-
França decreta toque de recolher em bairros de Paris pela terceira noite seguida
-
Escassez de água obriga cubanos a perfurar poços
-
Estudantes, professores e funcionários públicos protestam na Grécia
-
Milei irrompe na campanha eleitoral espanhola e chama Sánchez de 'ditador'
-
Mundo caminha para aquecimento de 2,6 °C neste século, alerta ONU
-
Emissário de Trump apresenta 'ideias' a Putin para acabar com conflito na Ucrânia
-
Macron denuncia comentários 'estúpidos' de líderes estrangeiros sobre distúrbios na França
-
Getty Images declara quebra nos EUA para reestruturar sua dívida
-
Canal do Panamá bate recorde de carga após fechamento de Ormuz
-
Boca vence Vasco (3-1) no Maracanã e vai à final da Copa Sul-Americana
-
Advogados de psicólogo e psiquiatra pedem absolvição deles em julgamento pela morte de Maradona
-
Knicks erguem bandeira de campeões após meio século de espera
-
Quase 90% dos detidos em 'guerra' contra gangues em El Salvador não foram julgados
-
Com Arias sob os holofotes, Palmeiras e Fluminense buscam vaga na final da Libertadores
-
Napoli derrota Bodo/Glimt (4-3) em casa em sua primeira vitória na Champions
-
Milhares de pessoas se mobilizam em Portugal após remoção de acampamentos por moradia
-
Atlético de Madrid empata fora de casa com Stuttgart (1-1) na Champions
-
PSG vence Barcelona (4-2) pela 3ª rodada da Champions
-
Liverpool vence Villarreal (4-3) de virada na 3ª rodada da Champions
-
Manchester City goleia AEK Atenas (5-1) com hat-trick de Phil Foden
-
Atlético de Madrid fora de casa com Stuttgart (1-1) na Champions
-
Zelensky comemora retomada do compartilhamento de informações de inteligência com os EUA
-
Sergen Yalçin é anunciado como novo técnico da seleção da Turquia
-
Importador de alimentos dos EUA busca anular tarifas de Trump ao Canadá
-
Ten Hag diz que Cristiano Ronaldo decepcionou no Manchester United
-
Itália enviará 500 militares a Milão e endurecerá penas após distúrbios
-
Príncipe Harry espera 'virar a página' e deixar para trás conflitos com sua família
-
Zelensky se reúne com emissários dos EUA em Oslo para retomar esforços diplomáticos
-
BBC anuncia corte de mais de 100 empregos
-
Gnabry elogia ex-companheiro Arteta antes de Bayern x Arsenal na Champions
-
Execuções polêmicas reacendem o debate sobre a pena de morte nos EUA
-
Congresso da Colômbia aprova orçamento do governo e projeta grave déficit fiscal
-
Governo francês responsabiliza 'extrema esquerda' por onda de violência no país
-
'Lesões não são desculpa', diz técnico do Aston Villa antes de jogo da Champions
-
Guatemalteco é condenado a 30 anos de prisão por morte de 53 migrantes nos EUA
-
Kompany pode não comandar Bayern contra o Arsenal na Champions devido a virose
-
Flávio Bolsonaro, o herdeiro da dinastia de extrema direita
-
Meta diz que cumpriu ordens do TSE para tratamento igualitário a Lula e Flávio Bolsonaro
-
Apoio a novos líderes de direita está em queda na América Latina
-
UE apresenta nova estratégia para o Ártico diante de ameaças dos EUA e da Rússia
Funeral de Navalny acontecerá na sexta-feira em Moscou
O funeral do opositor russo Alexei Navalny, que morreu em 16 de fevereiro na prisão, acontecerá na sexta-feira às 14H00 (8H00 de Brasília) em Moscou, anunciou a equipe do ativista nas redes sociais.
"O funeral de Alexei Navalny será celebrado em uma igreja (...) em Maryino, no dia 1º de março, às 14H00. O sepultamento acontecerá no cemitério Borisovski", em Moscou, informou sua equipe no Telegram.
Ivan Zhdanov, um dos principais colaboradores do opositor, afirmou que o enterro acontecerá a quase 20 quilômetros do Kremlin.
Desde que o corpo do opositor foi entregue à mãe de Navalny no sábado, a equipe daquele que foi o principal crítico do Kremlin tentava encontrar um local para oferecer um "adeus público" ao ativista, mas teve vários pedidos negados, segundo seus colaboradores.
Pessoas próximas de Navalny afirmaram que as autoridades exerceram muita pressão antes da definição do local de sepultamento.
O funeral poderia mobilizar muitos simpatizantes de Alexei Navalny, o que seria incômodo para o presidente russo Vladimir Putin antes das eleições presidenciais de 15 a 17 de março.
"Em todos os lugares eles se recusaram a nos dar qualquer coisa. Em alguns lugares nos disseram que era proibido", afirmou Zhdanov em um comunicado divulgado no Telegram, no qual critica o "Kremlin e (Serguei) Sobianin", o prefeito de Moscou, um político próximo a Putin.
O presidente russo, que deve pronunciar o discurso anual à nação na quinta-feira no Parlamento, não comentou a morte de Navalny, que sobreviveu em 2020 a um envenenamento que atribuiu a Putin, o que o chefe de Estado sempre negou.
As circunstâncias da morte Alexei Navalny em 16 de fevereiro em uma prisão da região do Ártico permanecem sombrias. O serviço penitenciário russo afirma que ele faleceu depois de "passar mal durante uma caminhada".
Os simpatizantes do opositor e vários governantes ocidentais acusaram Putin pela morte. Alguns chegaram a mencionar um "assassinato" ordenado após três anos de detenção.
O.Bulka--BTB