-
Leclerc é o mais rápido nos treinos do GP dos EUA; Bortoleto e Colapinto são penalizados
-
Leclerc também domina segundo treino do GP dos Estados Unidos
-
Raphinha x Mbappé, duelo de artilheiros no 'El Clásico'
-
Meghan Markle se diz 'consternada' com investigação sobre seu pai
-
Manifestações previstas na França forçam adiamento de PSG-Lyon
-
Justiça do Equador decreta prisão preventiva de ex-candidata presidencial de esquerda
-
Confederação Asiática muda de lado e agora apoia Infantino
-
Bortoleto e Colapinto recebem punição severa para GP dos EUA
-
Ex-presidente Cristina Kirchner enfrenta novo julgamento na Argentina
-
Netanyahu anuncia grande operação na Cisjordânia após ataque
-
Crescem indícios de novos ataques dos EUA contra o Irã
-
Leclerc é o mais rápido nos primeiros treinos do Grande Prêmio dos EUA
-
Grupo de investidores dos EUA compra 42% do Valencia
-
Macron condena 'atentado terrorista racista' que deixou um morto perto de Paris
-
Melania Trump anuncia cessar-fogo em cidade ucraniana
-
Ataque armado em igreja na Jordânia deixa sete mortos
-
Peres Jepchirchir, campeã mundial de maratona, é suspensa provisoriamente por doping
-
Trump conversará com Musk se restrições ao Starshield na Ucrânia persistirem
-
Kompany é hospitalizado após desmaio durante treino do Bayern
-
Ataque 'terrorista' e supostamente 'racista' deixa um morto perto de Paris
-
Indígenas da Colômbia rejeitam plano do governo para regulamentá-los: 'É uma agressão'
-
Melania Trump diz que conseguiu cessar-fogo em cidade ucraniana
-
Príncipe William, futuro rei da Inglaterra, sonhava em ser policial ou DJ
-
Trump critica LeBron James por comportamento durante execução do hino dos EUA
-
França convoca 70 mil agentes para evitar novos distúrbios
-
Netanyahu ordena 'fechamento total' da Cisjordânia após ataque
-
Homem mata uma pessoa e deixa 4 feridos ao abrir fogo em área próxima a Paris
-
Meghan Markle 'consternada' com investigação sobre seu pai por posse de imagens de pornografia infantil
-
Netanyahu ordena 'fechamento total' da Cisjordânia após ataque armado
-
Coreia do Sul propõe diálogos militares sobre a fronteira à Coreia do Norte
-
China ordena esforço máximo de resgate após terremoto que deixou 16 mortos no Tibete
-
Lula e Bolsonaro se enfrentam no último debate antes do segundo turno
-
Flamengo perde nos pênaltis e Estudiantes vai enfrentar Palmeiras na final da Libertadores
Israel bombardeia Gaza e permanece em alerta por ameaça iraniana
As forças israelenses voltaram a bombardear a Faixa de Gaza, anunciou nesta sexta-feira o movimento palestino Hamas, em um momento de tensão elevada, depois que o Irã ameaçou responder ao ataque contra seu consulado na Síria, uma ação que atribui a Israel.
A tenaz ofensiva israelense em resposta ao ataque do Hamas de 7 de outubro prossegue, sem direito à trégua para Gaza, submetida a um cerco que deixa a população à beira da fome, segundo a ONU.
Ao mesmo tempo, Catar, Egito e Estados Unidos, que atuam como mediadores para alcançar uma trégua, aguardam as respostas de Israel e do Hamas à proposta mais recente para uma interrupção dos combates que permita, ainda, a libertação de reféns israelenses mantidos em cativeiro em Gaza.
O Hamas informou que dezenas de casas e prédios residenciais foram atacados com explosivos no campo de refugiados de Nuseirat e que dezenas de bombardeios atingiram Al Zahra, Al Mughraqa e Al Maghazi, no centro da Faixa de Gaza.
No bairro de Al Daraj, 25 pessoas morreram em um bombardeio que atingiu a casa de uma família.
"A situação é terrível e continua piorando. Os bombardeios não param", disse Imad Abu Shawish, de 39 anos.
Além do conflito em Gaza, aumenta a preocupação com uma eventual escalada regional, depois que o Irã acusou Israel de ser responsável pelo bombardeio contra seu consulado na capital da Síria em 1º de abril, uma ação que matou sete integrantes da Guarda Revolucionária, incluindo dois generais.
O governo americano alertou para o perigo de um ataque iraniano ou de grupos vinculados a Teerã. O general Michael Erik Kurilla, que está à frente do Comando Central dos Estados Unidos para o Oriente Médio (Centcom), viajou a Israel.
Washington restringiu os deslocamentos de seus funcionários em Israel devido à ameaça e a França recomendou nesta sexta-feira que seus cidadãos não viagem ao Irã, Líbano, Israel e aos Territórios Palestinos. A companhia aérea alemã Lufthansa suspendeu os voos com pouso e decolagem de Teerã.
- Escalada de ameaças -
O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, conversou na quinta-feira com o chefe do Pentágono, Lloyd Austin, sobre a preparação para enfrentar um eventual ataque iraniano.
"Se o Irã atacar a partir de seu território, Israel responderá e atacará o Irã", advertiu o chanceler israelense, Israel Katz.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, reiterou o seu apoio veemente a Israel, apesar das tensões entre o governante democrata e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por divergências sobre a gestão da guerra em Gaza.
O líder supremo do Irã - arqui-inimigo de Israel e aliado do Hamas -, Ali Khamenei, reiterou na quarta-feira que Israel "será punido".
A Casa Branca advertiu o Irã a não atacar Israel e o secretário de Estado, Antony Blinken, pediu aos homólogos da China, Turquia e Arábia Saudita que tentem dissuadir Teerã.
O chanceler chinês, Wang Yi, pediu ao governo dos Estados Unidos que adote um "papel construtivo" no Oriente Médio, informou Pequim, após uma conversa entre Wang e Blinken.
O ministro iraniano das Relações Exteriores, Hossein Amir Abdollahian, defendeu a "necessidade" de Teerã responder após o bombardeio contra seu consulado, em conversas com seus homólogos da Alemanha, Austrália e Reino Unido.
- "Ocupar Rafah" -
O conflito no território palestino começou em 7 de outubro, após o ataque do Hamas contra o sul de Israel, que deixou 1.170 mortos, a maioria civis, segundo um balanço da AFP baseado em dados israelenses.
Em resposta, Israel prometeu "aniquilar" o Hamas e lançou uma ofensiva que já deixou 33.634 mortos em Gaza, na maioria civis, segundo o Ministério da Saúde do território, governado pelo Hamas.
O movimento islamista tomou 250 reféns durante seu ataque, dos quais 129 permanecem em Gaza, incluindo 34 que se acredita que morreram, segundo as autoridades israelenses.
Basem Naim, funcionário de alto escalão do Hamas, afirmou na quinta-feira que o grupo precisa de "tempo e segurança suficientes" para localizar os reféns, questão crucial para as negociações da trégua.
Naim disse que os reféns estão em "locais diferentes, nas mãos de diferentes grupos".
Centenas de israelenses protestaram na quinta-feira à noite diante da residência de Netanyahu em Jerusalém para pedir a continuidade da ofensiva.
"Devemos ocupar Rafah o mais rápido possível, para sairmos vitoriosos da guerra", afirmou Dimitri, um professor de 42 anos, que durante a manifestação defendeu a operação anunciada pelo primeiro-ministro israelense contra a cidade no sul de Gaza. A localidade abriga 1,5 milhão de palestinos, a maioria deslocados pelo conflito atual.
M.Furrer--BTB