-
Trump critica LeBron James por comportamento durante execução do hino dos EUA
-
França convoca 70 mil agentes para evitar novos distúrbios
-
Netanyahu ordena 'fechamento total' da Cisjordânia após ataque
-
Homem mata uma pessoa e deixa 4 feridos ao abrir fogo em área próxima a Paris
-
Meghan Markle 'consternada' com investigação sobre seu pai por posse de imagens de pornografia infantil
-
Netanyahu ordena 'fechamento total' da Cisjordânia após ataque armado
-
Coreia do Sul propõe diálogos militares sobre a fronteira à Coreia do Norte
-
China ordena esforço máximo de resgate após terremoto que deixou 16 mortos no Tibete
-
Lula e Bolsonaro se enfrentam no último debate antes do segundo turno
-
Flamengo perde nos pênaltis e Estudiantes vai enfrentar Palmeiras na final da Libertadores
-
Lula diz que derrotará o “império digital” da Meta no segundo turno
-
Verstappen classifica como 'inaceitável' o estado do circuito de Austin
-
Manifestação por retorno de opositora reúne milhares de pessoas na Venezuela
-
Lula e Flávio aparecem empatados em pesquisa a três dias do segundo turno
-
Tribunal emitirá veredito no dia 22 de dezembro no julgamento pela morte de Maradona
-
Hamilton comemora retorno da F1 à África e diz que seu "sonho" é competir lá
-
Antonelli precisa de um "fim de semana perfeito" para conquistar o título da F1
-
Juventus tem sequência de vitórias interrompida na Liga Europa; Benfica é o novo líder
-
Terremoto deixa 16 mortos na região chinesa do Tibete
-
Canadá e Turquia iniciam negociações sobre acordo de livre comércio
-
Quadro de Monet se torna obra de arte mais cara já vendida na França
-
Verstappen ameaça adiar coroação histórica de Antonelli na F1
-
Autoridades francesas buscam proibir ou restringir novos protestos
-
Maratonista etíope Ruti Aga é suspensa por seis anos por doping
-
EUA vai sediar primeiro Mundial de Clubes Feminino da história em 2028
-
Juíza ordena que Trump preste depoimento em processo contra a BBC em 11 de dezembro
-
Quase 90% dos pequenos transportadores de drogas são réus primários, aponta estudo da OEA
-
Falhas críticas de segurança detectadas por IA afetam sites de todo o mundo
-
Endrick projeta clássico contra o Barcelona
-
Presidente da LaLiga pode ser sancionado por comparar Real Madrid à propaganda nazista
-
Bayern de Munique confirma lesão muscular de Luis Díaz
-
Das montanhas do Iêmen à potência regional: a ascensão dos houthis com o apoio do Irã
-
Salvadorenhas usam arte para apagar marcas de terror das quadrilhas
Trump 'não daria nem dez centavos' ao México para crise migratória
"Eu não daria nem 10 centavos" ao México para a crise migratória, afirmou Donald Trump, que não demonstra nenhum sinal de moderação quando trata de seu tema predileto para as eleições presidenciais: o que chama de "invasão" de migrantes que "estão matando" os Estados Unidos.
Em fevereiro, o governo mexicano propôs um conjunto de medidas para tratar do tema migratório.
Entre eles a concessão de 20 bilhões de dólares (cerca de R$ 100 bilhões) anuais para apoiar os países pobres da América Latina e do Caribe, de onde vem a maior parte dos migrantes.
Trump, provável rival republicano do presidente democrata Joe Biden, candidato à reeleição no pleito de novembro, considera isso "uma falta de respeito" e não está disposto a tolerá-lo - afirma - se for eleito.
O presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, "disse que quer 10 bilhões de dólares [R$ 50 bilhões] essencialmente só para conversar, 10 bilhões de dólares para conversar, isso não faz sentido e isso não aconteceria comigo", declarou Trump ao apresentador Brian Kilmeade do canal "Fox & Friends".
- 'Falta de respeito' -
É "simplesmente uma falta de respeito para com o presidente [Joe Biden]. A mim, nunca diriam isso. Nunca diriam, antes de conversar, quero 10 bilhões de dólares por ano [...] nunca me pediriam isso", afirmou. "Eu não daria nem 10 centavos", frisou o republicano.
Trump intensifica, sempre que possível, as qualificações anti-imigrantes na medida em que a campanha avança. Caso não aconteçam imprevistos, uma revanche contra Biden é praticamente certa em novembro.
"Estão matando nosso país, estão matando nossa gente", "envenenam o nosso sangue", são "delinquentes", psicopatas... A lista é longa e vai aumentando a cada semana.
Na realidade, a maioria desses imigrantes vem da América Latina fugindo da pobreza, da violência e da corrupção. Trump ameaça deportá-los "maciçamente" se vencer as eleições.
- 'Não somos colônia' -
Em uma entrevista ao programa "60 Minutes" da emissora CBS, López Obrador vangloriou-se de ter uma "relação muito boa com o governo dos Estados Unidos [de Biden], mas não de subordinação".
"Nós somos um país independente, livre, soberano, não somos colônia, não somos um protetorado de nenhum país estrangeiro", afirmou, retomando uma ideia que repete em cada viagem aos Estados Unidos.
"O presidente Biden respeita a nossa soberania, assim como ocorreu com o presidente Trump", afirmou López Obrador.
A boa sintonia, no entanto, não impede discrepâncias.
López Obrador propôs à Casa Branca que Washington deveria investir bilhões de dólares a cada ano para aliviar a pobreza na América Latina, suavizar as sanções aos governos de esquerda da Venezuela e de Cuba, e conceder um status legal a milhões de mexicanos que vivem nos Estados Unidos. Em vão.
Em qualquer caso, ele não terá que dar as caras para negociar com Biden ou Trump, já que o México realiza eleições gerais no início de junho e López Obrador deixará o cargo no final do ano.
Com os trumpistas, neste momento, o principal obstáculo é uma lei "anti-imigrante" apoiada pelos republicanos que permitiria ao Texas prender e expulsar aqueles que cruzarem ilegalmente a fronteira vindos do México. Por ora, um tribunal de apelações mantém a norma suspensa.
K.Thomson--BTB