-
Checagem colaborativa do X falhou em detectar mentiras eleitorais nos EUA, diz estudo
-
Atlético-MG perde para City Torque (2-0) mas vai enfrentar Boca na final da Sul-Americana
-
EUA ordena que funcionários de sua embaixada na Arábia Saudita deixem o país
-
Chefe da NFL diz estar tranquilo quanto a jogo em Paris, apesar dos distúrbios
-
Falhas descobertas por IA levam governos e empresas a tirar sites do ar
-
Senado aprova poderes para Keiko ditar leis contra o crime no Peru
-
EUA ordena que funcionários evacuem embaixada na Arábia Saudita
-
Walmart dá boas-vindas aos agentes de IA para compras
-
Meta terá que pagar US$ 25 bilhões por caso relacionado à Cambridge Analytica
-
Rússia se mostra aberta a negociar com Ucrânia, mas reduz otimismo de Trump
-
Aston Villa vence Viking (3-1) e mantém campanha 100% na Liga dos Campeões
-
Musk adota tom desafiador perante ameaças de investigação
-
Bukele dá ultimato a gangues haitianas para libertarem militares salvadorenhos
-
Club Brugge vence Lens (3-0) e emenda 2º triunfo na Champions
-
Arsenal arranca empate contra o Bayern (2-2) pela 3ª rodada da Champions
-
Com gol de Carlos Augusto, Inter de Milão sofre para vencer Shakhtar (1-0) na Champions
-
Betis vence Feyenoord (1-0) e se mantém 100% na Champions
-
Real Madrid goleia RB Leipzig (4-1) na Champions
-
Papa não vai precisar de tratamento adicional após cirurgia
-
Defesa afirma que médico acusado pela morte de Maradona foi um 'bode expiatório'
-
Especialistas da ONU pedem que Meta proteja liberdade de expressão durante eleições no Brasil
-
Petróleo e eleições, os motivos da aproximação de Trump com Putin
-
Como goleia Manchester United (4-1) na Champions com show de Nico Paz
-
Editora canadense rompe com escritor acusado de usar IA para escrever romance
-
Israel detém candidato ao Congresso dos EUA durante colheita de azeitonas na Cisjordânia
-
Onda de violência na França preocupa setor turístico
-
Dani Olmo ficará um mês afastado por lesão e vira desfalque no Barça contra Real Madrid
-
Candidato árabe nas eleições de Israel classifica uma eventual vitória de Netanyahu como 'catástrofe'
-
Por que a produção de cobre cai no Chile em meio à alta da demanda mundial?
-
Sites fora do ar em todo o mundo após falhas de segurança detectadas por IA
-
Arábia Saudita se compromete a fornecer diesel enquanto 'for necessário', diz Macron
-
Escritórios da extrema direita no Parlamento Europeu são alvos de busca
-
Orçamento da Colômbia para 2027 é invalidado e será aprovado por decreto
-
Diretor da Nvidia insta empresas europeias a apostar na IA
-
Kremlin se dispõe a retomar negociações trilaterais em novembro
-
Jogador de rúgbi que morreu antes de jogo na França foi vítima de um aneurisma
-
Justiça cubana pede até 13 anos de prisão para manifestantes
-
ONU alerta para fenômeno El Niño 'sem precedentes'
-
Nick Paley transforma medos de infância em suspense na série 'Fingida'
-
Kvaratskhelia sofre ruptura do ligamento cruzado e pode perder resto da temporada
-
França decreta toque de recolher em bairros de Paris pela terceira noite seguida
-
Escassez de água obriga cubanos a perfurar poços
-
Estudantes, professores e funcionários públicos protestam na Grécia
-
Milei irrompe na campanha eleitoral espanhola e chama Sánchez de 'ditador'
-
Mundo caminha para aquecimento de 2,6 °C neste século, alerta ONU
-
Emissário de Trump apresenta 'ideias' a Putin para acabar com conflito na Ucrânia
-
Macron denuncia comentários 'estúpidos' de líderes estrangeiros sobre distúrbios na França
-
Getty Images declara quebra nos EUA para reestruturar sua dívida
-
Canal do Panamá bate recorde de carga após fechamento de Ormuz
-
Boca vence Vasco (3-1) no Maracanã e vai à final da Copa Sul-Americana
ONU: 2023 foi o ano mais mortal para os migrantes em uma década
Mais de 8.500 pessoas morreram em rotas migratórias de todo o mundo em 2023, o ano mais mortal já registrado, embora o balanço real seja muito mais alto, informou nesta quarta-feira (6) a Organização Internacional para as Migrações (OIM) da ONU.
"O número de mortos de 2023 representa um trágico aumento de 20% em comparação com 2022, o que destaca a necessidade urgente de tomar medidas para evitar uma maior perda de vidas", informou a OIM em comunicado.
Segundo os números da OIM, ao menos 8.565 pessoas morreram em rotas migratórias de todo o mundo em 2023.
Foi o ano mais mortal desde que foi criado o Projeto Migrantes Desaparecidos da OIM, em 2014, uma base de dados pública sobre mortes e desaparecimentos de migrantes.
O total do ano passado também supera o recorde alcançado em 2016, quando 8.084 pessoas morreram durante a migração.
"Ao comemorarmos os 10 anos do Projeto Migrantes Desaparecidos, primeiro nos lembramos de todas essas vidas perdidas", disse o vice-diretor-geral da OIM, Ugochi Daniels.
"Cada uma delas é uma terrível tragédia humana que impactará famílias e comunidades nos próximos anos".
- Mediterrâneo, a rota mais mortal -
A OIM destaca que devido à falta de vias migratórias seguras e regulares, centenas de milhares de pessoas enfrentam rotas perigosas e ilegais, navegando o Mar Mediterrâneo em pequenas embarcações, se arriscando pela selva de Darién, na fronteira entre a Colômbia e o Panamá, ou atravessando o deserto do Saara.
A travessia do Mediterrâneo continua sendo a rota mais mortal para os migrantes, com ao menos 3.129 mortos e desaparecidos registrados no ano passado. Este é o maior número de mortos registrado neste ponto de passagem desde 2017.
A nível regional, houve um número recorde de mortes de migrantes na África, onde foram registradas 1.866 mortes, e na Ásia, onde ocorreram pelo menos 2.138.
"Na África, a maioria destas mortes ocorreram no deserto do Saara e na rota marítima que conduz às Ilhas Canárias", observou a OIM.
Na Ásia, "no ano passado foram relatadas centenas de mortes de refugiados afegãos e rohingyas que fugiram dos seus países de origem", explicou a organização.
Mais da metade do total de mortes de migrantes em 2023 resultaram de afogamentos, 9% foram causadas por acidentes de veículos e 7% pela violência.
Desde que a base de dados foi criada, mais de 63.000 casos foram registrados em todo o mundo, embora o número real seja estimado como muito mais elevado devido às dificuldades na coleta de dados, especialmente em locais remotos.
"Estes números horríveis coletados pelo Projeto Migrantes Desaparecidos são também um lembrete de que devemos renovar o compromisso com uma ação mais ampla, que possa garantir uma migração segura para todos, para que em 10 anos as pessoas não tenham de arriscar as suas vidas em busca de uma melhor".
Junto a outras organizações e como coordenadora da Rede das Nações Unidas sobre Migração, a OIM insta os governos e comunidade internacional a "trabalhar juntos para evitar mais perdas de vidas humanas e a defender a dignidade e os direitos de todos os indivíduos".
F.Müller--BTB