-
'Star Trek' comemora na Comic-Con 60 anos de exploração do universo
-
Atropelamento deixa ao menos um morto e 15 feridos após marcha do Orgulho em Berlim
-
Suposto atropelamento após marcha do Orgulho deixa 1 morto e 15 feridos em Berlim
-
Desalojados pelos incêndios perto de Madri temem um 'desastre' natural
-
Noah Lyles se classifica para final dos 200 metros no Campeonato Americano de Atletismo
-
Incêndios sem controle devastam Espanha e França e forçam evacuação de 260.000 pessoas
-
Guterres pede apoio para a Síria na primeira visita de um chefe da ONU desde 2009
-
Messi não participará do Jogo das Estrelas da MLS pelo terceiro ano consecutivo
-
Em nome do pai, Flávio Bolsonaro oficializa candidatura à Presidência
-
Norris conquista pole do GP da Hungria e Bortoleto é 14º; Hamilton e Antonelli são sancionados
-
Governo Trump enfrenta pressões diante do auge da IA chinesa
-
Hamilton e Antonelli são sancionados e perdem 3 posições no grid do GP da Hungria
-
Técnico do Newcastle tem dúvidas sobre permanência de Bruno Guimarães no clube
-
Quase 260.000 deslocados por incêndios que assolam Espanha e França
-
Norris supera Ferraris e conquista pole do GP da Hungria; Bortoleto é 14º
-
Atlético de Madrid contrata meio-campista sul-coreano Kang-In Lee, do PSG
-
Flávio Bolsonaro: um presidenciável à sombra do pai
-
Com dificuldades, Flávio Bolsonaro oficializa candidatura à Presidência
-
Manchester City renova com zagueiro uzbeque Khusanov por cinco anos
-
Quase 270.000 deslocados por incêndios que assolam Espanha e França
-
Em tempos de guerra, execuções no Irã se intensificam
-
Movimento estudantil consegue forçar renúncia do ministro da Educação na Índia
-
Huthis reivindicam ataque na Arábia Saudita, a nova frente da guerra no Oriente Médio
-
Flávio Bolsonaro oficializa candidatura à Presidência
-
Mais de 175.000 deslocados por incêndios que assolam Espanha e França
-
Guterres pede apoio à Síria na primeira visita de um chefe da ONU desde 2009
Israel bombardeia Gaza e divergência aumenta com governo dos Estados Unidos
Israel bombardeou nesta quinta-feira (14) a Faixa de Gaza, enquanto aguarda a visita a Jerusalém de um funcionário de alto escalão da Casa Branca e cresce a divergência com o governo dos Estados Unidos, que fez um apelo por moderação em sua guerra contra o Hamas.
A guerra, que já tem mais de dois meses, começou após os ataques de 7 de outubro do grupo islamista palestino Hamas contra Israel, que segundo as autoridades deixaram 1.200 mortos, a maioria civis.
A resposta israelense deixou Gaza em ruínas, com mais de 18.600 mortos, a maioria mulheres e menores de idade, segundo o Ministério da Saúde controlado pelo Hamas. Casas, estradas, escolas e hospitais foram destruídos.
Segundo o ministério, os bombardeios israelenses na manhã desta quinta-feira mataram pelo menos 19 pessoas na Faixa de Gaza.
Na Cisjordânia, que também registrou um aumento da violência desde 7 de outubro, a Autoridade Palestina anunciou que duas pessoas morreram nos ataques israelenses contra a cidade de Jenin.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, cujo governo forneceu bilhões de dólares em ajuda militar a Israel, fez na quarta-feira a crítica mais dura até o momento, ao afirmar que o "bombardeio indiscriminado" israelense contra Gaza enfraquece o apoio internacional.
Apesar da crítica, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reiterou: "Continuaremos até o fim. Não há nenhuma dúvida. Digo isso com grande dor, mas também à luz da pressão internacional. Nada irá nos deter. Iremos até o fim, até a vitória".
E o ministro das Relações Exteriores, Eli Cohen, destacou que a guerra contra o Hamas continuará "com ou sem apoio internacional".
O conselheiro de Segurança Nacional de Biden, Jake Sullivan, deve chegar nesta quinta-feira em Jerusalém para conversar com Netanyahu e seu gabinete de guerra.
Antes da viagem, Sullivan declarou em um evento do Wall Street Journal que discutirá um calendário para o fim da guerra e que pretende pedir às autoridades israelenses para "avançar a uma fase diferente das operações de alta intensidade que vemos hoje".
Netanyahu também admitiu "divergências" com Washington sobre como Gaza será administrada depois do conflito.
O líder do Hamas, Ismail Haniyeh, declarou na quarta-feira que "qualquer discussão sobre Gaza ou a causa palestina sem a presença do Hamas, ou das facções da resistência, será uma ilusão".
Também disse que o Hamas está preparado para negociações que levem a um "caminho político que assegure o direito do povo palestino a um Estado independente com Jerusalém como sua capital".
J.Horn--BTB