-
Pelo menos 31 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Flávio Bolsonaro faz breve escala no Equador após fugir do Brasil
-
Pelo menos 10 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Netanyahu lidera apuração em Israel, mas sem maioria
-
China afirma que leva a sério pedido de desculpas de Mbappé
-
Governo dos Estados Unidos propõe aliança de defesa 'ambiciosa' com o sudeste asiático
-
Síria reabre fronteira com a Jordânia
-
Flávio Bolsonaro viaja para o Equador, procedente da Argentina, após fugir do Brasil
-
Flávio Bolsonaro fugiu para os EUA, indica imprensa
-
Ativista palestino retorna à Universidade de Columbia após prisão
-
Com lesão no joelho, Kawhi Leonard vai desfalcar Toronto Raptors contra Clippers
-
Netanyahu promete formar novo governo 'forte' em Israel
-
Zverev e Alcaraz avançam no ATP 500 de Viena
-
Boca de urna aponta empate entre Eisenkot e Netanyahu em Israel
-
Flávio Bolsonaro chegou aos EUA (imprensa)
-
"Que ninguém se intrometa" na "estabilidade" da Venezuela, adverte Delcy
-
Messi busca recuperação do Inter Miami na MLS; Griezmann e Lewandowski duelam
-
Argentina fecha acordo com FMI para repasse de US$ 900 milhões
-
Fuga de Flávio Bolsonaro coloca à prova relação Brasil-EUA
-
Bruno Guimarães perde pênalti e Arsenal cai na Copa da Liga contra Fleetwood Town
-
Gol de Sabitzer no fim classifica Dortmund contra Werder Bremen na Copa da Alemanha
-
Oposição tem leve vantagem sobre Netanyahu, apontam primeiras projeções
-
Charles III inicia viagem pelo Caribe marcada por pedidos de reparações pela escravidão
-
Flávio Bolsonaro fugiu para os EUA após perder eleições, diz imprensa
-
Xhaka e Embolo são liberados para voltar à seleção suíça após caso de certificados falsos de covid
-
'Algum dia chegará meu momento', diz Lamine Yamal sobre Bola de Ouro
-
Lazio atropela Sassuolo com 1º gol de bisneto de Mussolini na Serie A
-
'O corpo é o único adversário que não consigo vencer', diz Sinner
-
Lesionados, Auger-Aliassime e Bublik não vão disputar Masters 1000 de Paris
-
Técnico do Napoli é suspenso por 2 jogos após expulsão contra Roma
-
LaLiga denuncia comportamentos violentos de torcedores no 'El Clásico'
-
Candidata à chefia da ONU enfrenta críticas por guerra no Sudão
-
Polônia terá centro de manutenção de mísseis Patriot
-
Alcaraz vence Khachanov e vai à 2ª rodada do ATP 500 de Viena
-
Netanyahu denuncia tentativas de roubo na primeira eleição desde os ataques de Hamas
-
Trump e Lula voltam à estaca zero, mas em posição de ataque
-
Flávio Bolsonaro tem passaportes cancelados em meio a dúvidas sobre seu paradeiro
-
Kvaratskhelia passa por cirurgia bem-sucedida no joelho em Doha, informa PSG
-
Os principais temas das eleições legislativas de meio de mandato nos EUA
-
Houthis atacam maior refinaria da Arábia Saudita e Ministério da Defesa em Riade
-
Ebola supera 10 mil casos na África, a maioria na RDC
-
Flávio Bolsonaro tem passaportes cancelados
-
Os principais números das eleições de meio de mandato nos EUA
-
Cristiano Ronaldo entra na pré-lista de Portugal para Liga das Nações
-
Trump recorre a medidas drásticas para semear dúvidas antes das eleições nos EUA
-
Autoridades argentinas negam entrada de Flávio Bolsonaro em seu território
-
Lula completa 81 anos disposto a trabalhar '24 horas por dia' após reeleição
-
Mercados de previsão, uma frente de desinformação nas eleições legislativas dos EUA
-
STF ordena investigar possível financiamento estrangeiro à campanha de Flávio Bolsonaro
-
Confrontos decisivos nas eleições de meio de mandato nos EUA
Maduro 'toma' Venezuela no começo de uma campanha presidencial incerta
A campanha para as eleições do próximo dia 28 na Venezuela começou oficialmente nesta quinta-feira (4), com o presidente Nicolás Maduro, que busca o terceiro mandato, liderando um comício no estado petroleiro de Zulia, antes de seguir para Caracas, que o chavismo prometeu dominar de ponta a ponta.
O processo começa em meio a incertezas e denúncias de "perseguição", prisões e inabilitações de opositores, acusados pelo governo de conspiração.
"Começo a campanha eleitoral vitoriosa rumo a [o palácio presidencial] Miraflores", anunciou Maduro. Sua primeira escala, em Zulia, faz parte da "tomada" que o chavismo anunciou para o início formal da campanha em 70 cidades, um número simbólico, porque é a idade que o ex-presidente falecido Hugo Chávez completaria no dia da eleição.
Liderada por María Corina Machado, a oposição começará, também na capital, uma caravana por todo o país - acompanhada pelo candidato Edmundo González Urrutia-, que vai percorrer sete estados, entre eles o de Barinas, reduto do chavismo até 2021, quando a oposição o arrebatou nas eleições.
“Chegou a hora de nos abraçarmos novamente”, disse González em um vídeo. “Vamos converter o desejo de mudança em votos”.
- 'Campanha atípica' -
Embora tenha se iniciado formalmente hoje, a campanha começou meses atrás. María Corina percorreu o país inteiro de carro, porque o chavismo a impede de viajar de avião. Em cada cidade, é recebida como uma estrela por multidões, que se reúnem para ouvir suas promessas de mudança.
Já Maduro intensificou sua agenda eleitoral nas últimas semanas, com aparições diárias em diversas cidades. Ele promete uma recuperação econômica, depois de uma crise sem precedentes, que reduziu o PIB em 80% e levou a um êxodo em massa, que a ONU calcula em mais de 7 milhões de pessoas, ou cerca de 25% da população do país.
"É uma campanha atípica, mais sobre percepções e perspectivas do país do que sobre programas concretos", explicou à AFP Guillermo Tell Aveledo, professor de estudos políticos da Universidade Metropolitana.
A maioria das pesquisas aponta uma vitória da oposição, desestimada pelo chavismo, que monta palcos gigantes, com artistas internacionais, em meio a denúncias de excessos e pressão para que beneficiários de programas sociais votem em Maduro.
“Uma coisa é vencer o processo eleitoral, outra é o reconhecimento”, alertou Aveledo. “Aí surgem outros tipos de temores, de possibilidades”.
- Pressão internacional -
Um ensaio da eleição foi realizado no último domingo e foi acompanhado por observadores do Centro Carter e do painel de especialistas das Nações Unidas.
A União Europeia foi excluída da observação devido às sanções que persistem contra funcionários do governo venezuelano.
Maduro busca legitimidade internacional com estas eleições, depois da rejeição generalizada à sua reeleição em 2018, rotulada pelos Estados Unidos e dezenas de outros países como fraudulenta.
Washington, que apresentou condições em troca da suspensão de sanções, retomou um processo de diálogo direto com Maduro. Na primeira reunião, que aconteceu ontem, as partes concordaram em "trabalhar em conjunto para ganhar confiança e melhorar as relações", segundo a delegação venezuelana.
Os vizinhos Brasil e Colômbia também exigem "eleições livres", temendo outra onda de migração para seus territórios.
Especialistas concordam sobre a dificuldade de fraude no sistema de votação eletrônica. "No entanto, está sobre a mesa a possibilidade de algum tipo de não reconhecimento, golpe ou ofuscação da vontade popular", alerta Aveledo.
"Uma ação desse tipo arruinaria qualquer tentativa de legitimação que esta eleição poderia ter", acrescentou.
F.Pavlenko--BTB