-
एलेक्स बोदी और ब्लैकरॉक प्रमुख लैरी फ़िंक बर्लिन में: जर्मनी और रोमानिया में निवेश?
-
Alex Bodi ve BlackRock Başkanı Larry Fink Berlin’de: Almanya ve Romanya’ya yatırım mı?
-
أليكس بودي ورئيس بلاك روك لاري فينك في برلين: استثمارات في ألمانيا ورومانيا؟
-
אלכס בודי ומנכ״ל בלאקרוק לארי פינק בברלין: השקעות בגרמניה וברומניה?
-
Alex Bodi și șeful BlackRock, Larry Fink, la Berlin: investiții în Germania și România?
-
Alex Bodi a šéf společnosti BlackRock Larry Fink v Berlíně: Investice v Německu a Rumunsku?
-
Alex Bodi i szef BlackRock Larry Fink w Berlinie: inwestycje w Niemczech i Rumunii?
-
Алекс Боді та керівник BlackRock Ларрі Фінк у Берліні: інвестиції в Німеччині та Румунії?
-
Άλεξ Μπόντι και Λάρι Φινκ, επικεφαλής της BlackRock, στο Βερολίνο: Επενδύσεις στη Γερμανία και τη Ρουμανία;
-
アレックス・ボディ氏とブラックロックのラリー・フィンクCEO、ベルリンに集う――ドイツとルーマニアへの投資は?
-
베를린을 찾은 알렉스 보디와 블랙록 회장 래리 핑크: 독일과 루마니아에 투자하나?
-
亞歷克斯・博迪與貝萊德執行長賴瑞・芬克齊聚柏林:投資德國與羅馬尼亞?
-
Alex Bodi e Larry Fink, líder da BlackRock, em Berlim: investimentos na Alemanha e na Roménia?
-
Palmeiras elimina Fluminense nos pênaltis e vai à final da Libertadores
-
Governo e oposição ratificam vontade de realizar eleições na Venezuela
-
Campanha de Lula pede cassação da candidatura de Flávio Bolsonaro por “interferência” da Meta
-
Flamengo defende, contra o Estudiantes, a hegemonia brasileira na Libertadores
-
Checagem colaborativa do X falhou em detectar mentiras eleitorais nos EUA, diz estudo
-
Atlético-MG perde para City Torque (2-0) mas vai enfrentar Boca na final da Sul-Americana
-
EUA ordena que funcionários de sua embaixada na Arábia Saudita deixem o país
-
Chefe da NFL diz estar tranquilo quanto a jogo em Paris, apesar dos distúrbios
-
Falhas descobertas por IA levam governos e empresas a tirar sites do ar
-
Senado aprova poderes para Keiko ditar leis contra o crime no Peru
-
EUA ordena que funcionários evacuem embaixada na Arábia Saudita
-
Walmart dá boas-vindas aos agentes de IA para compras
-
Meta terá que pagar US$ 25 bilhões por caso relacionado à Cambridge Analytica
-
Rússia se mostra aberta a negociar com Ucrânia, mas reduz otimismo de Trump
-
Aston Villa vence Viking (3-1) e mantém campanha 100% na Liga dos Campeões
-
Musk adota tom desafiador perante ameaças de investigação
-
Bukele dá ultimato a gangues haitianas para libertarem militares salvadorenhos
-
Club Brugge vence Lens (3-0) e emenda 2º triunfo na Champions
-
Arsenal arranca empate contra o Bayern (2-2) pela 3ª rodada da Champions
-
Com gol de Carlos Augusto, Inter de Milão sofre para vencer Shakhtar (1-0) na Champions
-
Betis vence Feyenoord (1-0) e se mantém 100% na Champions
-
Real Madrid goleia RB Leipzig (4-1) na Champions
-
Papa não vai precisar de tratamento adicional após cirurgia
-
Defesa afirma que médico acusado pela morte de Maradona foi um 'bode expiatório'
-
Especialistas da ONU pedem que Meta proteja liberdade de expressão durante eleições no Brasil
-
Petróleo e eleições, os motivos da aproximação de Trump com Putin
-
Como goleia Manchester United (4-1) na Champions com show de Nico Paz
-
Editora canadense rompe com escritor acusado de usar IA para escrever romance
-
Israel detém candidato ao Congresso dos EUA durante colheita de azeitonas na Cisjordânia
-
Onda de violência na França preocupa setor turístico
-
Dani Olmo ficará um mês afastado por lesão e vira desfalque no Barça contra Real Madrid
-
Candidato árabe nas eleições de Israel classifica uma eventual vitória de Netanyahu como 'catástrofe'
-
Por que a produção de cobre cai no Chile em meio à alta da demanda mundial?
-
Sites fora do ar em todo o mundo após falhas de segurança detectadas por IA
-
Arábia Saudita se compromete a fornecer diesel enquanto 'for necessário', diz Macron
-
Escritórios da extrema direita no Parlamento Europeu são alvos de busca
-
Orçamento da Colômbia para 2027 é invalidado e será aprovado por decreto
A instabilidade política no Haiti desde a queda do ditador Duvalier
O Haiti, onde o primeiro-ministro Ariel Henry renunciou na segunda-feira (11), enfrenta uma instabilidade política crônica desde o fim da ditadura de Jean-Claude Duvalier, em 1986.
A seguir, os principais eventos que marcaram as últimas décadas no país.
- A queda de Duvalier -
Em 1986, o ditador Jean-Claude Duvalier, presidente desde 1971, é expulso por uma revolta popular e o Exército toma o poder. Duvalier seguiu para a França e só retornou ao Haiti 25 anos depois.
"Baby Doc" tornou-se presidente vitalício aos 19 anos, em abril de 1971, depois da morte de seu pai, François Duvalier, conhecido como "Papa Doc", que chegou ao poder em 1957 durante eleições fraudulentas.
- Os mandatos não concluídos de Aristide -
Em 30 de setembro de 1991, o padre salesiano Jean-Bertrand Aristide, eleito presidente em 1990, é derrubado por um golpe militar e parte para o exílio.
Quatro anos depois, ele foi restituído ao poder por uma intervenção militar dos Estados Unidos e concluiu o seu mandato em 1996, quando foi sucedido por René Préval.
Reeleito em 2000, Aristide deixa novamente o poder e parte para o exílio em 2004, desta vez sob pressão dos Estados Unidos, França e Canadá, após uma insurreição armada e uma revolta popular.
Durante dois anos, o país fica sob controle da ONU, que mobiliza uma força internacional.
Em 2006, Préval foi eleito presidente novamente. Até hoje, ele foi o único líder haitiano que concluiu os dois mandatos autorizados pela Constituição.
- Um ano e meio de crise eleitoral -
Michel Martelly, eleito em 2011, conclui seu mandato em 2016 sem um sucessor, após o cancelamento das eleições presidenciais do ano anterior. O Parlamento designa um presidente provisório.
Após uma longa crise eleitoral, o empresário Jovenel Moise é eleito em uma votação em novembro de 2016.
- Moise assassinado -
Moise enfrenta rapidamente o aumento das ações de grupos armados.
Após o fim, em janeiro de 2020, do mandato dos deputados sem a convocação de novas eleições, o presidente continua governando por decreto.
Em 7 de fevereiro de 2021, o Poder Judiciário decreta o fim de seu mandato, mas Moise alega que ainda tem mais um ano para permanecer no poder. No mesmo dia, ele afirma que escapou de uma tentativa de assassinato.
Cinco meses depois, em 7 de julho, Moise é assassinado em sua casa por um grupo armado. O primeiro-ministro Ariel Henry, nomeado um pouco antes, assume o governo de forma interina.
- Paralisação política -
Em 27 de setembro, as eleições previstas para acontecer entre novembro e janeiro são adiadas de maneira indefinida.
Em um vazio jurídico, Henry permanece no poder após 7 de fevereiro de 2022, data do fim de mandato de Moise.
A situação foi repetida em 7 de fevereiro de 2024, quando o primeiro-ministro deveria deixar o poder com base em um acordo político.
- Ameaça de "guerra civil" -
Em 28 de fevereiro, Henry aceita "compartilhar o poder" com a oposição no âmbito de um acordo que prevê eleições após um ano, que seriam as primeiras desde 2016.
Na terça-feira, 5 de março, o líder de uma gangue influente, Jimmy "Barbecue" Chérizier, ameaça iniciar uma "guerra civil que conduzirá a um genocídio" se Henry não renunciar.
A declaração aconteceu pouco depois da assinatura de um acordo entre Quênia e Haiti que prevê o envio de polícias do país africano em uma missão apoiada pela ONU para lutar contra as gangues que controlam grande parte de Porto Príncipe e as rodovias que levam ao restante do território.
- Renúncia de Henry -
Em 11 de março, o primeiro-ministro, questionado e sem apoio popular, aceita renunciar e ceder o poder a um governo de transição, após a celebração de uma reunião da Comunidade do Caribe (Caricom) em caráter de urgência na Jamaica para examinar a situação do Haiti.
Uma fonte do governo americano afirmou que Henry, bloqueado em Porto Rico sem conseguir retornar à capital haitiana, será bem-vindo nos Estados Unidos caso tema por sua segurança.
P.Anderson--BTB