-
Porta-voz de Trump insiste em se apresentar como advogada apesar de questionamentos sobre suas credenciais
-
Manifestação de universitários termina em confronto com a polícia na Argentina
-
Corinthians vence Colo-Colo (2-0) na estreia da Libertadores feminina
-
Isabel Allende ganha Prêmio Planeta 2026
-
Juventus vira sobre Celta (2-1) e mantém liderança da Liga Europa
-
Houthis atacam sede presidencial no Iêmen e aumentam tensão entre Arábia Saudita e Irã
-
Ameba "comedora de cérebro" é detectada em lagos artificiais no México
-
Polícia e manifestantes entram em confronto durante marcha universitária na Argentina
-
EUA anuncia investimento de mais de US$ 300 milhões no Caribe
-
Governo dos EUA processa Califórnia por não verificar registro de eleitores
-
Lautaro Martinez ficará afastado por cerca de um mês devido a lesão muscular
-
Professores e estudantes protestam na Argentina contra cortes nas universidades
-
Líder opositor da Guiana requisitado pelos EUA segue detido
-
Lisandro Martínez pede desculpas após criticar diretoria do Manchester United
-
Maduro e esposa se declaram inocentes de acusações de tortura em corte dos EUA
-
EUA sanciona banco cubano acusado de vínculos com entidade iraniana
-
Infantino se desculpa, mas é criticado por membros do Conselho Executivo da Fifa
-
CERN e Mistral se unem para desenvolver uma IA voltada à pesquisa científica
-
Houthis do Iêmen atacam sede do governo no sul do país
-
Brasileiro Rafael Câmara correrá pela Haas na Fórmula 1 a partir de 2027
-
Mulher que acusa Russell Brand de estupro diz que ator se comportou como "um monstro"
-
Califórnia submete à votação primeiro imposto aos bilionários nos EUA
-
Sob risco de fechamento, Casa da América Latina de Paris comemora seus 80 anos
-
Arábia Saudita acusa Irã de 'incentivar a escalada' dos houthis do Iêmen
-
Editor-chefe do veículo independente Novaya Gazeta é libertado na Rússia
-
Trump descarta transmissão de execução de condenado por massacre em base militar
-
Zelensky desafia Trump com mais ataques a refinarias russas
-
Editor-chefe do veículo independente Novaya Gazeta é detido na Rússia
-
Mexicano é detido com cobras e lagartos em aeroporto na Alemanha
-
Avanço de Flávio Bolsonaro preocupa guardiões da Amazônia
-
Câncer de Leão XIV abala seu papado
-
Desabamento de teto de escola mata 32 alunos e uma professora no Paquistão
-
IA, uma possível ferramenta para o clima para além de sua pegada de carbono
-
Novos confrontos entre manifestantes e policiais na capital da Albânia
-
ONU alerta para o aumento da pobreza após choque provocado pela guerra no Irã
-
Harry e Meghan fazem primeira aparição pública juntos desde retorno ao Reino Unido
-
Harry Meghan fazem primeira aparição pública juntos desde retorno ao Reino Unido
-
Papa Leão XIV passou 'bem a noite' no hospital, afirma o Vaticano
-
Musk afirma que Zelensky deve deixar o poder na Ucrânia
-
Desabamento de teto de escola mata 27 alunos e um professor no Paquistão
-
Senado aprova PEC do fim da escala 6x1
-
Palmeiras vence Fluminense (2-1) na ida das semifinais da Libertadores
-
Flamengo visita Estudiantes na ida das semifinais da Libertadores
-
Rússia usava gasodutos como "arma", afirma defesa no caso Nord Stream
-
Atlético-MG vence City Torque (3-0) na ida das semifinais da Sul-Americana
Coreia do Norte reforça armamento na fronteira com o Sul após lançamento de satélite
A Coreia do Norte anunciou nesta quinta-feira (23) que reforçou a presença de tropas e armamento na fronteira com a Coreia do Sul após o lançamento de um satélite militar por parte de Pyongyang que, segundo Seul, teve a assistência da Rússia.
Depois de duas tentativas frustras em maio e agosto, Pyongyang conseguiu colocar em órbita na terça-feira (21) o satélite "Malligyong-1" que, segundo a imprensa estatal norte-coreana, já permitiu que o dirigente do país, Kim Jong Un, observasse imagens de bases militares americanas em Guam.
O Serviço Nacional de Inteligência da Coreia do Sul informou ao Parlamento que o lançamento foi bem-sucedido, mas destaco que é cedo para afirmar que o satélite funciona corretamente como alega o Norte.
Também destacou que Pyongyang recebeu apoio de Moscou em seu programa espacial após a reunião de setembro entre Kim Jong Un e o presidente Vladimir Putin no extremo leste da Rússia.
"Depois do encontro com Putin, o Norte apresentou a Moscou os planos e os dados relevantes do primeiro e segundo lançamentos de satélite. A Rússia analisou os dados e forneceu informações ao Norte", afirmou a inteligência sul-coreana, segundo o deputado Yoo Sang-bum.
Depois do lançamento, a Coreia do Sul suspendeu parcialmente um acordo militar de 2018 para reduzir as tensões militares e mobilizou "equipes de vigilância e reconhecimento" na fronteira.
O Ministério da Defesa da Coreia do Norte considerou "temerária" a decisão de Seul e anunciou a suspensão completa do acordo, além de reforçar suas posições militares fronteiriças.
"Vamos posicionar tropas fortemente armadas e equipamentos militares avançados na região", afirmou o Ministério em um comunicado divulgado pela agência estatal de notícias KCNA.
A nota acrescenta que Pyongyang "nunca mais ficará vinculado" ao acordo, segundo a agência.
Além disso, o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul indicou que o país comunista, que possui armas nucleares, lançou um míssil balístico na quinta-feira, mas o disparou falhou.
Yang Moo-jin, reitor da Universidade de Estudos Norte-Coreanos, afirmou que o lançamento do míssil balístico é um presságio do que está por vir.
- "Direito à autodefesa" -
O lançamento do satélite Mallingyong-1, supervisionado por um sorridente Kim Jong Un, foi criticado por Washington, Seul e Tóquio como uma "violação flagrante" ads sanções da ONU.
O ministério norte-coreano insistiu nesta quinta-feira que o lançamento de um satélite está incluído em seu "direito à autodefesa" e minimizou o que chamou de resposta "extremamente histérica" de Seul.
O país acusou a nação vizinha de colocar o acordo em perigo ao intensificar as provocações militares e afirmou que há muito tempo o pacto "foi reduzido a um pedaço de papel".
A Coreia do Sul "deve pagar caro por suas graves e irresponsáveis provocações militares e políticas, que levaram a situação atual a uma fase incontrolável", afirmou o Ministério da Defesa.
A agência estatal norte-coreana anunciou que o satélite iniciará a missão formal de reconhecimento em 1º de dezembro.
Um satélite de espionagem operacional permite à Coreia do Norte melhorar sua capacidade de obter informações, em particular da Coreia do Sul, e de conseguir dados que podem ser cruciais em eventual conflito, segundo analistas.
Para o governo dos Estados Unidos, isto representa uma violação das resoluções da ONU que impedem Pyongyang de desenvolver tecnologia balística, aplicada tanto no lançamento de mísseis como de satélites.
B.Shevchenko--BTB