de quatro meses do sétimo filho, espera que seu caso seja processado antes de uma transferência para sua província de origem, Kunduz.
"Em Kunduz não temos terras, casa ou trabalho", declarou a afegã, que não tem documentos no Paquistão, apesar apesar de ter vivido no país quase toda sua vida.
A ONG Human Rigths Watch informou que os afegãos que esperam asilo em outros países correm o risco de serem deportados com a expiração de seus vistos para o Paquistão. A ONU considera que podem correr perigo em seu país de origem.
Os Estados Unidos instaram o Paquistão a proteger os afegãos que buscarem asilo.
"Incentivamos ardentemente os países vizinhos do Afeganistão, incluindo o Paquistão, a permitir a entrada de afegãos em busca de proteção internacional e a se coordenarem com as organizações humanitárias internacionais para dar-lhes ajuda", declarou o porta-voz do Departamento de Estado americano, Matthew Miller.
- Frustração -
Diante da magnitude do êxodo, as autoridades do lado afegão da fronteira ficaram sobrecarregadas na tentativa de registrar os que retornaram ao país.
A frustração tomou conta dos recém-chegados, em muitas ocasiões, forçados a esperar vários dias para fazer o registro, sem nenhum lugar para se refugiar e com poucas reservas de água, comida e remédios.
"Estamos bloqueados aqui há dois dias. Meu filho foi detido pela polícia do Paquistão e fugimos, tomados pelo pânico", contou, nesta quarta, à AFP, Gulana, que chegou ao lado afegão da fronteira no ponto de Torkham.
"Agora, não sabemos o que fazer aqui, ninguém nos orienta, nem nos diz o que fazer em seguida", explicou a mulher, na casa dos 60 anos.
Advogados e ativistas denunciaram uma repressão sem precedentes. Em Karachi (sul) vários afegãos denunciaram detenções, inclusive de pessoas em situação regular, e tentativas de extorsão por parte da Polícia.
G.Schulte--BTB