-
Corinthians e Cruzeiro farão final brasileira da Libertadores feminina
-
Vazam dados de 41 mil funcionários do governo dos EUA após ciberataque, diz coletivo
-
Estado de Nova York restringe uso de chatbots por menores
-
Uruguai de Diego Forlán jogará contra República Dominicana após visitar Argentina em novembro
-
Após chegar aos EUA, Flávio Bolsonaro se declara "líder do Brasil"
-
Putin diz que Elon Musk é "realmente um gênio"
-
City vence Brighton e vai às quartas da Copa da Liga Inglesa; Liverpool elimina Chelsea
-
Irã adverte sobre risco de escalada militar após ameaças de Israel
-
Com Kane no banco, Bayern goleia Magdeburg (6-1) e avança na Copa da Alemanha
-
Fed mantém suas taxas inalteradas antes das legislativas nos EUA
-
Líder opositora percorre área devastada por terremotos na Venezuela
-
Após chegar aos EUA, Flávio Bolsonaro se declara "verdadeiro presidente do Brasil"
-
Kompany deixa hospital após uma meningite
-
Medvedev avança às oitavas de final do ATP 500 de Viena
-
Produtora de "Star Wars" vai comandar cerimônias das Olimpíadas de Los Angeles 2028
-
Inter de Milão vence lanterna Venezia (2-0) e segue líder no Italiano
-
Snapchat vai a julgamento nos EUA por vício de jovens em redes sociais
-
Sem maioria clara, presidente de Israel quer evitar novas eleições
-
Djokovic vence Humbert de virada na primeira rodada do ATP 500 da Basileia
-
Para o Hezbollah, não importa quem vença as eleições em Israel
-
Conmebol rejeita ação do Flamengo por escalação de Rojo na semifinal da Libertadores
-
Tribunal da Noruega bloqueia temporariamente novos termos de uso da Meta
-
Flávio Bolsonaro desembarca nos EUA depois de fugir do Brasil
-
Etiópia anuncia que recebeu 12 caças russos
-
Flávio Bolsonaro: de quase presidente à fuga pela porta dos fundos
-
Sergio Pérez renova contrato com a Cadillac até 2029
-
Ao menos 68 mortos no segundo acidente ferroviário grave do ano na Espanha
-
Governo britânico aumenta impostos sobre bancos para ajudar famílias
-
Segundo dia consecutivo de trégua humanitária na cidade ucraniana de Oleshky
-
Oposição exige explicações do governo de Milei por fuga de Flávio Bolsonaro pela Argentina
-
Técnico do Cruzeiro diz que time pode fazer 'coisas que ninguém espera' na Libertadores feminina
-
Os Bolsonaro: uma história de poder, prisão e exílio
-
COPs são um 'monte de bobagens', afirma o Panamá, que quer sediar a próxima reunião
-
Banco Mundial alerta para forte alta nos preços dos alimentos até 2027
-
Vice-presidente da Federação Japonesa renuncia após apoio da Ásia a Infantino
-
Onze mulheres são condenadas na Indonésia por maus-tratos a crianças em uma creche
-
Britânica denuncia que marido a drogava e a amarrava para ser violada por outros homens
-
Flávio Bolsonaro desembarca nos Estados Unidos depois de fugir do Brasil
-
Colisão de trens na Espanha deixa 64 mortos
-
Sem maioria clara, partidos árabes têm a chave para formação de governo em Israel
-
Cortes em programas de ajuda incentivam o voto de castigo contra Trump
-
Migrantes criam raízes no México após bloqueio de Trump ao 'sonho americano'
-
Tribunal iraniano condena cineasta Jafar Panahi a cinco anos de prisão
-
Zelensky teme que reunião entre EUA, Rússia e China vire plataforma de redistribuição da influência mundial
-
Pelo menos 31 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Flávio Bolsonaro faz breve escala no Equador após fugir do Brasil
-
Pelo menos 10 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Netanyahu lidera apuração em Israel, mas sem maioria
-
China afirma que leva a sério pedido de desculpas de Mbappé
-
Governo dos Estados Unidos propõe aliança de defesa 'ambiciosa' com o sudeste asiático
Corte Internacional de Justiça afirma que ocupação israelense dos territórios palestinos é 'ilegal'
A Corte Internacional de Justiça (CIJ) determinou nesta sexta-feira (19) que as décadas de ocupação israelense dos territórios palestinos são "ilegais" e instou que seja encerrada "o mais rapidamente possível".
O principal órgão judicial da ONU, cujas decisões não são vinculantes, se pronunciou sobre as consequências legais da ocupação de Israel dos territórios palestinos desde 1967, em um momento de crescente tensão após mais de nove meses de conflito em Gaza.
O tribunal "concluiu que a contínua presença de Israel nos Territórios Palestinos é ilegal", declarou Nawaf Salam, o juiz que preside o tribunal, após um caso sem precedentes no qual cerca de cinquenta países opinaram.
"O Estado de Israel tem a obrigação de encerrar sua presença ilegal nos Territórios Palestinos ocupados o mais rápido possível", afirmou o juiz.
A CIJ tomou este caso após a Assembleia Geral da ONU adotar em 31 de dezembro de 2022 uma resolução pedindo uma "opinião consultiva" sobre as "consequências jurídicas das políticas e práticas de Israel no território palestino ocupado, incluindo Jerusalém Oriental".
As opiniões consultivas da CIJ podem aumentar a pressão internacional sobre Israel, que está em conflito com o movimento islamista palestino Hamas em Gaza desde 7 de outubro.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, classificou a decisão como uma "mentira".
"O povo judeu não é um ocupante em sua própria terra, nem em nossa capital eterna, Jerusalém, nem em nosso patrimônio ancestral de Judéia e Samaria", disse Netanyahu em comunicado.
O primeiro-ministro, sob pressão internacional e prestes a viajar para os Estados Unidos na próxima semana, afirmou que "nenhuma decisão baseada em mentiras em Haia distorcerá esta verdade histórica".
- "Grande dia para a Palestina" -
A Autoridade Palestina, liderada por Mahmoud Abbas, celebrou a decisão "histórica" do tribunal.
"A presidência aplaude a decisão da Corte Internacional de Justiça, considera-a uma decisão histórica e exige que Israel a implemente", disse Abbas em comunicado divulgado pela agência oficial Wafa.
A ministra adjunta de Relações Exteriores da Autoridade Palestina, Varsen Aghabekian Shahin, afirmou que "este é um grande dia para a Palestina, tanto histórica quanto legalmente".
Em junho de 1967, Israel triunfou na Guerra dos Seis Dias, assumindo o controle da Cisjordânia e Jerusalém Oriental da Jordânia, das Colinas de Golã da Síria, e da Faixa de Gaza e do Sinai do Egito.
Posteriormente, Israel começou a ocupar os 70.000 km² de territórios árabes conquistados, algo que a ONU declarou ser ilegal.
- "Perigo extremo" -
Nas audiências de fevereiro, a maioria dos que se manifestaram instou Israel a encerrar a ocupação iniciada após a Guerra dos Seis Dias, e alguns alertaram que uma presença prolongada representa um "perigo extremo" para a estabilidade no Oriente Médio e além da região.
Os representantes palestinos acusaram os israelenses de conduzir um sistema de "colonialismo e apartheid" e pediram aos juízes que exigissem o fim da ocupação de forma "imediata, total e sem condições".
O embaixador da África do Sul nos Países Baixos disse aos juízes que as políticas de Israel nos territórios palestinos são uma forma "ainda mais extrema" de apartheid do que a que seu país viveu até 1994.
Washington, no entanto, defendeu seu aliado, dizendo que Israel não deveria ser legalmente obrigado a se retirar, sem considerar suas "necessidades muito reais de segurança".
Israel não participou das audiências, mas se manifestou por escrito criticando as questões colocadas ao tribunal como "prejudiciais" e "tendenciosas".
Essas audiências não estão relacionadas ao caso apresentado pela África do Sul à CIJ, no qual acusa Israel de cometer atos genocidas em Gaza.
Em janeiro, o tribunal pediu a Israel que impedisse qualquer possível ato de genocídio no território palestino e, em maio, ordenou que a ofensiva militar em Rafah fosse interrompida.
N.Fournier--BTB