-
Crescem indícios de novos ataques dos EUA contra o Irã
-
Leclerc é o mais rápido nos primeiros treinos do Grande Prêmio dos EUA
-
Grupo de investidores dos EUA compra 42% do Valencia
-
Macron condena 'atentado terrorista racista' que deixou um morto perto de Paris
-
Melania Trump anuncia cessar-fogo em cidade ucraniana
-
Ataque armado em igreja na Jordânia deixa sete mortos
-
Peres Jepchirchir, campeã mundial de maratona, é suspensa provisoriamente por doping
-
Trump conversará com Musk se restrições ao Starshield na Ucrânia persistirem
-
Kompany é hospitalizado após desmaio durante treino do Bayern
-
Ataque 'terrorista' e supostamente 'racista' deixa um morto perto de Paris
-
Indígenas da Colômbia rejeitam plano do governo para regulamentá-los: 'É uma agressão'
-
Melania Trump diz que conseguiu cessar-fogo em cidade ucraniana
-
Príncipe William, futuro rei da Inglaterra, sonhava em ser policial ou DJ
-
Trump critica LeBron James por comportamento durante execução do hino dos EUA
-
França convoca 70 mil agentes para evitar novos distúrbios
-
Netanyahu ordena 'fechamento total' da Cisjordânia após ataque
-
Homem mata uma pessoa e deixa 4 feridos ao abrir fogo em área próxima a Paris
-
Meghan Markle 'consternada' com investigação sobre seu pai por posse de imagens de pornografia infantil
-
Netanyahu ordena 'fechamento total' da Cisjordânia após ataque armado
-
Coreia do Sul propõe diálogos militares sobre a fronteira à Coreia do Norte
-
China ordena esforço máximo de resgate após terremoto que deixou 16 mortos no Tibete
-
Lula e Bolsonaro se enfrentam no último debate antes do segundo turno
-
Flamengo perde nos pênaltis e Estudiantes vai enfrentar Palmeiras na final da Libertadores
-
Lula diz que derrotará o “império digital” da Meta no segundo turno
-
Verstappen classifica como 'inaceitável' o estado do circuito de Austin
-
Manifestação por retorno de opositora reúne milhares de pessoas na Venezuela
-
Lula e Flávio aparecem empatados em pesquisa a três dias do segundo turno
-
GA-ASI firma parceria com a Spirit Defense para a produção da aeronave de combate colaborativa FQ-42
-
Tribunal emitirá veredito no dia 22 de dezembro no julgamento pela morte de Maradona
-
Hamilton comemora retorno da F1 à África e diz que seu "sonho" é competir lá
-
Antonelli precisa de um "fim de semana perfeito" para conquistar o título da F1
-
Juventus tem sequência de vitórias interrompida na Liga Europa; Benfica é o novo líder
-
Terremoto deixa 16 mortos na região chinesa do Tibete
-
Canadá e Turquia iniciam negociações sobre acordo de livre comércio
-
Quadro de Monet se torna obra de arte mais cara já vendida na França
-
Verstappen ameaça adiar coroação histórica de Antonelli na F1
Dividida sobre apoio à Ucrânia, Eslováquia escolhe presidente
Os eslovacos elegem neste sábado (6) o seu próximo chefe de Estado, no segundo turno de uma acirrada eleição presidencial marcada pelas divisões sobre a continuidade do apoio à vizinha Ucrânia.
Os dois candidatos finalistas são o ex-ministro das Relações Exteriores Ivan Korcok, pró-ocidental, e Peter Pellegrini, presidente do Parlamento e aliado do governo de Bratislava, que após sua chegada ao poder em outubro cortou a ajuda militar à Ucrânia, com a qual a Eslováquia compartilha uma pequena fronteira.
A eleição anuncia-se muito apertada, já que as pesquisas do instituto Focus dão 51% de intenção de voto a Pellegrini, de 48 anos, e 49% a Korcok, de 60 anos.
O vencedor sucederá a presidente cessante, Zuzana Caputova, que decidiu não disputar um segundo mandato.
O antieuropeu e pró-soviético Stefan Harabin, que há duas semanas ficou em terceiro lugar no primeiro turno com 12% dos votos, não apoiou nenhum dos dois candidatos finais.
"É pouco provável que Ivan Korcok recupere seus votos", disse à AFP o cientista político Tomas Koziak.
Segundo uma pesquisa da agência AKO, mais de dois terços dos eleitores de Harabin apoiarão o candidato Peter Pellegrini.
Na Eslováquia, o chefe de Estado tem funções essencialmente protocolares, mas é responsável pela ratificação dos tratados internacionais, nomeia os principais juízes e exerce as funções de comandante-chefe do Exército. Pode também vetar as leis aprovadas pelo Parlamento.
- "Salvar o governo" -
A invasão russa da Ucrânia, há mais de dois anos, tornou-se um importante tema de campanha neste país centro-europeu de 5,4 milhões de habitantes, membro da UE e da Otan.
Especialmente desde que o primeiro-ministro populista Robert Fico, aliado de Pellegrini, questionou a soberania de Kiev e pediu paz com Moscou.
Pellegrini foi ministro nos governos anteriores de Fico e até o substituiu à frente do Executivo em 2018.
"Estou concorrendo à presidência para salvar o governo de Robert Fico", declarou ele em um debate televisivo com Korcok.
"Você quer proteger o governo. Eu quero proteger a Eslováquia", replicou seu rival.
O governo que atua desde outubro, composto pelo partido Smer de Fico, a formação Hlas de Pellegrini e o pequeno partido de extrema direita SNS, interrompeu a ajuda militar à Ucrânia.
"Ivan Korcok é um belicista que apoiará sem duvidar de tudo o que o Ocidente lhe disser, incluindo arrastar a Eslováquia à guerra", afirmou Fico em um vídeo.
"A cena política eslovaca está dividida entre aqueles que apoiam a continuação da guerra a qualquer custo e aqueles que exigem o início de negociações de paz", declarou Pellegrini à AFP. "Pertenço à segunda categoria", explicou.
Korcok, muito crítico do governo de Fico e apoiado pela oposição, mostra-se decididamente a favor de Kiev.
"A Federação Russa pisou no direito internacional (...) Não creio que a Ucrânia tenha que renunciar a uma parte de seu território para conseguir a paz", declarou Korcok à AFP.
C.Kovalenko--BTB