-
Carlos Alberto Parreira apresenta melhora e é transferido para unidade semi-intensiva
-
De Antonelli à Aston Martin: os altos e baixos da primeira metade da temporada de F1
-
Filadélfia comemora chegada de LeBron James: 'Cidade digna de um rei'
-
ONU teme repique da aids com queda de financiamento no combate ao HIV
-
Trump diz haver "boas chances" de alcançar acordo com Irã
-
Espanha e França enfrentam dias cruciais para conter incêndios antes de nova onda de calor
-
Theatro da Paz e Teatro Amazonas são declarados Patrimônio Mundial da Unesco
-
PSG retorna aos treinos sem jogadores da Copa do Mundo
-
Novas ferramentas de IA permitem que leitores conversem com os livros
-
Infantino diz que críticos da Copa do Mundo espalham 'ódio e rumores falsos'
-
Republicanos e democratas enfrentam muitas incógnitas nas eleições legislativas
-
Nvidia lidera aliança global para desenvolver IA aberta de cibersegurança
-
Pirlo anuncia que foi descartado para assumir seleção da Itália
-
Policial detém um homem que feriu a faca três mulheres em Paris
-
Macron visita área devastada por grande incêndio no sudoeste da França
-
Diretora do FMI visita Argentina em demonstração de apoio a Milei
-
Exército do Sudão recupera estrada que leva a cidade sitiada em Cordofão
-
Irã diz que não há negociações com EUA sobre a guerra
-
El Salvador enfrenta incerteza econômica após ofensiva contra as gangues
-
Espanha enfrenta dias cruciais para conter incêndios perto de Madri
-
Grande incêndio na França dá uma trégua antes de nova onda de calor
-
Presidente eleito da Colômbia afirma que vai romper relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua
-
Presidente chinês apoia Lula na oposição à 'interferência externa'
-
Evacuados por incêndios na Espanha fugiram de casa com a roupa do corpo
-
Irã suspende ataques e Trump dá 'margem' para via diplomática
-
Oposição designa candidatos à Presidência de El Salvador para competir com Bukele
-
RD Congo registra mil novos casos de ebola em dez dias
-
Preços do petróleo caem mais de 5% com novas esperanças de acordo EUA-Irã
-
Brasil e Argentina enfrentam crise diplomática após 'agressões' de Milei a Lula
-
Kaalund aproveita desistência de Lyles e triunfa nos 200m nos EUA
-
Condenado por narcotráfico, ex-presidente Hernández volta a Honduras após indulto de Trump
-
Brasil e Argentina enfrentam crise diplomática após 'ofensas' de Milei
-
Milei acusa Brasil, México e democratas dos EUA de financiar 'campanha anti-argentina'
-
Ex-presidente Hernández volta a Honduras agradecido com indulto de Trump
Marcha pela libertação de reféns do Hamas chega a Jerusalém para exigir 'respostas'
Milhares de pessoas que pedem a libertação dos reféns sequestrados em 7 de outubro pelo Hamas chegaram a Jerusalém neste sábado (18) para exigir "respostas" do governo israelense, após uma marcha de quatro dias durante a qual souberam que duas mulheres capturadas pelo movimento islamista foram encontradas mortas em Gaza.
A caminhada, que começou na terça-feira em Tel Aviv, a 60 km de distância, chegou a Jerusalém à tarde e deve terminar em frente ao gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Os manifestantes exibiam bandeiras israelenses e fotos dos reféns.
"Tragam-nos para casa agora", clamava a multidão, convocada pelos familiares dos reféns.
"Mamãe, te esperamos. Volte", dizia a inscrição de um cartaz sob a foto de uma mulher sorridente.
Segundo o exército, os comandos islamistas que mataram 1.200 pessoas em 7 de outubro no sul de Israel sequestraram e levaram para Gaza cerca de 240 reféns.
As famílias acusam o governo israelense de não fornecer informações sobre as medidas para libertar os cativos.
"Queremos respostas", afirmou Ari levi, de 68 anos, cujo primo, Ohad Yahalomi, de 49 anos, e seu sobrinho, Eitan, de 12, estão na lista de sequestrados.
"Não sabemos o que o governo está fazendo, não temos nenhuma informação", disse à AFP.
"Quando Eitan voltar, vou comprar a melhor bicicleta do mundo para ele", acrescentou, antes de cair em prantos.
O Fórum de Famílias de Reféns e Desaparecidos anunciou ao anoitecer que as famílias serão recebidas por "todo o gabinete de guerra", formado após o começo desta crise.
- "Não podemos perder outros" -
A ansiedade sobre a situação dos reféns aumentou na quinta-feira, quando o exército reportou a descoberta do corpo de uma refém, Yehudit Weiss, perto do hospital Al Shifa da Cidade de Gaza, e assegurou que ela foi "assassinada pelos terroristas do Hamas".
E na sexta-feira, afirmou que tinha encontrado o corpo de outra refém, Noa Marciano, uma soldado de 19 anos, durante a revista em um apartamento vizinho ao hospital.
Na segunda-feira, o Hamas informou que a mulher tinha morrido nos bombardeios israelenses.
"Não podemos perder outros", afirmou Yuval Haran, cuja mãe e outros seis familiares fazem parte da lista de reféns.
Várias fontes informaram sobre as negociações em curso, com mediação do Catar, para tentar libertar os reféns em troca de uma trégua nos combates.
Até agora, o governo israelense rejeitou, no entanto, qualquer pedido de um cessar-fogo no conflito com o Hamas, ao qual qualifica como organização terrorista.
Os bombardeios israelenses em represália aos ataques de 7 de outubro já deixaram mais de 12.300 mortos, 5.000 deles crianças, na Faixa de Gaza, segundo o Ministério da Saúde do Hamas, no poder no território desde 2007.
T.Bondarenko--BTB