-
Sensação na internet, macaco Punch comemora seu primeiro aniversário
-
Rodri passará por cirurgia nas costas, confirma novo técnico do City
-
Mark van Bommel é o novo técnico da seleção da Bélgica
-
Chamas forçam milhares a fugir por terra e mar de seu paraíso de veraneio na França
-
LeBron James anuncia que jogará pelo Philadelphia 76ers
-
Técnico da Espanha diz que comportamento dos jogadores argentinos após a final da Copa foi 'intolerável'
-
Vários incêndios cercam Madri e obrigam a evacuar milhares de pessoas na França e na Espanha
-
Brasil proíbe produção e venda de foie gras
-
Jürgen Klopp é anunciado como novo técnico da seleção da Alemanha
-
'O fogo te devora', diz morador evacuado pelo incêndio sem precedentes perto de Madri
-
Росія після Путіна: «Парламент із шансом в один відсоток»
-
Россия после Путина: «Парламент с шансом в один процент»
-
A Rússia pós-Putin: O «Parlamento com uma hipótese de 1%»
-
IA se tornou poderosa demais para ser controlada?
-
Incêndios cercam Madri e obrigam a evacuações na França e Espanha
-
Ao menos 21 mortos em ataques de longo alcance na Rússia e na Ucrânia
-
Trump retorna ao jantar dos correspondentes três meses após ataque caótico
-
Hungria anuncia investigação sobre zebras pertencentes a associado de Orbán
-
Bairros no Peru com o nome de 'Keiko Fujimori' esperam que presidente eleita cumpra promessas
-
Israel prepara 'operação antiterrorista' na Cisjordânia após violência mortal
-
Buscas por desaparecidos continuam um mês após terremotos na Venezuela
-
Montanhista suíço morre e mulher de 99 anos é resgatada no Monte Fuji
-
Seis candidatos para dirigir a ONU se enfrentam em debate televisivo
-
UE acusa TikTok de expor menores a riscos online
-
Ucrânia ataca com drones depósito de gigante comercial russo perto de São Petersburgo
-
Incêndios colocam Espanha em 'situação dramática' e obrigam a deslocamentos na França
-
EUA lança novos ataques contra Irã
-
EUA reativa guerra comercial com nova rodada de tarifas
-
EUA ameaça punir Irã após ataques de rebeldes do Iêmen
-
Oito mil novas espécies de insetos são identificadas por meio do DNA no Equador
-
Luka Modric renova com o Milan por mais uma temporada
-
Comic-Con começa nos EUA em meio a expectativa por retorno da Marvel
-
Presidente argentino Milei se reunirá com Flávio Bolsonaro no Brasil
-
Condenado à prisão perpétua homem que assassinou congressista estadual nos EUA
-
Ferrari quer parar Antonelli na Hungria antes da pausa da Fórmula 1
-
Néstor Lorenzo renova como técnico da seleção da Colômbia
-
As principais bases que abrigam Forças Armadas dos EUA no Oriente Médio
-
Barcelona confirma ruptura de ligamento do joelho de Frenkie De Jong
Comissão Eleitoral da Rússia veta candidato à presidência anti-Putin
A Comissão Eleitoral da Rússia vetou nesta quinta-feira (8) a candidatura do pacifista Boris Nadezhdin, que pretendia disputar a eleição presidencial de março, anunciou o político nas redes sociais.
O presidente Vladimir Putin deve ser eleito para outro mandato de seis anos nas eleições de 15 a 17 de março, para as quais os principais políticos da oposição foram vetados.
"A Comissão Eleitoral Central se negou a registrar minha candidatura ao cargo de presidente da Federação Russa", afirmou Nadezhdin, 60 anos, em uma mensagem no Telegram.
"Participar nas eleições presidenciais de 2024 é a decisão política mais importante da minha vida. Não vou desistir das minhas intenções. Vou recorrer contra a decisão da Comissão Eleitoral Central à Suprema Corte", acrescentou.
Em uma audiência nesta quinta-feira em Moscou, as autoridades eleitorais afirmaram que detectaram falhas em mais de 9.000 das 105.000 assinaturas de apoio à candidatura apresentadas por Nadezhdin.
O número supera a margem erro permitida de 5%.
As possibilidades de reverter a decisão com um recurso de apelação parecem nulas, pois o Kremlin exerce controle total sobre os processos eleitorais na Rússia.
Antes da decisão, a equipe de Nadezhdin explicou que as supostas "falhas" encontradas pela comissão incluíam pequenos erros de digitação introduzidos no processo de transcrever as assinaturas manuscritas para um computador.
- "Segundo, atrás de Putin" -
Os apelos do opositor pela interrupção da ofensiva militar na Ucrânia levaram muitos russos a apoiar sua candidatura no mês passado.
As imagens de longas filas de pessoas aguardando para assinar o apoio à candidatura de Nadezhdin desmontaram a narrativa do Kremlin de que a sociedade russa está unida no respaldo à campanha de Putin contra Kiev.
Na audiência no centro de Moscou nesta quinta-feira, Nadezhdin afirmou que "dezenas de milhões de pessoas" votariam nele. "Estou em segundo lugar, atrás de Putin", declarou.
A normalmente dividida oposição russa expressou apoio a Nadezhdin, do crítico detido Alexei Navalny ao oligarca exilado Mikhail Khodorkovski. Eles afirmaram que era a única forma legal e segura de protestar contra o Kremlin.
Desde o início da operação militar na Ucrânia em fevereiro de 2022, a Rússia intensificou ainda mais suas já rigorosas leis contra a dissidência e várias pessoas foram detidas depois que criticaram a intervenção militar.
Em uma entrevista à AFP em janeiro, Nadezhdin descreveu o conflito na Ucrânia como "catastrófico" e declarou que pretende "libertar os presos políticos" na Rússia.
Deputado municipal em uma cidade da região de Moscou, os 30 anos de trajetória política de Nadezhdin aconteceram em grande parte no âmbito local.
Também já trabalhou como assessor de políticos famosos, em particular de grupos opositores, mas nos primeiros anos de governo de Putin foi próximo ao Kremlin.
Putin, 71 anos, governa a Rússia como presidente ou primeiro-ministro desde 1999.
Durante as mais de duas décadas de poder, ele sufocou toda a oposição interna de alguma relevância, proibiu os meios de comunicação independentes e os protestos e reduziu as liberdades políticas e civis.
As eleições de março terão apenas três outros candidatos, todos de partidos supostamente opositores, mas que contam com o beneplácito do Kremlin.
Em 2020, Putin conseguiu aprovar emendas constitucionais polêmicas para reiniciar a contagem do limite de mandatos presidenciais, o que abriu o caminho para que ele possa permanecer no poder até 2036.
J.Horn--BTB