-
Portugal desmonta mais acampamentos em defesa do direito à moradia
-
Brasileiros votam para definir o presidente entre Lula e Bolsonaro
-
Líder da extrema direita francesa faz primeiro grande comício antes da eleição presidencial
-
Lula 4 ou o retorno dos Bolsonaros? Brasil vota em 2º turno presidencial acirrado
-
Explosões abalam a capital saudita antes da reabertura do aeroporto
-
Irã afirma que retomada da guerra não mudará sua política
-
Bulgária vota para presidente entre temores de segurança e divisão por guerra na Ucrânia
-
Obama critica 'caos e crueldade' de Trump durante campanha por candidatos democratas
-
Israel anuncia bloqueio da Cisjordânia no dia das eleições
-
Kimi Antonelli faz a pole position do GP dos EUA, onde pode ser campeão de F1
-
Arquidiocese de Nova York concorda em pagar mais de US$ 800 milhões em indenizações a vítimas de abusos sexuais
-
Lula e Bolsonaro reúnem multidões antes de duelo final nas urnas
-
Paris FC perde para Lens e deixa escapar oportunidade de assumir liderança do Francês
-
Atlético de Madrid vence Deportivo com gol de Julián Álvarez
-
Confrontos entre manifestantes e polícia na Albânia durante novo protesto contra corrupção
-
Ronaldinho jogará pelo Ravenna na Serie C italiana no dia 15 de novembro
-
Israel desloca milhares de palestinos de Hebron após ataque mortal
-
Milhares de pessoas protestam na Itália sob forte dispositivo de segurança
-
Borussia Dortmund vence Eintracht Frankfurt e assume liderança do Alemão
-
Novos protestos sociais se espalham pela França em meio a tensões e fortes medidas de segurança
-
Kvaratskhelia voltará de lesão 'mais forte', prevê Luis Enrique
-
Houthis atacam Áden e acusam Arábia Saudita de causar 16 mortes no Iêmen
-
Infantino afirma que conta com amplo apoio para presidir a Fifa
-
City sofre 1ª derrota no Inglês e é alcançado pelo Arsenal na liderança
-
Lula e Flávio Bolsonaro encerram campanha com atos multitudinários
-
Milhares de pessoas protestam em Madri em defesa das aposentadorias
-
Sobe para nove o número de mortos em ataque armado em igreja na Jordânia
-
Lula e Flávio Bolsonaro vão às ruas em encerramento de campanha
-
França vive novo dia de protestos com forte contingente policial
Stormy Daniels nega que tenha extorquido Trump
Stormy Daniels voltou a depor nesta quinta-feira (9) no histórico julgamento de Donald Trump, no qual a defesa do magnata a qualificou como uma "mentirosa gananciosa", que tenta tirar proveito das acusações.
A ex-atriz pornô, que é protagonista do caso que colocou um ex-presidente americano pela primeira vez no banco dos réus, negou que tenha subornado Trump para manter em silêncio sobre uma suposta relação entre os dois no ano de 2006.
“Eu queria que soubessem a verdade (...) Que estivesse protegida por documentos para que a minha família não fosse prejudicada”, disse Daniels à incansável advogada de Trump, Susan Necheles.
O ex-presidente, de 77 anos, é acusado de falsificar 34 documentos contábeis de sua empresa familiar, a Trump Organization, para reembolsar seu então advogado, Michael Cohen, que era o responsável pelos pagamentos a Daniels.
Em um depoimento de quase cinco horas na última terça-feira, Daniels, de 45 anos, narrou o suposto encontro com o magnata em um torneio de golfe em 2006. A ex-atriz pornô descreveu como era o pijama do magnata, sua roupa íntima, a posição sexual adotada e disse que ele não usou preservativo.
Embora “não tenha sido ameaçada verbal ou fisicamente”, Daniels disse que “sentiu vergonha por não ter impedido, por não ter dito não”.
A advogada de Trump atacou Daniels e, ao dizer que ela dirigiu e participou de mais 150 filmes de conteúdo adulto, Necheles também afirmou que a ex-atriz pornô tinha "muita experiência em fazer com que histórias falsas de sexo parecessem reais".
- "Melhor escrita" -
“Se esta história não fosse verdade, eu a teria escrito muito melhor”, respondeu Daniels.
Os advogados de Trump chegaram a pedir a anulação do julgamento na quarta-feira, alegando que o testemunho da ex-atriz pornô é “extremamente prejudicial” para um caso que gira em torno de registros contábeis relacionados às eleições.
O juiz Juan Merchan ordenou que o julgamento continuasse, mas reconheceu que "era melhor que Daniels não tivesse dado parte do depoimento".
Rebecca Manochio, que trabalha na Trump Organization, depôs em seguida.
- "Caso inventado" -
Falando aos repórteres do lado de fora do tribunal, nesta quinta-feira, Trump chamou o julgamento de “caso Frankenstein”.
“O promotor está inventando à medida que avança”, gritou o magnata, que não fez referência ao interrogatório.
Merchan proibiu Trump, que durante anos chamou Daniels de “cara de cavalo”, além de outros insultos grosseiros, de falar publicamente sobre testemunhas, jurados e funcionários do tribunal.
O ex-presidente disse na quinta-feira que entrou com um recurso contra a ordem de silêncio em um tribunal de apelações, mas não forneceu mais detalhes.
Em uma publicação na sua plataforma, a Truth Social, na quarta-feira, Trump se queixou da proibição, dizendo que o seu “direito constitucional à liberdade de expressão” tinha sido “restringido injustamente”.
"É difícil sentar e ouvir as mentiras e declarações falsas feitas contra você, sabendo que se você responder, mesmo da forma mais humilde, um juiz corrupto e altamente conflituoso estará lhe dizendo que você irá PRESO, talvez por um longo período de tempo”, escreveu.
Além do caso de Nova York, Trump foi acusado em Washington e na Geórgia de conspirar para anular os resultados das eleições de 2020 e na Flórida de supostamente fazer mau uso de documentos confidenciais após deixar a Casa Branca, mas este último caso foi adiado indefinidamente.
L.Dubois--BTB