-
Manifestantes ocupam praça de Lisboa em protesto contra aumento do custo de vida
-
EUA exime Rússia de novas sanções e Moscou comemora
-
França registra distúrbios e saques após protestos contra custo de vida elevado
-
Inter de Milão vence Bologna de virada (3-1) e lidera Italiano
-
Dembélé brilha e PSG vence Strasbourg de virada (3-1) no Francês
-
Bayern goleia Leipzig (6-1) com hat-trick de Luis Díaz e lidera a Bundesliga
-
Colonos israelenses atacam comitiva de diplomatas europeus na Cisjordânia
-
Barça derrota Betis (5-2) e mantém campanha 100% no Espanhol
-
Ex-promotor que denunciava vínculos de políticos com gangues é morto na Guatemala
-
Arábia Saudita intercepta drones sobre Riade e outras regiões
-
City vence Ipswich (3-2) com 2 gols de Haaland; Liverpool sofre para derrotar Brentford
-
'Estou triste': crianças tentam lidar com tragédia após ataque a tiros em escola do Oregon
-
Napoli perde na visita ao lanterna Venezia (1-0) e pressão sobre Allegri aumenta
-
Bukele esclarece que libertação antecipada será para colaboradores ocasionais de gangues
-
João Fonseca encerra sua temporada e vai focar em 2027
-
Leão XIV retorna ao Vaticano após cirurgia para tratar câncer de pulmão
-
Davidovich ou Jódar: Xangai terá, pela primeira vez, um espanhol campeão
-
Libertado o líder do movimento das 'baratas' da Índia
-
'Tomamos a Bastilha': Protestos contra o custo de vida abalam a França
-
Como apostas sobre as eleições brasileiras se tornaram falsas pesquisas?
-
'Estamos sufocando': Protestos contra o custo de vida abalam a França
-
Trump isenta Rússia de novas sanções e Moscou comemora
-
FMI e Banco Mundial encerram suas assembleias entre 'otimismo' e 'preocupação'
-
Leão XIV retorna ao Vaticano neste sábado após cirurgia no pulmão
-
Céline Dion se despede de Paris em seu último show antes de voltar em maio
Biden acusa Trump de usar a retórica nazista
Joe Biden acusou, nesta sexta-feira (5), Donald Trump de utilizar a linguagem da Alemanha nazista e de representar uma ameaça à democracia, em um comício com o qual espera impulsionar sua campanha para as eleições presidenciais de novembro.
Trump, favorito à indicação republicana para as eleições presidenciais, afirmou em vários comícios que os migrantes que entram ilegalmente "estão envenenando o sangue" do país, o que lhe rendeu comparações com Adolf Hitler e o fascismo.
A Casa Branca condenou o ex-presidente diversas vezes por essas declarações. Contudo, nesta sexta-feira, Biden deu um passo adiante, repreendendo-o em um discurso importante em que se mostrou combativo.
"Ele fala do sangue dos americanos que está envenenado, ecoando exatamente a mesma linguagem usada na Alemanha nazista", afirmou no estado da Pensilvânia.
O magnata "postou com orgulho nas redes sociais as palavras que melhor definem sua campanha de 2024", ou seja, "vingança", "poder", "ditadura", acrescentou. "Não há confusão sobre quem é Trump e o que ele pretende fazer".
O ex-presidente republicano "está disposto a sacrificar nossa democracia e assumir o poder" com uma campanha "obcecada com o passado, não com o futuro", disse o democrata de 81 anos.
Biden escolheu um local simbólico para seu discurso perto de Valley Forge, onde George Washington reagrupou as forças americanas durante a guerra de independência, há quase 250 anos.
- "Violência política" -
Lá, o presidente democrata afirmou que Trump não conseguiu evitar o ataque de uma multidão ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021 e acusou o magnata e seus apoiadores de continuarem abraçando a "violência política" antes das eleições de 2024.
Trump foi absolvido em dois julgamentos políticos por seu suposto papel no ataque ao Capitólio, um assunto polêmico nos Estados Unidos: um quarto dos americanos acredita, sem provas, que o FBI estava por trás da insurreição, segundo uma pesquisa do Washington Post e da Universidade de Maryland publicada esta semana.
"Quatro anos mais!", gritaram os simpatizantes do democrata, que está atrás ou lado a lado com Trump nas pesquisas.
Seu discurso mostra que Biden encara a corrida presidencial como uma eleição direta entre ele e Trump, apesar de as primárias para escolher o candidato republicano começarem em 15 de janeiro e durarem meses.
Trump, de 77 anos, agora enfrenta várias acusações criminais por supostamente tentar alterar os resultados das eleições de 2020, nas quais foi derrotado por Biden.
Os estados americanos do Colorado e Maine o proibiram de concorrer nas primárias republicanas porque consideram que ele participou de "uma insurreição ou rebelião", mas ele desafiou ambas as decisões nos tribunais.
Seu porta-voz, Steven Cheung, contra-atacou imediatamente ao discurso do presidente democrata.
"Biden é a verdadeira ameaça à democracia ao transformar o governo em uma arma para perseguir seu principal oponente político e interferir nas eleições de 2024", afirmou.
Em Valley Forge, onde Washington reuniu as forças americanas que lutaram contra os britânicos durante o rigoroso inverno de 1777-78, Biden fez uma oferenda floral.
Seu discurso estava programado para sábado, mas foi antecipado em um dia devido a uma tempestade de inverno iminente.
O esforço para impulsionar a cambaleante campanha de Biden continuará na segunda-feira com uma visita a uma igreja na Carolina do Sul, onde um supremacista branco matou a tiros nove fiéis negros em 2015.
Alguns democratas criticaram Biden por demorar a iniciar a campanha.
O presidente não conseguiu convencer os eleitores de que a economia está melhorando. Apesar do crescimento inesperado do emprego em dezembro, ele reconheceu nesta sexta-feira em um comunicado que "alguns preços ainda estão muito altos para muitos americanos".
Ele enfrenta outros obstáculos, como a imigração, a divisão em seu partido por seu apoio à guerra de Israel contra o movimento islamista palestino Hamas, ou o bloqueio no Congresso à sua solicitação de mais fundos para a Ucrânia.
Mas talvez a maior vulnerabilidade de Biden seja sua idade, especialmente após uma série de quedas e gafes.
O.Bulka--BTB