-
Rapper D4vd será julgado por homicidio de adolescente
-
Imigrantes haitianos nos EUA inseguros com fim de status de proteção
-
Avanço do HIV é um perigo real devido à queda do financiamento a seu combate
-
Nicarágua adia aprovação de reforma para excluir opositores de eleições
-
Argentina está em 'posição mais sadia' desde que Milei assumiu, diz diretora do FMI
-
Cantora Carly Simon revela que sofre de Parkinson
-
Carlos Alberto Parreira apresenta melhora e é transferido para unidade semi-intensiva
-
De Antonelli à Aston Martin: os altos e baixos da primeira metade da temporada de F1
-
Filadélfia comemora chegada de LeBron James: 'Cidade digna de um rei'
-
ONU teme repique da aids com queda de financiamento no combate ao HIV
-
Trump diz haver "boas chances" de alcançar acordo com Irã
-
Espanha e França enfrentam dias cruciais para conter incêndios antes de nova onda de calor
-
Theatro da Paz e Teatro Amazonas são declarados Patrimônio Mundial da Unesco
-
PSG retorna aos treinos sem jogadores da Copa do Mundo
-
Novas ferramentas de IA permitem que leitores conversem com os livros
-
Infantino diz que críticos da Copa do Mundo espalham 'ódio e rumores falsos'
-
Republicanos e democratas enfrentam muitas incógnitas nas eleições legislativas
-
Nvidia lidera aliança global para desenvolver IA aberta de cibersegurança
-
Pirlo anuncia que foi descartado para assumir seleção da Itália
-
Policial detém um homem que feriu a faca três mulheres em Paris
-
Macron visita área devastada por grande incêndio no sudoeste da França
-
Diretora do FMI visita Argentina em demonstração de apoio a Milei
-
Exército do Sudão recupera estrada que leva a cidade sitiada em Cordofão
-
Irã diz que não há negociações com EUA sobre a guerra
-
El Salvador enfrenta incerteza econômica após ofensiva contra as gangues
-
Espanha enfrenta dias cruciais para conter incêndios perto de Madri
-
Grande incêndio na França dá uma trégua antes de nova onda de calor
-
Presidente eleito da Colômbia afirma que vai romper relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua
-
Presidente chinês apoia Lula na oposição à 'interferência externa'
Venezuela vai construir universidade no lugar de sexta prisão alvo de intervenção
Uma universidade será construída onde atualmente existe uma prisão, a sexta a sofrer intervenção em um mês e meio pelas autoridades da Venezuela em um plano contra as "máfias carcerárias", anunciou, nesta quarta-feira (8), o ministro do Interior e Justiça, Remigio Ceballos.
"O Internado Judicial de Trujillo (oeste) está sob controle total", afirmou o almirante Ceballos em declarações transmitidas pelo canal governamental VTV.
Ceballos destacou que o presidente Nicolás Maduro aprovou a proposta feita pelo governador de Trujillo (oeste) "para transformar este espaço na Universidade Nacional Experimental de Segurança”. “É um grande benefício para a paz", acrescentou.
"Será construída uma prisão em outro local", explicou o ministro.
Os detentos serão transferidos para outros centros penitenciários, da mesma forma como ocorreu nas demais prisões que passaram por intervenções.
A prisão de Tocorón, no estado de Aragua (centro-norte), foi a primeira a ser tomada pelas forças de segurança em 20 de setembro. A partir do local, onde havia até um zoológico com mais de 200 animais, operava o Tren de Aragua, uma organização criminosa cujos tentáculos se expandiram para vários países da região.
Seguiram-se Tocuyito (Carabobo, centro-norte), a prisão com maior população carcerária do país; Puente Ayala, em Anzoátegui (leste); La Pica, em Monagas (leste) e o Centro Penitenciário Vista Hermosa, no estado minerador de Bolívar (sul).
A população dessas seis prisões ultrapassava os 8.000 presos, segundo cifras oficiais: 1.600 estavam em Tocorón, 2.000 em Tocuyito, 1.511 em Puente Ayala, 1.496 em La Pica e 503 no Internado Judicial de Trujillo.
Maduro pediu a aplicação de um "regime rigoroso" nessas prisões. "Mão de ferro, disciplina máxima e um sistema penitenciário livre de gangues".
Nessas prisões foram encontrados arsenais de guerra, incluindo explosivos, granadas, armas de grande porte e lançadores de granadas, além de celulares usados pelos presos para cometer crimes como estelionato e extorsão.
Por anos, as prisões do país têm funcionado como "centros de extorsão", um crime amplamente difundido no país, que consiste em ameaças de morte por meio de telefonemas exigindo grandes quantias de dinheiro das vítimas.
Após as intervenções, Ceballos afirmou que na Venezuela há 80 prisões "sob controle do sistema penitenciário". Resta uma sétima a ser tomada.
mbj-pgf/ll/ic/mvv
K.Thomson--BTB