-
Porta-voz da Casa Branca deixa o cargo uma semana após ser nomeada por Trump
-
Após choque energético, ONU adverte sobre possível crise alimentar mundial
-
NBA restringe alguns tipos de apostas para nova temporada
-
Trump diz que sua nova porta-voz presidencial deveria 'reconsiderar' sua nomeação
-
Donos de boate que desabou na República Dominicana podem enfrentar até 20 anos de prisão
-
Das redes sociais ao voto, os jovens influenciadores na vanguarda conservadora no Brasil
-
Do hospital, papa pede cessar-fogo em região do sul da Ucrânia
-
Ex-zagueiro francês Raphaël Varane cria plataforma para assessorar jogadores
-
Alemanha aprova sistema de poupança para aposentadoria desde a infância
-
Sean 'Diddy' Combs é transferido de prisão após relatos de tratamento preferencial
-
Argentina iniciará era pós-Messi com amistosos contra Uruguai e Costa Rica
-
Presidente do Equador anuncia que Colômbia retoma a venda de eletricidade
-
Zelensky obtém apoio europeu em meio à nova disposta com Trump
-
Jogador de rúgbi sul-africano morre antes de jogo na França
-
Noosha Aubel: nieudolne zarządzanie zamiast nowego początku — czy nadburmistrzyni Poczdamu potrafi sprostać wymaganiom swojego urzędu?
-
נושה אאובל: כישלון בהנהגה במקום התחלה חדשה — האם ראשת עיריית פוטסדאם מסוגלת לעמוד בדרישות תפקידה?
-
Casa Branca nega que Trump tenha ordenado reduzir serviços da Starshield na Ucrânia
-
Colonos atacam jornalista americana na Cisjordânia ocupada
-
Carrick diz que Manchester United já virou a página após críticas de Lisandro Martínez
-
Swiatek avança à semifinal do WTA 1000 de Wuhan; Svitolina é eliminada
-
Jódar vai à semifinal do Masters 1000 de Xangai e se aproxima do ATP Finals
-
Νούσα Άουμπελ: Αποτυχία στην ηγεσία αντί για μια νέα αρχή — ανταποκρίνεται η δήμαρχος του Πότσδαμ στις απαιτήσεις του αξιώματός της;
-
Democratas superam republicanos na arrecadação de fundos antes das eleições
-
Técnico do Barça confirma recuperação de Raphinha, mas prega cautela quanto a retorno
-
Após quatro anos de guerra, Kiev ganha seu primeiro abrigo antiaéreo em via pública
-
Papa celebra missa no hospital três dias após cirurgia
-
França e Alemanha oficializam acordo que desacelera transição total a veículos elétricos
-
Cidade mexicana do 'papel picado' se enche de arte e cor no Dia dos Mortos
-
Noosha Aubel: Yeni bir başlangıç yerine yönetim başarısızlığı — Potsdam Belediye Başkanı görevinin gereklerini yerine getirebiliyor mu?
-
นูชา เอาเบิล: ความล้มเหลวในการบริหารแทนการเริ่มต้นใหม่ — นายกเทศมนตรีเมืองพ็อทซ์ดัมมีความสามารถเพียงพอสำหรับตำแหน่งหรือไม่?
-
'Desigualdade real': Protestos revelam o abismo educacional na França
-
नूशा आउबेल: नई शुरुआत के बजाय नेतृत्व की विफलता — क्या पोट्सडाम की महापौर अपने पद की जिम्मेदारियाँ निभाने में सक्षम हैं?
-
IA ajuda historiadores a decifrar mensagens napoleônicas e papiros carbonizados
-
누샤 아우벨: 새로운 출발 대신 드러난 리더십 실패 — 포츠담 시장은 과연 직무를 감당할 능력이 있는가?
-
ヌーシャ・アウベル:再出発どころか指導力の欠如――ポツダム市長に、その職責を果たす能力はあるのか?
-
noosha-aubel-lingdao-shibai-bocitan-shizhang-nengfou-shengren
-
نوشا أوبل: فشل قيادي بدلًا من بداية جديدة — هل رئيسة بلدية بوتسدام على قدر مسؤوليات منصبها؟
-
CEO da Nvidia prevê que todas as empresas serão companhias de IA
-
Нуша Аубель: провал управління замість нового початку — чи відповідає обербургомістерка Потсдама своїй посаді?
-
Nova chefe de imprensa de Trump admite que reprovou no exame de advocacia
-
Noosha Aubel: fracasso na liderança em vez de um novo começo — estará a presidente da Câmara de Potsdam à altura do cargo?
-
UE reafirma apoio a Zelensky durante momento de tensão com Trump
-
Elon Musk apresenta carro 'voador' da Tesla
-
Nova secretária de imprensa de Trump minimiza potencial da China por falta de 'banheiros adequados'
-
'Subsidiar combustíveis fósseis equivale a subsidiar o suicídio', denuncia secretário-geral da ONU
-
Presidente do Fed diz que IA é a 'mudança mais importante' para a economia que já viu
-
Três crianças e um professor são mortos em ataque armado em escola no Oregon, EUA
-
Seul descarta ceticismo de Pyongyang por teste de arma hipersônica
-
Três crianças e um profesor são mortos em ataque armado em escola no Oregon, EUA
-
Flamengo empata sem gols com Estudiantes na ida da semifinal da Libertadores
EUA frustra resolução do Conselho de Segurança que pedia cessar-fogo em Gaza
Os Estados Unidos bloquearam nesta sexta-feira (8) uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que pedia um "cessar-fogo humanitário imediato" na Faixa de Gaza, onde o Exército israelense trava duros combates com o movimento islamista palestino Hamas.
A resolução da máxima instância das Nações Unidas, redigida pelos Emirados Árabes Unidos e que contava com o apoio de 100 países, recebeu 13 votos a favor, um contra (Estados Unidos) e uma abstenção (Reino Unido).
Antes do votação, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que "a violência cometida pelo Hamas" não pode "justificar, em nenhum caso, a punição coletiva do povo palestino".
Guterres invocou na quarta-feira o artigo 99 da carta da organização para convocar uma reunião de emergência do Conselho de Segurança e aliviar a situação catastrófica na Faixa de Gaza.
Mas os Estados Unidos, o principal aliado de Israel e um dos cinco membros permanentes do Conselho, exerceram seu poder de veto no órgão máximo de decisão da ONU.
Desde 7 de outubro, Israel bombardeia o território palestino em resposta ao ataque cometido por combatentes do Hamas contra o seu território, no qual mataram aproximadamente 1.200 pessoas, a maioria civis, e sequestraram cerca de 240, segundo as autoridades israelenses.
Em paralelo aos bombardeios, Israel, que prometeu "aniquilar" o Hamas, realiza desde 27 de outubro operações terrestres em Gaza, reduzida a escombros.
Os combates entre as tropas israelenses e os milicianos islamistas se concentram atualmente em Khan Yunis, a cidade mais importante do sul da Faixa, mas também prosseguem no norte, na Cidade de Gaza e em Jabaliya.
O Hamas, classificado como grupo terrorista por Estados Unidos e União Europeia, denuncia que mais de 17.400 palestinos, a maioria civis, morreram até agora nas ações militares israelenses.
- 'Hecatombe de vidas palestinas' -
O Exército israelense afirmou que atingiu 450 alvos em Gaza nas últimas 24 horas e que encontrou partes de foguetes, lançadores e outras armas na Universidade Al Azhar na Cidade de Gaza.
Em Khan Yunis, o Exército anunciou que estava avançando "casa a casa" para encontrar combatentes de Hamas, que governa o pequeno território desde 2007.
As tropas expandiram esta semana suas operações para o sul da Faixa, onde centenas de milhares de civis buscaram refúgio e se encontram agora bloqueados.
"Os que sobreviveram aos bombardeios correm agora um risco iminente de morrer de fome e doenças", advertiu a ONG Save the Children junto com outras organizações não governamentais, que denunciam uma situação "apocalíptica".
O chefe da Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA, na sigla em inglês), Philippe Lazzarini, pediu nesta sexta um "cessar-fogo humanitário imediato" para evitar uma "hecatombe de vidas palestinas".
Desde 9 de outubro, Israel impõe um cerco quase total à Faixa, o que impede a chegada de água, comida, medicamentos e eletricidade.
Os bombardeios israelenses apenas foram interrompidos durante a trégua de uma semana que entrou em vigor em 24 de novembro, negociada com a mediação do Catar, Egito e Estados Unidos.
Durante o cessar-fogo, Israel e Hamas trocaram reféns por prisioneiros palestinos mantidos em prisões israelenses.
Mas as autoridades israelenses afirmam que ainda há 138 reféns em Gaza, onde 93 soldados israelenses morreram desde o início da ofensiva.
A força armada reconheceu nesta sexta que fracassou em uma operação para libertar reféns e que a operação teve como saldo dois soldados feridos. O Hamas, por sua vez, afirma que um refém morreu.
- EUA veta resolução -
Diante da "situação catastrófica" em Gaza, o Conselho de Segurança deveria se pronunciar sobre um chamado a um cessar-fogo.
Mas antes da votação, os Estados Unidos indicaram que não apoiariam essa moção.
"Os Estados Unidos apoiam firmemente uma paz duradoura, na qual ambos, israelenses e palestinos, possam viver em paz e com segurança, mas não apoiamos os pedidos de um cessar-fogo imediato" em Gaza, declarou o embaixador adjunto dos Estados Unidos na ONU, Robert Wood.
Uma trégua "semearia as sementes da próxima guerra", pois o Hamas "não deseja uma paz duradoura", acrescentou.
Desde o início da guerra, o Conselho de Segurança apenas conseguiu adotar uma resolução que pediu "pausas e corredores humanitários" em Gaza.
A ONG Médicos Sem Fronteiras denunciou na sexta-feira que "a inação do Conselho de Segurança das Nações Unidas e os vetos dos Estados-membros, em particular dos Estados Unidos, os tornam cúmplices do massacre em curso".
Segundo a ONU, mais da metade das casas ficaram destruídas ou danificadas no território e 1,9 milhão de pessoas, 85% da população, estão deslocadas.
A guerra reacendeu também as tensões na Cisjordânia, um território palestino ocupado por Israel desde 1967. A Autoridade Palestina indicou que as forças israelenses mataram a tiros seis palestinos em um campo de refugiados.
Questionado pela AFP, o Exército israelense indicou que realizou uma operação e deteve dois conhecidos "terroristas", que já tinham sido presos anteriormente.
M.Ouellet--BTB