-
Ex-promotor que denunciava vínculos de políticos com gangues é morto na Guatemala
-
Arábia Saudita intercepta drones sobre Riade e outras regiões
-
City vence Ipswich (3-2) com 2 gols de Haaland; Liverpool sofre para derrotar Brentford
-
'Estou triste': crianças tentam lidar com tragédia após ataque a tiros em escola do Oregon
-
Napoli perde na visita ao lanterna Venezia (1-0) e pressão sobre Allegri aumenta
-
Bukele esclarece que libertação antecipada será para colaboradores ocasionais de gangues
-
João Fonseca encerra sua temporada e vai focar em 2027
-
Leão XIV retorna ao Vaticano após cirurgia para tratar câncer de pulmão
-
Davidovich ou Jódar: Xangai terá, pela primeira vez, um espanhol campeão
-
Libertado o líder do movimento das 'baratas' da Índia
-
'Tomamos a Bastilha': Protestos contra o custo de vida abalam a França
-
Como apostas sobre as eleições brasileiras se tornaram falsas pesquisas?
-
'Estamos sufocando': Protestos contra o custo de vida abalam a França
-
Trump isenta Rússia de novas sanções e Moscou comemora
-
FMI e Banco Mundial encerram suas assembleias entre 'otimismo' e 'preocupação'
-
Leão XIV retorna ao Vaticano neste sábado após cirurgia no pulmão
-
Céline Dion se despede de Paris em seu último show antes de voltar em maio
-
Flávio Bolsonaro diz que não planeja dar um cargo ao pai se for eleito
-
Noosha Aubel: vezetői kudarc új kezdet helyett – alkalmas-e Potsdam polgármestere a tisztsége betöltésére?
-
نوشا آوبل: ناکامی در مدیریت بهجای آغازی نو؛ آیا شهردار پوتسدام از عهدهٔ مسئولیتهایش برمیآید؟
-
Нуша Аубел: управленски провал вместо ново начало — на висотата на поста си ли е кметицата на Потсдам?
-
Noosha Aubel: eșec la conducere în locul unui nou început – este primărița Potsdamului la înălțimea funcției sale?
-
Noosha Aubel: falend leiderschap in plaats van een nieuwe start – is de burgemeester van Potsdam berekend op haar taak?
-
Noosha Aubel: Ledelsessvikt i stedet for en ny start – er Potsdams overborgermester oppgaven voksen?
-
Noosha Aubel: Misslyckat ledarskap i stället för en nystart – är Potsdams överborgmästare vuxen uppgiften?
-
Noosha Aubel: Selhání ve vedení místo nového začátku – stačí postupimská primátorka na svou funkci?
-
Trump exime Rússia de novas sanções aprovadas pelo Congresso
-
Coreia do Norte testa sistema de torpedo com inteligência artificial
-
Primeira-dama da Colômbia nega irregularidades em doações por terremoto
-
Musk apresenta 'carro voador' da Tesla
-
Zelensky obtém apoio europeu em meio a nova disputa com Trump
-
Irã nega envolvimento em ataques houthis e desmente Arábia Saudita
-
Bolívia recebe primeira visita de Estado de um presidente chileno em 71 anos
-
Jovem suspeito de ataque a tiros nos EUA parecia solitário e retraído, dizem vizinhos
-
Protestos abalam Albânia pelo quarto dia e premier denuncia interferência estrangeira
-
Conselho de Segurança veta candidatos a chefe da ONU em nova votação preliminar
-
'Sportswashing' ou investimento? Ruanda enfrenta desafio de receber a Fórmula 1
-
Vinícius Júnior encara desafio de recuperar sua melhor forma
-
Morre Chiaki Ishii, primeiro medalhista olímpico do Brasil no judô
-
Putin diz que um de seus principais objetivos é conquistar região de Donetsk
-
Real Madrid exige demissão do presidente da LaLiga por comparação com métodos da propaganda nazista
Zelensky admite que 'ninguém' sabe quando a guerra da Ucrânia vai acabar
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, reconheceu, nesta terça-feira (19), que "ninguém" sabe quando vai terminar a guerra na Ucrânia e advertiu para o "forte impacto" que teria no conflito uma eventual vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos.
"Penso que ninguém sabe a resposta [...] nem sequer nossos comandantes, nem nossos aliados ocidentais", disse Zelensky, ao ser perguntado sobre quando vai terminar o conflito entre Ucrânia e Rússia.
O líder ucraniano fez essas declarações em sua grande entrevista coletiva de fim de ano, na qual propôs mobilizar "450.000 ou 500.000 soldados" diante da falta de tropas do Exército no front.
Zelensky também falou sobre como as eleições americanas, previstas para novembro de 2024, podem afetar a guerra.
Ele reconheceu que o republicano Trump tem "uma personalidade diferente" da do democrata Joe Biden e que isso terá como reflexo "uma política diferente".
"Se a política do próximo presidente, independentemente de quem seja, for distinta em relação à Ucrânia, mais fria ou mais econômica, então acredito que isso terá um forte impacto no desenvolvimento da guerra", advertiu.
No entanto, expressou sua esperança de que Washington não faça mudanças em seu apoio militar e econômico à Ucrânia, que é essencial para Kiev na guerra com a Rússia.
As eleições presidenciais dos Estados Unidos estão previstas para o início de novembro de 2024 e muitos analistas consideram que poderiam representar um ponto de inflexão no apoio do Ocidente à Ucrânia.
Em diversas ocasiões, Trump manifestou suas reticências à ajuda que Washington fornece a Kiev.
"Tenho confiança de que os Estados Unidos não vão nos trair e vão respeitar o que foi acordado", afirmou Zelensky.
O presidente ucraniano realizou esta coletiva depois de um ano marcado por poucos avanços do Exército ucraniano em sua contraofensiva, iniciada em junho.
Contudo, Zelensky destacou "a grande vitória" do Exército ucraniano no Mar Negro, onde, com seus ataques, as tropas de Kiev obrigaram os navios russos a recuarem e isso facilitou a criação de corredores marítimos para que a Ucrânia pudesse seguir exportando grãos.
T.Bondarenko--BTB