-
Peru e Venezuela concordam em retomar relações rompidas em 2024
-
Governo confirma recrutamento de panamenhos para guerra na Ucrânia
-
Petro diz que presidente eleito da Colômbia "obedece" ao governo dos EUA
-
Paramount concorda em adiar fusão com Warner Bros.
-
Peru volta a ter Congresso bicameral após três décadas
-
UE poderá pagar 'preço muito alto' por multa ao Google, ameaça Trump
-
Sinner e Djokovic desistem do Masters 1000 de Montreal
-
Karim Khan é destituído de suas funções como procurador do TPI
-
Tribunal dos EUA considera ilegais barreiras contra pílula abortiva
-
Ferrari mostra suas garras para a Mercedes nos treinos livres do GP da Hungria de F1
-
Ex-ministro e aliado de Maduro se declara inocente de lavagem de dinheiro nos EUA
-
CAS analisará recurso do Senegal sobre Copa Africana de Nações em outubro
-
Sensação na internet, macaco Punch comemora seu primeiro aniversário
-
Rodri passará por cirurgia nas costas, confirma novo técnico do City
-
Mark van Bommel é o novo técnico da seleção da Bélgica
-
Chamas forçam milhares a fugir por terra e mar de seu paraíso de veraneio na França
-
LeBron James anuncia que jogará pelo Philadelphia 76ers
-
Técnico da Espanha diz que comportamento dos jogadores argentinos após a final da Copa foi 'intolerável'
-
Vários incêndios cercam Madri e obrigam a evacuar milhares de pessoas na França e na Espanha
-
Brasil proíbe produção e venda de foie gras
-
Jürgen Klopp é anunciado como novo técnico da seleção da Alemanha
-
'O fogo te devora', diz morador evacuado pelo incêndio sem precedentes perto de Madri
-
Росія після Путіна: «Парламент із шансом в один відсоток»
-
Россия после Путина: «Парламент с шансом в один процент»
-
A Rússia pós-Putin: O «Parlamento com uma hipótese de 1%»
-
IA se tornou poderosa demais para ser controlada?
-
Incêndios cercam Madri e obrigam a evacuações na França e Espanha
-
Ao menos 21 mortos em ataques de longo alcance na Rússia e na Ucrânia
-
Trump retorna ao jantar dos correspondentes três meses após ataque caótico
-
Hungria anuncia investigação sobre zebras pertencentes a associado de Orbán
-
Bairros no Peru com o nome de 'Keiko Fujimori' esperam que presidente eleita cumpra promessas
-
Israel prepara 'operação antiterrorista' na Cisjordânia após violência mortal
-
Buscas por desaparecidos continuam um mês após terremotos na Venezuela
-
Montanhista suíço morre e mulher de 99 anos é resgatada no Monte Fuji
-
Seis candidatos para dirigir a ONU se enfrentam em debate televisivo
-
UE acusa TikTok de expor menores a riscos online
-
Ucrânia ataca com drones depósito de gigante comercial russo perto de São Petersburgo
-
Incêndios colocam Espanha em 'situação dramática' e obrigam a deslocamentos na França
UNRWA é a 'espinha dorsal' da ajuda humanitária a Gaza, diz chefe da ONU
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, classificou nesta quarta-feira (31) a Agência de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA, na sigla em inglês) da sua organização como a "espinha dorsal" da ajuda a Gaza, após a suspensão do financiamento de vários países devido às acusações israelenses de que 12 funcionários da UNRWA participaram nos ataques de 7 de outubro.
"Ontem me reuni com os doadores para ouvir as suas preocupações e expor as medidas que estamos tomando para as resolvê-las (...). A UNRWA é a espinha dorsal de toda a resposta humanitária em Gaza", disse Guterres a um comitê da ONU sobre os direitos dos palestinos.
Suspender o financiamento da UNRWA é "perigoso e levaria ao colapso do sistema humanitário em Gaza", afirmaram na terça-feira os diretores das agências da ONU, em uma declaração conjunta.
A disputa se intensificou na terça-feira, depois de Israel ter acusado a UNRWA de permitir que o Hamas utilizasse a infraestrutura da agência em Gaza para atividades militares.
A UNRWA afirmou que agiu prontamente diante das acusações de Israel de que 12 de seus funcionários estavam envolvidos em ataques do Hamas.
Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Japão estão entre os países que suspenderam a entrega de dinheiro à agência por conta dessas acusações.
A agência da ONU está há muito tempo sob escrutínio de Israel, que a acusa de agir sistematicamente contra os interesses israelenses.
Israel prometeu encerrar o trabalho da agência em Gaza depois da guerra e dobrou sua aposta na terça-feira, quando o porta-voz do governo, Eylon Levy, disse que a UNRWA "foi fundamentalmente comprometida".
Ele acusou a agência de "contratar terroristas em grande escala, deixar a sua infraestrutura ser usada para atividades militares do Hamas e depender do Hamas para a distribuição de ajuda na Faixa de Gaza".
A coordenadora da ONU de ajuda a Gaza, Sigrid Kaag, afirmou na terça-feira que "não tem como qualquer organização substituir a tremenda capacidade" da UNRWA, que fornece assistência e abrigo para cerca de 1,7 milhão de pessoas.
Após o ataque de 7 de outubro contra Israel, que causou a morte de cerca de 1.140 pessoas, a maioria civis, segundo uma contagem da AFP baseada em números oficiais, o seu Exército lançou uma devastadora ofensiva aérea, terrestre e marítima em Gaza.
Pelo menos 26.900 pessoas morreram em Gaza, a maioria mulheres e crianças, segundo o Ministério da Saúde do território, governado pelo Hamas.
M.Odermatt--BTB