-
亞歷克斯・博迪與貝萊德執行長賴瑞・芬克齊聚柏林:投資德國與羅馬尼亞?
-
Alex Bodi e Larry Fink, líder da BlackRock, em Berlim: investimentos na Alemanha e na Roménia?
-
Palmeiras elimina Fluminense nos pênaltis e vai à final da Libertadores
-
Governo e oposição ratificam vontade de realizar eleições na Venezuela
-
Campanha de Lula pede cassação da candidatura de Flávio Bolsonaro por “interferência” da Meta
-
Flamengo defende, contra o Estudiantes, a hegemonia brasileira na Libertadores
-
Checagem colaborativa do X falhou em detectar mentiras eleitorais nos EUA, diz estudo
-
Atlético-MG perde para City Torque (2-0) mas vai enfrentar Boca na final da Sul-Americana
-
EUA ordena que funcionários de sua embaixada na Arábia Saudita deixem o país
-
Chefe da NFL diz estar tranquilo quanto a jogo em Paris, apesar dos distúrbios
-
Falhas descobertas por IA levam governos e empresas a tirar sites do ar
-
Senado aprova poderes para Keiko ditar leis contra o crime no Peru
-
EUA ordena que funcionários evacuem embaixada na Arábia Saudita
-
Walmart dá boas-vindas aos agentes de IA para compras
-
Meta terá que pagar US$ 25 bilhões por caso relacionado à Cambridge Analytica
-
Rússia se mostra aberta a negociar com Ucrânia, mas reduz otimismo de Trump
-
Aston Villa vence Viking (3-1) e mantém campanha 100% na Liga dos Campeões
-
Musk adota tom desafiador perante ameaças de investigação
-
Bukele dá ultimato a gangues haitianas para libertarem militares salvadorenhos
-
Club Brugge vence Lens (3-0) e emenda 2º triunfo na Champions
-
Arsenal arranca empate contra o Bayern (2-2) pela 3ª rodada da Champions
-
Com gol de Carlos Augusto, Inter de Milão sofre para vencer Shakhtar (1-0) na Champions
-
Betis vence Feyenoord (1-0) e se mantém 100% na Champions
-
Real Madrid goleia RB Leipzig (4-1) na Champions
-
Papa não vai precisar de tratamento adicional após cirurgia
-
Defesa afirma que médico acusado pela morte de Maradona foi um 'bode expiatório'
-
Especialistas da ONU pedem que Meta proteja liberdade de expressão durante eleições no Brasil
-
Petróleo e eleições, os motivos da aproximação de Trump com Putin
-
Como goleia Manchester United (4-1) na Champions com show de Nico Paz
-
Editora canadense rompe com escritor acusado de usar IA para escrever romance
-
Israel detém candidato ao Congresso dos EUA durante colheita de azeitonas na Cisjordânia
-
Onda de violência na França preocupa setor turístico
-
Dani Olmo ficará um mês afastado por lesão e vira desfalque no Barça contra Real Madrid
-
Candidato árabe nas eleições de Israel classifica uma eventual vitória de Netanyahu como 'catástrofe'
-
Por que a produção de cobre cai no Chile em meio à alta da demanda mundial?
-
Sites fora do ar em todo o mundo após falhas de segurança detectadas por IA
-
Arábia Saudita se compromete a fornecer diesel enquanto 'for necessário', diz Macron
-
Escritórios da extrema direita no Parlamento Europeu são alvos de busca
-
Orçamento da Colômbia para 2027 é invalidado e será aprovado por decreto
-
Diretor da Nvidia insta empresas europeias a apostar na IA
-
Kremlin se dispõe a retomar negociações trilaterais em novembro
-
Jogador de rúgbi que morreu antes de jogo na França foi vítima de um aneurisma
-
Justiça cubana pede até 13 anos de prisão para manifestantes
-
ONU alerta para fenômeno El Niño 'sem precedentes'
-
Nick Paley transforma medos de infância em suspense na série 'Fingida'
-
Kvaratskhelia sofre ruptura do ligamento cruzado e pode perder resto da temporada
-
França decreta toque de recolher em bairros de Paris pela terceira noite seguida
-
Escassez de água obriga cubanos a perfurar poços
-
Estudantes, professores e funcionários públicos protestam na Grécia
-
Milei irrompe na campanha eleitoral espanhola e chama Sánchez de 'ditador'
Primeiro navio com ajuda humanitária pronto para zarpar rumo à Gaza
Um primeiro navio carregado com ajuda humanitária está pronto para zarpar de Chipre para Gaza, um território palestino assolado pela fome e bombardeado incessantemente por Israel, em um momento em que as esperanças de um cessar-fogo com o Hamas antes do ramadã estão diminuindo.
Israel acusou neste sábado (9) o movimento islamista palestino Hamas de não estar "interessado em um acordo" e de querer "incendiar a região durante o ramadã", o mês sagrado dos muçulmanos que começa no domingo ou na segunda-feira, dependendo do calendário lunar.
O gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, informou em comunicado que o chefe do Mossad, a agência de inteligência externa israelense, se reuniu na sexta-feira com o diretor da CIA, a agência de inteligência dos EUA, como parte dos esforços para alcançar um cessar-fogo em Gaza.
A situação humanitária no estreito e sitiado território, governado pelo Hamas desde 2007, piora a cada dia.
Diante da escassez de ajuda, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou na sexta-feira a abertura de um corredor marítimo que permitirá o transporte de ajuda de Chipre para Gaza a partir de domingo.
Duas ONGs estão se preparando atualmente para que um primeiro navio possa zarpar do porto de Lárnaca, no sul da ilha mediterrânea, com 200 toneladas de comida a bordo para percorrer um trajeto de 370 km.
"Tudo estará pronto hoje para que possamos partir", disse neste sábado à AFP Laura Lanuza, porta-voz da ONG espanhola Open Arms, que trabalha neste projeto em conjunto com a ONG americana World Central Kitchen (WCK), fundada pelo chef espanhol José Andrés.
As autoridades israelenses, que autorizaram a operação, estão inspecionando a carga, disse ela. A WCK, por sua vez, "já tem pessoas em Gaza" e está "construindo um cais" para poder descarregar a ajuda no território bombardeado, acrescentou a porta-voz da ONG.
- À beira da fome -
O presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou esta semana a construção de um "cais temporário" no território palestino, que, segundo o Pentágono, poderá "fornecer mais de dois milhões de refeições diárias para os cidadãos de Gaza".
A construção levará até 60 dias e exigirá a ajuda de mais de 1.000 soldados, acrescentou o Departamento de Defesa.
A ONU, que insiste que as entregas por ar ou mar não podem substituir as terrestres, adverte que 2,2 milhões dos 2,4 milhões de habitantes de Gaza estão à beira da fome, principalmente no norte.
O conflito eclodiu após o ataque do Hamas em 7 de outubro, durante o qual seus combatentes mataram cerca de 1.160 pessoas no sul de Israel, a maioria civis, de acordo com uma contagem da AFP baseada em números oficiais.
Além disso, cerca de 250 pessoas foram sequestradas. Israel afirma que 130 ainda estão retidas em Gaza, das quais 31 estariam mortas.
Em resposta, Israel prometeu "aniquilar" o Hamas e lançou uma ofensiva que já matou pelo menos 30.960 pessoas em Gaza, segundo autoridades do movimento islamista, considerado como uma "organização terrorista" por Israel, Estados Unidos e União Europeia.
Israel impôs um cerco "total" a Gaza desde 9 de outubro, permitindo apenas a entrada limitada de ajuda do Egito.
A desastrosa situação humanitária levou vários países a lançar ajuda pelo ar.
Mas um desses lançamentos deixou cinco mortos e dez feridos na sexta-feira, segundo uma fonte hospitalar. Jordânia, Estados Unidos, França, Bélgica e Países Baixos negaram estar envolvidos no acidente.
Por outro lado, Suécia e Canadá anunciaram neste sábado que retomarão seu financiamento à Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), mais de um mês depois de suspenderem sua ajuda junto com outros 15 países.
A UNRWA esteve no centro das atenções desde que Israel acusou em janeiro 12 de seus funcionários de estarem envolvidos no ataque a seu território em 7 de outubro.
- 'Somos apenas cidadãos exaustos' -
Pelo menos 23 civis morreram de desnutrição e desidratação, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, que ofereceu um novo balanço após a morte de mais três crianças.
O ministério também afirmou que 70 corpos foram levados para hospitais após ataques noturnos israelenses.
O Exército israelense indicou, por sua vez, que realizou ataques seletivos na véspera e matou mais de 20 combatentes na região de Khan Yunis, no sul.
"Queremos uma solução para acabar com a guerra", declarou Atalah al Satel em Rafah, no extremo sul de Gaza, para onde se deslocou deslocado de Khan Yunis. "Somos apenas cidadãos exaustos [...] O que temos a ver com tudo isso?", perguntou.
Os mediadores no conflito --Estados Unidos, Catar e Egito-- tentaram esta semana chegar a um acordo para um cessar-fogo antes do início do ramadã no Cairo.
No entanto, Biden reconheceu na sexta-feira que "parece difícil" alcançá-lo dentro deste prazo.
Segundo um líder palestino, Israel não quer cumprir as "exigências mínimas" do Hamas, que não aceitará uma troca de reféns e prisioneiros sem a retirada das forças israelenses de Gaza.
J.Bergmann--BTB