-
Bombardeios jordanianos deixam seis mortos na Síria após ataque a igreja
-
Rapper Macklemore inicia turnê "Palestina Livre" após polêmica com Ed Sheeran
-
Harry Kane vence Bola de Ouro de 2026 e se consagra em seu país
-
PSG vence Lyon e assume liderança da Ligue 1 pela 1ª vez nesta temporada
-
Jordânia ataca grupos "terroristas" na Síria após atentado mortal contra uma igreja
-
Harry Kane conquista a Bola de Ouro de 2026
-
Espanhola Alexia Putellas conquista a Bola de Ouro de 2026
-
Delcy Rodríguez acusa María Corina Machado de fazer um "show" com retorno à Venezuela
-
Vitória de Lula gera turbulência nos mercados, que temem descontrole dos gastos
-
Sérvios vão às ruas celebrar vitória do movimento estudantil nas eleições legislativas
-
Bola de Ouro: Unai Simón leva Troféu Yashin de melhor goleiro
-
De la Fuente é eleito melhor treinador do ano na cerimônia da Bola de Ouro
-
Trump diz que eleições no Brasil foram "fraudadas" após vitória de Lula
-
Luis de la Fuente é eleito melhor treinador do ano na cerimônia da Bola de Ouro
-
Lamine Yamal leva o Troféu Kopa de melhor jovem na cerimônia da Bola de Ouro
-
Nadal disputará torneio de exibição em Las Vegas em fevereiro
-
Alcaraz vai liderar a Espanha no Final 8 da Copa Davis
-
Microsoft propõe PDV a 60 mil funcionários nos EUA, Canadá, Índia e Reino Unido
-
Walter Koenig, ator de 'Jornada nas Estrelas', morre aos 90 anos
-
Como o movimento estudantil chegou ao poder na Sérvia
-
Sinner participará do Six Kings Slam na Arábia Saudita em dezembro
-
Campanha para as legislativas nos EUA é inundada por dinheiro de grupos externos aos partidos
-
Xavi Espart vai desfalcar Barcelona por sete semanas
-
Especialistas da ONU acusam Rússia de crimes contra a humanidade por ataques à infraestrutura energética na Ucrânia
-
Irã continuará negociações com Arábia Saudita, Turquia e Paquistão sobre guerra no Oriente Médio
-
Democratas pedem procurador especial para investigar os vínculos de Trump com Epstein
-
Retorno de María Corina Machado aumenta pressão sobre transição democrática na Venezuela
-
Microsoft propõe saídas voluntárias a 60 mil funcionários nos EUA, Canadá, Índia e Reino Unido
-
Julgamento de policiais por morte de entregador é adiado para junho de 2027
-
Vaticano confirma viagem do papa à América do Sul em novembro
-
Três policiais franceses são julgados pela morte de entregador em 2020
-
Jordânia detém três membros de uma família após ataque contra igreja
-
Anthropic divulga documentos para abertura de capital que revelam aumento das vendas e riscos de IA
-
Chris Brown é condenado por briga em boate mas tem prisão suspensa
-
Bolsa de São Paulo despenca após vitória de Lula no Brasil
-
Lula celebra reeleição histórica e mal recebida pelos mercados
-
Macron alerta para riscos à segurança em novos protestos previstos para sábado
-
Comissão da ONU acusa Israel de 'extermínio' na Cisjordânia
-
Oxford Street ganha trecho exclusivo para pedestres em Londres
-
Trump ataca a Noruega, irritado por não ter recebido o Nobel da Paz
-
Guia prático do sistema eleitoral em Israel
-
'Vitória histórica': Lula é celebrado na América Latina e no Sul Global
-
Modelo de IA da Anthropic acessou dados de eleitores dos EUA
-
Oposição acusa Netanyahu de brincar com fogo sobre o Irã na véspera da eleição
-
Mais de 1.400 detidos nas manifestações de sábado na França
-
Movimento estudantil conquista vitória contra a direita na Sérvia
-
Elite governante da China inicia reunião crucial sobre a liderança do país
-
Coalizão saudita anuncia ataque contra instalação de mísseis houthis
-
Trump afirma que acordo comercial com o Canadá acontecerá em breve
-
'Bora Lula!': milhares de pessoas celebram nas ruas de São Paulo
Anfitrião da COP29, Azerbaijão defende gás como 'energia de transição'
O presidente da conferência climática da ONU, a COP29, que será realizada em novembro no Azerbaijão, disse à AFP que seu país continuará aumentando a produção de gás como "uma energia de transição", em paralelo aos investimentos em fontes renováveis.
Durante uma entrevista na cidade alemã de Bonn, Mukhtar Babayev, ministro do Ambiente do Azerbaijão, defendeu a estratégia do seu país, apesar de o secretário-geral da ONU, António Guterres, ter apelado nesta semana pela eliminação gradual dos combustíveis fósseis, principal causa do aquecimento global.
O Azerbaijão é o segundo maior produtor de hidrocarbonetos a sediar uma conferência sobre o clima, depois da COP28 nos Emirados Árabes Unidos em 2023.
"Planejamos aumentar os volumes de gás natural e, ao mesmo tempo, os nossos projetos de energia renovável durante vários anos", disse Babayev, ex-executivo da empresa nacional de petróleo e gás deste país do Cáucaso.
Poucos meses depois de os líderes mundiais terem concordado, na COP28 em Dubai, em abandonar gradualmente os combustíveis fósseis, o presidente do Azerbaijão, Ilham Aliev, chamou as reservas de gás do seu país de "presente dos deuses".
Os organizadores da conferência, que será realizada entre 11 e 22 de novembro, anunciaram que Aliev pedirá respeito a uma trégua global durante a maratona de negociações em Baku.
Em novembro passado, o próprio Azerbaijão lançou uma ofensiva relâmpago contra Nagorno Karabakh, um território de separatistas armênios.
"A iniciativa de trégua da COP é algo que o chefe de estado do Azerbaijão apresentará, apelando à comunidade internacional para observar um cessar-fogo", disse Yalchyn Rafiev, negociador-chefe da presidência azeri da COP29.
"As guerras e os conflitos armados, as atividades militares, são uma das atividades que mais geram emissões e estão diretamente ligadas à agenda climática", afirmou Rafiev.
- "Esforço global" -
Babayev expressou esperança de que a presidência da COP consiga concluir um acordo para estabelecer um fundo através do qual os países ricos ajudarão as nações em desenvolvimento a investir em energia limpa.
Esta é a questão mais difícil das negociações em Bonn, sede da Organização das Nações Unidas para o Clima, onde os diplomatas se reúnem todos os meses de junho, durante uma fase intermediária entre duas COPs.
Os países em desenvolvimento querem aumentar o objetivo anterior estabelecido em 100 bilhões de dólares anuais (R$ 582 bilhões, na cotação atual), aportados pelas economias ricas, como forma de reconhecimento da sua responsabilidade histórica pelo aquecimento global.
Estes doadores, que são principalmente países ocidentais e o Japão, querem que a China e os países do Golfo também contribuam.
Rafiev defendeu que obter estes fundos é um “esforço global” e afirmou que não pode ser “direcionado a uma parte ou a um país em particular”.
“O fluxo atual é insuficiente. E não importa quem contribua, é preciso aumentar os recursos disponíveis para os países em desenvolvimento”, afirmou.
Em Bonn, o Azerbaijão propôs encontrar fundos utilizando "fontes inovadoras", incluindo a possibilidade de pedir aos produtores de energia fóssil que financiem políticas climáticas nos países mais pobres.
"É uma ideia muito preliminar e já tivemos a oportunidade de debatê-la com diferentes países e instituições financeiras internacionais, bem como com instituições da ONU. Continuamos falando sobre isso", disse Babayev, que não especificou se vai se tratar de um imposto ou de um mecanismo de outro tipo.
"Estamos ouvindo todos e, segundo este princípio, prepararemos uma proposta final”, acrescentou.
Na luta contra as mudanças climáticas, outros países propuseram a imposição de impostos à indústria petrolífera e a outros intervenientes responsáveis pelas emissões de gases de efeito estufa, como a aviação.
J.Bergmann--BTB