-
Jürgen Klopp é anunciado como novo técnico da seleção da Alemanha
-
'O fogo te devora', diz morador evacuado pelo incêndio sem precedentes perto de Madri
-
Росія після Путіна: «Парламент із шансом в один відсоток»
-
Россия после Путина: «Парламент с шансом в один процент»
-
A Rússia pós-Putin: O «Parlamento com uma hipótese de 1%»
-
IA se tornou poderosa demais para ser controlada?
-
Incêndios cercam Madri e obrigam a evacuações na França e Espanha
-
Ao menos 21 mortos em ataques de longo alcance na Rússia e na Ucrânia
-
Trump retorna ao jantar dos correspondentes três meses após ataque caótico
-
Hungria anuncia investigação sobre zebras pertencentes a associado de Orbán
-
Bairros no Peru com o nome de 'Keiko Fujimori' esperam que presidente eleita cumpra promessas
-
Israel prepara 'operação antiterrorista' na Cisjordânia após violência mortal
-
Buscas por desaparecidos continuam um mês após terremotos na Venezuela
-
Montanhista suíço morre e mulher de 99 anos é resgatada no Monte Fuji
-
Seis candidatos para dirigir a ONU se enfrentam em debate televisivo
-
UE acusa TikTok de expor menores a riscos online
-
Ucrânia ataca com drones depósito de gigante comercial russo perto de São Petersburgo
-
Incêndios colocam Espanha em 'situação dramática' e obrigam a deslocamentos na França
-
EUA lança novos ataques contra Irã
-
EUA reativa guerra comercial com nova rodada de tarifas
-
EUA ameaça punir Irã após ataques de rebeldes do Iêmen
-
Oito mil novas espécies de insetos são identificadas por meio do DNA no Equador
-
Luka Modric renova com o Milan por mais uma temporada
-
Comic-Con começa nos EUA em meio a expectativa por retorno da Marvel
-
Presidente argentino Milei se reunirá com Flávio Bolsonaro no Brasil
-
Condenado à prisão perpétua homem que assassinou congressista estadual nos EUA
-
Ferrari quer parar Antonelli na Hungria antes da pausa da Fórmula 1
-
Néstor Lorenzo renova como técnico da seleção da Colômbia
-
As principais bases que abrigam Forças Armadas dos EUA no Oriente Médio
-
Barcelona confirma ruptura de ligamento do joelho de Frenkie De Jong
-
Atacante grego Christos Tzolis troca Brugge pelo Arsenal em transferência recorde na Bélgica
-
TotalEnergies avalia sair de projeto russo de GNL
-
Garnacho assina com Aston Villa cedido por empréstimo pelo Chelsea
-
Brasil tem mínimo de mortes violentas em 14 anos, mas letalidade policial e feminicídios crescem
-
Grêmio anuncia contratação do atacante Jovane Cabral, revelação da Copa com Cabo Verde
-
Manchester City contrata volante Elliot Anderson por valor recorde para o clube
-
Em paraíso costeiro da Venezuela, sucata ajuda a sobreviver após terremotos
-
Barcelona anuncia contratação do atacante alemão Karim Adeyemi
-
Novo primeiro-ministro britânico anuncia medidas de apoio aos pubs
-
Federação da Noruega fará denúncia ao Comitê de Ética da Fifa pelo caso Balogun
Tropas ucranianas 'racionam ou ficam sem munições', segundo EUA
As tropas ucranianas estão começando a ficar sem munição e mão de obra diante da ofensiva contínua da Rússia, disse o conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, nesta quarta-feira (14).
"Recebemos cada vez mais relatos de tropas ucranianas racionando ou até mesmo ficando sem munição nas linhas de frente", à medida que as forças russas atacam por terra e pelo ar no país vizinho, disse Sullivan em uma coletiva de imprensa.
"A cada dia que passa, o custo da inação americana aumenta para os bravos ucranianos na linha de frente", continuou Sullivan, pedindo ao Congresso norte-americano que aprove "rapidamente" um novo pacote de ajuda militar para Kiev.
Ele observou que os ucranianos "ficarão em uma posição mais fraca se não receberem a munição, os sistemas de defesa aérea e outros equipamentos de que precisam".
Nesta quarta-feira, o novo comandante-chefe do Exército ucraniano, Oleksandr Sirski, enfatizou, após uma viagem às linhas de frente, que a situação no campo de batalha é "extremamente complexa", pois a Ucrânia não tem homens e armas suficientes para enfrentar a supremacia das tropas russas invasoras.
Na terça-feira, o líder da oposição republicana na Câmara dos Representantes, Mike Johnson, se recusou a levar à votação um projeto de lei de ajuda à Ucrânia que acabara de ser adotado pelo Senado, o outro braço do Congresso norte-americano.
Sem a aprovação de um novo pacote de ajuda, a assistência dos EUA às forças armadas da Ucrânia - interrompida desde o final de dezembro - não poderá ser retomada.
O pacote, que é objeto de um debate acirrado, prevê 95 bilhões de dólares (472 bilhões de reais) em ajuda militar, mas a serem divididos em três partes: 60 bilhões de dólares (298 bilhões de reais) para a Ucrânia, 14 bilhões de dólares (69 bilhões de reais) para Israel e o restante dos fundos para Taiwan.
Esse impasse, além do debate parlamentar, está centrado em uma queda de braço entre o presidente dos EUA, Joe Biden, e seu antecessor, o magnata republicano Donald Trump (2017-2021), que serão os prováveis candidatos de seus respectivos partidos nas eleições presidenciais de novembro.
M.Odermatt--BTB