-
Guterres pede apoio para a Síria na primeira visita de um chefe da ONU desde 2009
-
Messi não participará do Jogo das Estrelas da MLS pelo terceiro ano consecutivo
-
Em nome do pai, Flávio Bolsonaro oficializa candidatura à Presidência
-
Norris conquista pole do GP da Hungria e Bortoleto é 14º; Hamilton e Antonelli são sancionados
-
Governo Trump enfrenta pressões diante do auge da IA chinesa
-
Hamilton e Antonelli são sancionados e perdem 3 posições no grid do GP da Hungria
-
Técnico do Newcastle tem dúvidas sobre permanência de Bruno Guimarães no clube
-
Quase 260.000 deslocados por incêndios que assolam Espanha e França
-
Norris supera Ferraris e conquista pole do GP da Hungria; Bortoleto é 14º
-
Atlético de Madrid contrata meio-campista sul-coreano Kang-In Lee, do PSG
-
Flávio Bolsonaro: um presidenciável à sombra do pai
-
Com dificuldades, Flávio Bolsonaro oficializa candidatura à Presidência
-
Manchester City renova com zagueiro uzbeque Khusanov por cinco anos
-
Quase 270.000 deslocados por incêndios que assolam Espanha e França
-
Em tempos de guerra, execuções no Irã se intensificam
-
Movimento estudantil consegue forçar renúncia do ministro da Educação na Índia
-
Huthis reivindicam ataque na Arábia Saudita, a nova frente da guerra no Oriente Médio
-
Flávio Bolsonaro oficializa candidatura à Presidência
-
Mais de 175.000 deslocados por incêndios que assolam Espanha e França
-
Guterres pede apoio à Síria na primeira visita de um chefe da ONU desde 2009
-
EUA avalia ataques mais duros contra Irã
-
SpaceX realiza com sucesso voo de teste da Starship, o primeiro desde sua estreia na bolsa
-
Um minuto de silêncio entre escombros na Venezuela, um mês após terremotos
-
EUA registra recorde de casos de sarampo em 35 anos
-
Peru e Venezuela concordam em retomar relações rompidas em 2024
-
Governo confirma recrutamento de panamenhos para guerra na Ucrânia
-
Petro diz que presidente eleito da Colômbia "obedece" ao governo dos EUA
-
Paramount concorda em adiar fusão com Warner Bros.
-
Peru volta a ter Congresso bicameral após três décadas
-
UE poderá pagar 'preço muito alto' por multa ao Google, ameaça Trump
Xi afirma que China estará 'seguramente reunificada' em discurso de Ano Novo
A China "seguramente se reunificará", declarou neste domingo (31) o presidente Xi Jinping durante seu discurso de Ano Novo, informou a mídia estatal.
"Todos os chineses de ambas as costas do estreito de Taiwan deveriam estar unidos por um objetivo comum e compartilhar a glória do rejuvenescimento da nação chinesa", disse Xi, segundo o resumo do discurso difundido pela emissora oficial CCTV.
Durante uma reunião em meados de novembro com o presidente dos Estados Unidos Joe Biden, Xi Jinping já tinha assinalado que a reunificação de Taiwan era "inevitável".
A China considera Taiwan como uma província que ainda não conseguiu unificar ao restante de seu território desde o fim da guerra civil em 1949.
Pequim, que não exclui a possibilidade de conquistar a ilha pela força, exerce forte pressão militar e econômica sobre Taiwan desde 2016, quando chegou ao poder Tsai Ing-wen, do Partido Democrático Progressista (PDP) que, segundo Pequim, empenha-se em defender a independência.
Para Taipei, Pequim aumentou a pressão militar nos últimos meses em torno da ilha, antes das eleições presidenciais de janeiro.
Por outro lado, no plano econômico, Xi considerou que a economia chinesa é "mais resistente e mais dinâmica" do que era.
Sobrecarregada por uma gestão muito dispendiosa da crise da covid-19, a segunda maior economia mundial mal conseguiu se recuperar em 2023.
Mesmo assim, segundo Xi Jinping, a economia do gigante asiático conseguiu dominar a tormenta no ano que está por terminar.
Contudo, a taxa de desemprego entre os jovens, que bate recordes, a falta de confiança dos consumidores e a crise de endividamento persistente no setor imobiliário, que é crucial para o país, também minaram o crescimento.
Além disso, a atividade industrial continuou retrocedendo em dezembro, segundo dados oficiais publicados neste domingo.
E, apesar de alguns sinais alentadores, como o crescimento de 4,9% do PIB no terceiro trimestre (melhor que o previsto), Pequim poderá ter dificuldades em alcançar sua meta de crescimento anual de cerca de 5%, a mais modesta em anos.
O.Bulka--BTB